<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099</id><updated>2012-01-21T15:08:50.004-08:00</updated><category term='fórum na mídia'/><category term='vídeo saber global'/><category term='II Fórum da Terra entrevista associação mico-leão-dourado'/><title type='text'>Fórum da Terra</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>PedroMartins</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>285</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-469374499757511886</id><published>2012-01-21T15:00:00.000-08:00</published><updated>2012-01-21T15:08:50.014-08:00</updated><title type='text'>Thomas C. Heller: a nova ordem mundial é verde</title><content type='html'>O professor Thomas C. Heller, da Universidade Stanford, é um dos mais influentes especialistas em política ambiental do planeta. Membro do painel de experts da ONU que estimou os efeitos das mudanças climáticas e dividiu com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore o Nobel da Paz de 2007, ele é requisitado para auxiliar na formulação de programas de sustentabilidade por dez entre dez países emergentes. Sua abordagem pragmática soa como música aos ouvidos dos governos do Brasil, da China e da Indonésia. O plano chinês de redução de emissões de carbono e a lei brasileira que cortou repasses de recursos federais a municípios desmatadores são exemplos de iniciativas sugeridas pela Climate Policy Initiative, instituição sem fins lucrativos fundada por Heller e financiada pelo megainvestidor George Soros. Diz o professor Heller: "Caberá aos emergentes liderar a transição para uma nova ordem mundial, em que ser sustentável dará uma tremenda vantagem competitiva". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As últimas tentativas de acordos internacionais em prol do meio ambiente, como o Protocolo de Kyoto e a rodada de Durban, fracassaram. O que falta para essas negociações começarem a dar resultados concretos?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, é preciso formar um consenso verdadeiro em torno da ideia de que não se pode mais subestimar o valor de uma política ambiental séria e consequente - se não por convicção, pelo menos por pragmatismo. Essa premissa deixou de ser uma afirmação típica de ambientalistas românticos há muito tempo. A interdependência entre economia e meio ambiente atingiu seu ápice. Prova disso é que o preço das commodities e da energia está em alta e deve continuar assim indefinidamente. O progresso, daqui por diante, depende de usarmos os recursos naturais da forma mais eficiente e produtiva possível. Parece óbvio que, na próxima etapa do desenvolvimento humano, ser verde será cada vez mais uma tremenda vantagem competitiva. Ainda assim, os governantes relutam em encarar a questão ambiental como aspecto fundamental da agenda econômica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que isso ocorre? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria das nações ainda trata o dinheiro aplicado em sustentabilidade como investimento a fundo perdido, o que, claro, constitui um sério equívoco. Como seu retorno costuma ocorrer apenas a longo prazo, fica muito difícil convencer países em crise, como a maior parte das economias desenvolvidas hoje, a destinar grandes quantias a programas ambientais. Essa é uma das razões por que foram adiados, para 2015, o estabelecimento de metas de redução das emissões de dióxido de carbono e, para 2020, a criação do fundo verde de 100 bilhões de dólares. Esperava-se que tais resoluções fossem tomadas já. Mas muitos países relutaram em assumir o compromisso porque sabem que custará caro cumpri-lo. O que a maioria dos analistas não percebeu é que começou a desenhar-se, em Durban, uma nova ordem mundial, liderada por economias emergentes como Brasil, Índia e China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que nova ordem o senhor está falando? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parco avanço obtido em Durban só foi possível porque os emergentes capitanearam as negociações, aderiram às metas propostas e forçaram a assinatura de um acordo. Há sete anos, quando entrou em vigor o Protocolo de Kyoto, um protagonismo desses era improvável. Daqui para a frente, porém, será cada vez mais evidente, e por uma razão muito simples: os países em desenvolvimento terão de criar formas de elevar, e muito, a produtividade de sua economia, para suportar a inclusão de 3 bilhões de pessoas na classe média nos próximos vinte anos. Isso pressupõe criar mais políticas públicas de estímulo à sustentabilidade e investir maciçamente em inovação e em planejamento urbano - algo que os emergentes estão em condições de fazer, uma vez que não tiveram suas finanças corroídas pela crise global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor não está sendo otimista demais? Os novos integrantes da classe média vão querer consumir mais alimentos, combustíveis... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende da forma como se encare a questão. De fato, há um enorme contingente de pessoas sedentas de consumo, que passarão de uma renda diária média de 10 a 15 dólares para algo como 50, até 100 dólares por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa gente vai querer comprar carnes mais nobres e adquirir carros para ir ao trabalho e levar seus filhos à escola, o que terá forte impacto sobre o meio ambiente. Mas os emergentes não têm escolha a não ser empenhar-se para mitigar esse impacto. Se observarmos com atenção, veremos que isso já está ocorrendo. Em nosso mapa global de investimentos em iniciativas verdes, feito em 2011, constatamos que 22% dos recursos destinados a esse tipo de projeto já vêm das economias emergentes. Nas minhas viagens, tenho notado uma preocupação cada vez maior dos governantes com os efeitos danosos das mudanças climáticas. Muitos desses países, afinal, são fortemente dependentes de seus recursos naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mesmo a China? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. O caso mais emblemático é justamente a China. Apesar de ser o maior poluidor do planeta, o país é também, hoje, o que mais investe em energias renováveis. Não apenas para melhorar sua imagem perante o mundo, mas porque os chineses sabem que não podem depender tanto de carvão, um recurso natural escasso, para movimentar sua produção. Desde 2005, a China já aplicou 400 bilhões de dólares em projetos de energia limpa e eficiência energética. Isso fará com que a proporção da energia eólica que o país consome dobre de 1,5% para 3% do total até 2015. Trata-se de um feito e tanto, se considerarmos que proporcionará a redução de algo como 400 milhões de toneladas de dióxido de carbono lançadas todo ano na atmosfera - 5% menos do que hoje. Há ainda diversas outras iniciativas, como um programa massivo de expansão dos transportes coletivos e das estações de tratamento da água que chega às metrópoles. Segundo uma avaliação que fizemos para o governo chinês no ano passado, embora ainda não tenha conseguido diminuir a emissão total de gases poluentes, a China já reduziu em 20% o nível de poluição em relação ao PIB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas a China é uma ditadura. Tem muito mais poder para dirigir a economia do que a Índia ou o Brasil, por exemplo... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisamos ir até a China para encontrar sinais de mudança. No Brasil mesmo há histórias interessantes. Veja o caso do estado de Mato Grosso. As estatísticas mostram que o ritmo do desmatamento na Amazônia está diminuindo. A extensão de florestas derrubadas caiu 74% entre 2004 e 2010. Os ambientalistas xiitas não gostam de admitir, mas, no caso de Mato Grosso, essa redução se deve diretamente aos ganhos de produtividade do agronegócio. O raciocínio é elementar: quanto mais cabeças de gado se consegue criar em uma mesma área, maior a riqueza produzida por metro quadrado e menor o impacto ambiental da atividade econômica. Além disso, ao criar mais empregos, o agronegócio evita que as pessoas depredem a floresta para garantir meios de subsistência. Isso só prova que, ao contrário do que costumam pregar os ecologistas mais radicais, o progresso, se bem administrado, é, sim, muito benéfico ao meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa lógica só vale para o campo ou se aplica também às cidades?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplica-se a ambos. Para os países ricos, aliás, é nas cidades que estão as maiores oportunidades de ganhos com iniciativas sustentáveis. E, no caso dos emergentes, será nelas que passará a viver essa enorme massa de novos consumidores a que me referi. Os aglomerados urbanos, portanto, precisam estar no centro de uma revolução - que mudará não apenas a forma como as pessoas consomem, mas também a maneira como vivem. Isso significará considerar como premissas do planejamento urbano dados como o tempo de deslocamento de cada indivíduo até o local das compras ou a distância percorrida entre a casa e o trabalho para reduzir custos e racionalizar o uso do tempo. Se o planejamento conseguir tornar as cidades mais produtivas, elas poderão ser mais densamente povoadas sem se converter em verdadeiros infernos urbanos. Pelo contrário. Serão mais verdes e agradáveis e ainda ajudarão a diminuir a quantidade de pessoas que vivem nos subúrbios e, consequentemente, o número de viagens de carro e a emissão de poluentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como fazer isso, na prática? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há diversos projetos em teste. Os mais promissores me parecem ser os edifícios verdes, ainda pouco disseminados para moradia, mas já bastante populares entre as empresas. As companhias, de modo geral bem mais adiantadas na compreensão das vantagens econômicas que a sustentabilidade pode render, sabem que um prédio verde pode custar de 5% a 10% mais do que os edifícios comuns. No entanto, também já aferiram que, após alguns anos, ele chega a ser até 50% mais econômico. Gasta-se menos com energia e água e ainda se consegue melhorar a qualidade do ar. Sem contar que, para pôr tais prédios em funcionamento, é preciso desenvolver novas tecnologias, criando um ciclo virtuoso de inovação que tende a se disseminar por vários outros setores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor é dos que acreditam que sem inovação não há sustentabilidade? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou certo disso. Todos os avanços significativos da história da humanidade decorreram de grandes saltos tecnológicos. Não há por que pensar que desta vez será diferente. Foi assim com a Revolução Industrial, que possibilitou a obtenção de bens de consumo em larga escala, o surgimento da infraestrutura de distribuição de energia e a criação de sistemas de transporte coletivo. Mais recentemente, nos anos 1960, tivemos a chamada Revolução Verde, um salto de produtividade espetacular provocado pela utilização de defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Sem essas transformações radicais no processo de produção, não teríamos conseguido assimilar o crescimento populacional do planeta ao longo dos séculos. Para fazer com sucesso a transição para essa nova ordem mundial de que falo, será necessário outro salto tecnológico, tão ou mais profundo do que as grandes revoluções do passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor trabalha com governos há décadas. Acha mesmo que eles são capazes de fazer essa transição? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não partirão dos governos as inovações capazes de garantir um futuro mais sustentável. Assim como no passado, esses avanços serão impulsionados pela iniciativa privada, pelos empreendedores. Mas não dá para pensar em um progresso tão abrangente sem que os governos assumam seu papel, que é fomentar a criação de tais empreendimentos. Vimos isso ocorrer na Califórnia, onde moro, nas décadas de 70 e 80, quando floresceu a indústria da tecnologia da informação. O que houve naquela época foi uma combinação de forças positivas: um grupo de jovens brilhantes, dotados de criatividade e empreendedorismo ímpares, que recebeu infraestrutura para abrir suas empresas e o apoio do governo à criação de linhas de crédito dentro do próprio setor privado para que elas pudessem prosperar. O mesmo pode e deve ser feito agora, com a adoção de incentivos tributários e fontes de financiamento para companhias que se proponham a criar produtos ou tecnologias capazes de reduzir os danos ao meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que leva as empresas a estar tão mais adiantadas que os governos na adoção de projetos ambientalmente corretos? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário dos governantes, que estão constantemente premidos por restrições orçamentárias e costumam ser excessivamente cautelosos quando se exigem deles medidas eleitoralmente impopulares, as empresas são movidas pelo lucro. As grandes corporações perceberam há mais de uma década que aderir a um modelo de funcionamento sustentável daria bom retorno. Para essas companhias, a economia no uso da água e da luz ou a reciclagem do lixo passaram a representar não só uma fonte de renda extra, mas também a chance de melhorar sua imagem junto ao público - o que, evidentemente, as ajudou a fechar negócios mais lucrativos. Ao fim e ao cabo, tudo se resume a encontrar formas criativas de gerir os recursos disponíveis da maneira mais eficiente possível e, de preferência, antes dos concorrentes. É essa a lógica que tem de inspirar os políticos que pretendam fazer de seus países os condutores do desenvolvimento econômico do planeta nas próximas décadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-469374499757511886?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/469374499757511886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=469374499757511886&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/469374499757511886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/469374499757511886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2012/01/thomas-c-heller-nova-ordem-mundial-e.html' title='Thomas C. Heller: a nova ordem mundial é verde'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1613686948838835801</id><published>2012-01-15T07:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T07:50:26.586-08:00</updated><title type='text'>MUDAR A GOVERNANÇA MUNDIAL PARA SALVAR A TERRA</title><content type='html'>A humanidade está levando o clima e os ecossistemas da Terra a um limite crítico, por isso são necessárias novas formas de cooperação internacional e governança, afirmam especialistas. “Enfrentamos uma emergência planetária”, alerta Owen Gaffney, do Programa Internacional de Geosfera-Biosfera, com sede em Estocolmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Necessitamos um ‘momento constitucional’ na política mundial, semelhante à mudança de governança ocorrida a partir de 1945, que levou à criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e de numerosas outras organizações internacionais”, disse Frank Biermann, da Universidade Livre de Amsterdã e diretor do Projeto Sistemas de Governança da Terra. “A humanidade enfrenta grandes desafios. São necessárias ações urgentes” afirmou Biermann à IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desses desafios são a crescente pobreza, a falta de alimentos, de água e de segurança energética, a crise financeira, a mudança climática, a acidificação dos oceanos e a perda de biodiversidade. Todos esses problemas e suas soluções estão interligados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, os sistemas da Terra, complexos e mutuamente dependentes, podem se autocorrigir e conseguir estabilidade. Entretanto, podem chegar a pontos de quebra e depois mudar de maneira surpreendente e abrupta, disse Gaffney em uma entrevista. “Só podemos recordar como a crise do sistema hipotecário nos Estados Unidos quase causou o colapso do sistema financeiro mundial”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que acontecerá entre 20 de 22 de junho, deveria ser o momento na história em que as nações se uniriam e encontrariam caminhos para assegurar “a própria sobrevivência da humanidade”, afirmou Gaffney. Este encontro marca o vigésimo aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, e os dez anos da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, de Johannesburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceram muitas mudanças desde a primeira reunião no Rio de Janeiro, em 1992, conhecida como Cúpula da Terra. Hoje, mais de 90% dos sete bilhões de habitantes do planeta têm acesso a telefone celular e um terço pode acessar a internet, disse Gaffney. Além disso, as organizações da sociedade civil se espalharam por todo o mundo e se converteram em uma força global. “Estas são diferenças muito profundas com relação a 1992. Hoje, mais e mais pessoas se sentem cidadãs globais ou planetárias”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da Rio+20, a comunidade científica mundial apresentará um completo informe sobre o “estado da Terra” na conferência Planeta sob Pressão, que acontecerá em Londres, entre 26 e 29 de março. Quase três mil especialistas de todo o mundo apresentarão um informe transcendental sobre a saúde da terra e as ameaças que enfrenta. Além disso, pela primeira vez, serão apresentadas completas recomendações sobre o que se deve fazer para evitar um desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das primeiras coisas que uma comunidade humana madura teria que fazer é solucionar seus problemas de governança internacional. Quase 20 anos de negociações internacionais sobre a mudança climática não conseguiram reduções significativas das emissões de gases-estufa, causadores do fenômeno. Para prevenir o perigoso aquecimento global será necessária uma ação urgente nesta década, alertam os cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, as negociações climáticas são um exemplo. Especialistas em governança internacional são unânimes em apontar também o fracasso dos esforços para conseguir a igualdade e o consenso dentro da ONU na hora de tomar decisões significativas, afirmou Biermann. “Um país pode manter todo o mundo como refém”, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo de Montreal para proteger a camada de ozônio é considerado o tratado ambiental mundial de maior êxito, e não utiliza o sistema das Nações Unidas. As decisões são tomadas apenas quando coincidem uma maioria de nações industrializadas e uma maioria das nações do Sul em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações climáticas precisam mudar para algum tipo de sistema majoritário baseado no “voto qualificado”, afirmou Biermann. “Minha sugestão é que as nações do G-20 (industrializadas e emergentes) recebam 50% dos votos, outros países 25% e as organizações da sociedade civil os 25% restantes”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima é apenas uma das “fronteiras planetárias” que a humanidade está ignorando, segundo documentará a conferência Planeta sob Pressão. Outra é a contínua perda de biodiversidade, da qual a humanidade também depende para sobreviver. A água potável é outra. Trata-se de um recurso limitado, mas seu consumo aumentou seis vezes no último século. Em muitos lugares a qualidade da água sofreu degradação, embora sua demanda cresça junto com a expansão das economias e das populações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, o Conselho Internacional para a Ciência alertou que “o funcionamento do sistema da Terra tal como o conhecemos está em risco”. Este organismo foi criado em 1931 como uma coalizão de órgãos e associações de cientistas de 141 países. É o principal motor da conferência que terá lugar em Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As sociedades devem mudar o curso para se afastar das fronteiras críticas, que podem causar uma mudança rápida e irreversível. O sistema de governança internacional precisa mudar”, afirmou Biermann. Contudo, transformar a governança internacional será um enorme desafio, já que os países estão mais preocupados com seus interesses de curto prazo, reconheceu. Envolverde/IPS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1613686948838835801?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1613686948838835801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1613686948838835801&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1613686948838835801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1613686948838835801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2012/01/mudar-governanca-mundial-para-salvar.html' title='MUDAR A GOVERNANÇA MUNDIAL PARA SALVAR A TERRA'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3524789585653863089</id><published>2012-01-06T16:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T16:51:59.132-08:00</updated><title type='text'>Brasil é o decimo país mais atrativo para renováveis</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Relatório publicado pela consultoria Ernst &amp; Young aponta índice das nações mais atrativas para os investimentos em energias limpas; Brasil subiu uma posição em relação ao semestre anterior e ficou entre as dez mais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo uma retrospectiva energética de 2011, pode-se dizer que o último ano foi favorável para as energias renováveis no Brasil, especialmente para a energia eólica. Pelo menos é o que mostra o Índice de Atratividade das Energias Renováveis por País, publicado pela consultoria Ernst &amp; Young em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relatório, o Brasil subiu uma posição em relação ao semestre analisado anteriormente, e ficou entre as dez nações mais atrativas para as energias limpas. A principal responsável pela ascensão do país no ranking foi a energia eólica, cujo preço alcançou patamares mais baixos (R$ 99,56/MWh) que o do gás natural (R$ 103/MWh) em leilões de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia eólica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principalmente por causa disso, o país saltou quatro posições no índice de energia eólica, ficando em décimo na classificação. Durante o terceiro trimestre de 2011, o setor eólico conseguiu garantir acordos de compra de energia para 78 projetos, totalizando 1.979 MW. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a capacidade de energia eólica do Brasil deve crescer 600% até 2014, pulando de cerca de 1 GW em 2010 para 7 GW.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns analistas acreditam que a queda no valor da energia eólica, que levou ao aumento no número de projetos do setor, foi causada por muitas razões, incluindo a chegada de equipamentos eólicos chineses com preços competitivos ao Brasil. Isso obrigou os fornecedores brasileiros a reduzirem seus custos para  competir com os produtos chineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar do grande progresso dessa fonte renovável, a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) declarou que a pequena margem de retorno dos projetos ainda ameaça o crescimento do setor no país, que fica vulnerável a complicações que podem surgir durante a construção das usinas e dos abalos no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contornar essa questão, a associação afirma que o aperfeiçoamento no licenciamento ambiental e soluções para problemas logísticos são as principais respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biomassa, Pequenas centrais hidrelétricas e energia solar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biomassa também teve projetos desenvolvidos, mas o desempenho do setor caiu devido ao aumento da concorrência da energia eólica. Apenas 11 projetos dessa fonte, totalizando 554 MW ganharam contratos no terceiro trimestre. Além do setor eólico, a biomassa também enfrenta a concorrência do gás natural e de pequenas centrais hidrelétricas. Ainda não há certeza se em médio e longo prazo a energia produzida pelo setor se tornará mais cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a biomassa, as pequenas centrais hidrelétricas não obtiveram muito crescimento no terceiro trimestre, indicando que os projetos do setor não conseguiram competir com os preços baixos apresentados nos leilões. No ranking da energia solar, o país se manteve na 16ª posição, sugerindo que esse setor também não fez grandes progressos no terceiro trimestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenário mundial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em escala mundial, pouca coisa mudou em relação ao semestre analisado anteriormente. A China segue em primeiro como país mais atrativo para as energias renováveis, seguida pelos Estados Unidos(2º), Alemanha (3º),  Índia (4º) e Itália (5º). O Reino Unido, que antes dividia o posto com a Itália, caiu para sexto lugar, seguido pela França (7º), Canadá (8º) e Espanha (9º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade ficou por conta da Romênia, que saltou do 16º para o 13º lugar, sobretudo por conta de uma nova lei sobre energias renováveis (RES-E), que aumentou os certificados verdes para as tecnologias renováveis e criou um dos esquemas mais favoráveis de incentivo na Europa. O Japão, a África do Sul e Taiwan também tiveram aumentos significativos em suas posições, subindo de 19º para 15º, de 26º para 23º e 31º para 27º, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre as maiores quedas na classificação geral,ficaram Portugal(de 16º para 19º), Chile (de 34º para 39º) e República Tcheca (de 35º para 40º). No ranking eólico, as maiores mudanças ficaram por conta do Brasil, Romênia (ascensão de 16º para 13º), Espanha (queda de 10º para 15º), Finlândia (queda de 20º para 23º), Chile (queda de 33º para 36º), Áustria (queda de 34º para 37º) e República Tcheca (queda de 35º para 38º).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, no índice solar, o Egito despencou do 15º para 19º lugar, Áustria do 17º para o 21º, Canadá do 21º para o 25º, Bulgária do 22º para o 26º, Suécia e Holanda do 23º para o 28º, Dinamarca do 30º para o 34º, República Tcheca do 31º para o 35º, Nova Zelândia do 31º para o 37º, Irlanda do 33º para o 37º, Noruega do 34º para o 39º e Finlândia do 35º para o 40º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3524789585653863089?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3524789585653863089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3524789585653863089&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3524789585653863089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3524789585653863089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2012/01/brasil-e-o-decimo-pais-mais-atrativo.html' title='Brasil é o decimo país mais atrativo para renováveis'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4685217177066268563</id><published>2012-01-03T05:54:00.000-08:00</published><updated>2012-01-03T06:14:07.111-08:00</updated><title type='text'>Novos ônibus na Cidade do México reduzem a poluição e geram renda</title><content type='html'>O nosso sistema de transporte da Cidade do México está atraindo recursos internacionais significativos com a venda de créditos de carbono, parte dos esforços atuais da capital para reduzir a poluição e limpar a sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo desta metrópole enorme anunciou recentemente que a primeira fase do sistema de trânsito rápido chamado Metrobus gerou aproximadamente US$ 1,125 milhão em créditos de carbono através do corte das emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema, que abrange uma média de 390 mil passageiros por dia, pretende gerar cerca de US$ 4 milhões a mais em créditos de compensação de emissões ao longo dos próximos 15 anos, presumindo a estabilidade do mercado de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Imagine se cada um destes passageiros fosse de carro”, disse o especialista em transporte de baixo carbono Stefan Bakker, do Centro de Pesquisas Energéticas da Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro já recebido ajudou a balancear o investimento de US$ 65,2 milhões feito pela cidade há seis anos na construção da primeira linha do sistema, incluindo 36 paradas e pistas exclusivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Metrobus tem três linhas com 112 paradas, mas os órgãos de planejamento querem que isto aumente dez vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operando lado a lado com um sistema tradicional de ônibus mais caótico, um agitado metrô e um novo programa de aluguel de bicicletas, os ônibus sanfonados podem levar muito mais passageiros do que os comuns. O custo por quilometro é muito menor do que a expansão do metrô subterrâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi incentivado por sucessivas prefeituras de esquerda, incluindo Marcelo Ebrard, conhecido por políticas ambientalmente ‘amigáveis’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Metrobus é um dos dez projetos de transporte registrados sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), o mercado de carbono criado sob o Protocolo de Quioto permitindo que países desenvolvidos comprem compensações de carbono ao investir em projetos de redução de emissões em países mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto Simbólico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitas pessoas criticaram bastante o MDL por não financiar mais este tipo de projeto, então neste sentido, o Metrobus é muito importante”, comentou o especialista da Universidade de Sussex Peter Newell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A economia de emissões é enorme, mas de certa forma o que é mais importante é o fator simbólico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoridades estão cautelosamente otimistas sobre a possibilidade de atrair recursos para projetos futuros após analistas terem dito que as discussões climáticas, realizadas até semana passada na África do Sul, questionaram mudanças que a União Européia pretende fazer no seu mercado de carbono, o maior do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 2013, a UE anunciou que financiaria novos projetos de carbono apenas em países menos desenvolvidos, principalmente na África Subsaariana. Mas o acordo alcançado em Durban deixou incerta esta transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A potencial mudança europeia “seria um impedimento para novos projetos aqui no México”, comentou a vice-diretora de projetos de mudanças climáticas no ministério do Meio Ambiente Lucrecia Martin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os negociadores em Durban concordaram em desenvolver um novo mecanismo de mercado para atender às metas de redução de emissões, sendo que os detalhes serão discutidos em 2012. Especialistas dizem que ainda não está claro o significado do acordo para as compensações de países emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A probabilidade é que países desenvolvidos ainda precisarão comprar créditos de carbono de partes do mundo em desenvolvimento”, comentou o consultor ambiental Roberto Frau, que trabalhou no planejamento inicial do Metrobus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4685217177066268563?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4685217177066268563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4685217177066268563&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4685217177066268563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4685217177066268563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2012/01/novos-onibus-na-cidade-do-mexico.html' title='Novos ônibus na Cidade do México reduzem a poluição e geram renda'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5847335905800996190</id><published>2011-12-24T14:05:00.000-08:00</published><updated>2011-12-24T14:17:08.445-08:00</updated><title type='text'>Aquecimento global influencia seca e fome na África</title><content type='html'>Um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos da Universidade de Santa Bárbara, na Califórnia, mostrou que o aquecimento global tem influência direta na seca que atinge a região africana conhecida como Chifre da África. Segundo os especialistas, isso acontece graças ao aumento das temperaturas do Oceano Índico, que reduz os níveis de precipitação no continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em declaração do portal G1, Chris Funk, um dos pesquisadores do Serviço Geológico dos EUA (USGS), explica que é difícil atribuir um único fator causador das secas. Mesmo assim, está comprovado que as mudanças climáticas têm influência direta neste cenário, que neste ano e no ano passado apresentou uma das piores geadas já vistas no continente africano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente em 2011, no período que vai de março a junho, foram registradas mortes de 15% a 30% dos rebanhos, aumentando assim o preço dos alimentos e a crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado disso são 17,5 milhões de pessoas em situação de risco, nos cinco países que formam o Chifre da África: Somália, Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. Os especialistas sugerem que ocorra uma mobilização mundial para que seja possível reverter esse quadro, já que as temperaturas globais tendem a continuar subindo e as nações afetadas ainda sofrem com outros problemas, principalmente de origem política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante anos esses países africanos suportaram guerras civis, guerra ao terror, pirataria, entre outras coisas. Para o somali Abdi Samatar, professor da Universidade de Minessota, nos EUA, as pessoas se tornaram vulneráveis, por conta dessa situação política. Assim, “quando a seca chegou, elas já não tinham nada e ficaram famintas”, explica ele, em relação à fome que assola, em especial, a sua terra natal, a Somália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo como exemplo a catástrofe ocorrida nos Estados Unidos, com o furacão Katrina, em Louisiana, e a maneira como o governo foi importante para a recuperação, o professor acredita que seja necessário ocorrer uma mobilização mundial para ajudar esse povo, principalmente no que diz respeito ao fim da pirataria e à formação de um estado que seja capaz de colocar fim ao terror. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5847335905800996190?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5847335905800996190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5847335905800996190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5847335905800996190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5847335905800996190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/aquecimento-global-influencia-seca-e.html' title='Aquecimento global influencia seca e fome na África'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-530264355526694342</id><published>2011-12-18T15:17:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T15:19:12.421-08:00</updated><title type='text'>Ambientalistas veem com reservas fundo climático para os países pobres</title><content type='html'>Enquanto Alemanha, Cingapura, México e Suíça lutam para sediar Fundo Verde para o Clima, ambientalistas temem simples redistribuição de recursos já existentes e lembram que principal objetivo de Durban não foi alcançado&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Anuncio que a Alemanha gostaria de hospedar o Fundo Verde para o Clima",  declarou o ministro alemão do Meio Ambiente, Norbert Röttgen, antes mesmo de o fundo existir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acerto em torno do fundo ocorreu apenas poucas horas antes do final da 17ª Conferência do Clima, na manhã do último domingo (11/12), sem que o país-sede fosse definido. Observadores apontaram o fundo como o grande sucesso de Durban. Outros, porém, não pouparam críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundo deverá amparar países pobres na proteção climática e na adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. Os primeiros financiamentos deverão ser liberados em 2013 e, a partir de 2020, 100 bilhões de dólares deverão estar disponíveis a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O simples fato de termos este Fundo para o Clima já um sucesso. Além disso, foi estabelecido um processo para financiá-lo", disse o pesquisador Reimund Schwarze, chefe do departamento de mudanças climáticas do Centro Helmholtz de Pesquisa Ambiental de Leipzig, que acompanhou as negociações em Durban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Houve grande resistência por parte dos países doadores e receptores em aceitar um pacote como esse sem acordar um 'Kyoto Dois'. Por muito tempo a coisa não estava certa, e a alegria foi grande que um resultado mínimo tenha sido alcançado. Assim, o objetivo mínimo que o Secretariado do Clima das Nações Unidas (ONU) havia estabelecido para a Cúpula em Durban foi atingido", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas "prêmio de consolação"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, poucos dias depois do término da Conferência do Clima de Durban, o Fundo Verde para o Clima já era alvo de críticas, especialmente por parte de organizações de direitos humanos. Para a Fian – ONG internacional de luta pelo direito à alimentação –, o acordo climático é uma farsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O financiamento do clima é apenas uma parte ínfima das negociações climáticas. O que essas negociações climáticas de fato objetivam é criar condições legais e um tratado climático que vincule os Estados às emissões de CO2", afirma Anton Pieper, especialista em clima da Fian. E esse acordo, lembra, mais uma vez não foi alcançado. Por isso, o Fundo Verde para o Clima é apenas um "prêmio de consolação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, Pieper considera que, sem uma referência obrigatória às convenções de direitos humanos, as medidas de proteção climática muitas vezes levam a violações dos direitos humanos. O especialista cita um caso na China: durante a construção de uma represa, pequenos agricultores foram "transferidos", ou seja, expulsos de suas terras. "Um exemplo clássico. Também na produção de biocombustíveis ocorrem expulsões, atualmente em grande escala na África".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONG humanitária Oxfam e os serviços de ajuda humanitária Caritas (católica) e Brot für die Welt (evangélica) também mostraram-se decepcionadas com os resultados de Durban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risco de dupla contabilização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Krug alerta para risco de dupla alocação de recursosOrganizações climáticas internacionais lembram que o "novo" fundo climático de Durban já havia sido decidido no ano passado em Cancun, mas nada aconteceu. E o acerto de que os países desenvolvidos deverão mobilizar um adicional de 100 bilhões de dólares por ano até 2020 para a proteção climática remete à conferência de Copenhague de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas ONGs temem ainda uma mera redistribuição de recursos já existentes. "É preciso observar com muito cuidado se um mesmo financiamento não será alocado duas vezes aos países em desenvolvimento", alerta Stefan Krug, especialista em financiamento climático no Greenpeace alemão. "Se o governo alemão já tem acordos com países para repassar fundos de auxílio ao desenvolvimento, então esses não podem ser contabilizados também como fundos climáticos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Greenpeace, uma possível solução seriam impostos sobre emissões dos transportes aéreo e de carga ou um imposto sobre ganhos nas Bolsas de Valores. "Muitos governos tentam fazer uma dupla contabilização. Mas os recursos devem ser novos e eles devem ser concebidos de tal maneira que possam repassar recursos aos países em desenvolvimento durante muitos anos", diz Krug.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nesse ponto as estimativas variam muito. Um imposto sobre o diesel marítimo poderia gerar sozinho um total de 40 bilhões de dólares em 2020, de acordo com uma análise do Banco Mundial citada pelo jornal berlinense taz. "Eu considero isso uma superestimação", afirma Schwarze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Greenpeace sugere imposto sobre transporte de cargaDe acordo com pesquisas recentes do Centro Helmholtz, mesmo com o elevado preço de 50 dólares por tonelada de CO2, um novo imposto sobre o transporte marítimo arrecadaria no máximo 20 bilhões de dólares por ano para o Fundo do Clima. Com os atuais baixos preços do CO2, seriam somente de 2 bilhões a 6 bilhões de dólares por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem alemã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarenta bilhões de euros poderiam sair do orçamento federal alemão – um incentivo financeiro para o caso de o Fundo do Clima ser incorporado ao Secretariado do Clima da ONU em Bonn, na Alemanha. "Quando analiso o debate dos últimos dois ou três dias, vejo que o Fundo do Clima serve principalmente para polir a imagem da Alemanha", diz Pieper, da Fian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente no próximo ano, será decidida a sede definitiva do Fundo Verde para o Clima. Além da Alemanha, Cingapura, México e Suíça também se candidataram ao posto. Por enquanto, o secretariado provisório dará início a seus trabalhos em Bonn. Como sucessor do Protocolo de Kyoto, um tratado climático vinculativo deverá ser acertado até 2015 e entrar em vigor a partir de 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Johanna Schmeller (lpf)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-530264355526694342?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/530264355526694342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=530264355526694342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/530264355526694342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/530264355526694342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/ambientalistas-veem-com-reservas-fundo.html' title='Ambientalistas veem com reservas fundo climático para os países pobres'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1907734450082865162</id><published>2011-12-17T09:26:00.000-08:00</published><updated>2011-12-17T09:33:15.421-08:00</updated><title type='text'>Causas ambientais mobilizam chineses na internet e nas ruas</title><content type='html'>A meteórica ascensão da China ao posto de segunda maior economia do mundo provocou um desastre ambiental que afeta a vida de milhões de pessoas, cada vez menos dispostas a aceitar a teoria de que é preciso crescer antes de combater a poluição. Mesmo sob o regime autoritário do Partido Comunista, a emergente classe média urbana sai às ruas e usa a internet para apresentar suas demandas ecológicas, enquanto na zona rural camponeses se manifestam contra a contaminação da água e do solo por dejetos químicos industriais.Nas cidades, são cada vez mais comuns protestos do tipo Nimby (Not in My Backyard, na sigla em inglês), nas quais os moradores tentam evitar a construção ou remover instalações com potencial impacto negativo sobre o meio ambiente. Em agosto, 12 mil pessoas ocuparam o centro de Dalian, no nordeste do país, para exigir o fechamento da petroquímica Fujian, inaugurada havia dois anos com investimento de US$ 1,5 bilhão.Protestos dessa magnitude são raros na China, onde o governo teme perder o controle da situação e se transformar em alvo do descontentamento popular. Mas o ato em Dalian não só foi tolerado como teve resposta imediata: no mesmo dia, as autoridades anunciaram que a planta será transferida para outro local.A classe média urbana teve outra vitória no mês passado, quando o governo divulgou que iniciará estudos para adotar critérios mais rigorosos de medição da poluição do ar nas cidades. A decisão respondeu a uma campanha online comandada por um dos maiores empreendedores imobiliários do país, Pan Shiyi. Dono da construtora Soho, Pan promoveu votação na versão chinesa do Twitter, onde tem 7 milhões de seguidores, e perguntou se os parâmetros oficiais deveriam mudar já neste ano. Em uma semana, 42.188 pessoas votaram, 91% das quais disseram 'sim' à imediata adoção de critérios mais rigorosos de medição da poluição do ar.'O governo quer representar a classe média e escuta suas demandas', diz o jornalista britânico Jonathan Watts, autor de Quando 1 Bilhão de Chineses Pulam, relato da catástrofe ambiental produzida pelo crescimento desenfreado na China. Para ele, não há dúvida de que as autoridades demonstram maior tolerância a movimentos organizados de caráter ambiental que em relação a temas como direitos humanos, reivindicações trabalhistas e religião. Apesar disso, há enormes restrições e inúmeros ativistas são vítimas de perseguição e violência, diz Watts. Sze Pang Cheung, diretor de campanhas do Greenpeace em Pequim, observa que as ONGs têm limites claros, que restringem a organização de movimentos nacionais. 'Se elas pudessem ligar os protestos isolados que ocorrem em diferentes partes do país, seria politicamente perigoso.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Cláudia Trevisan, estadao.com.br,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1907734450082865162?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1907734450082865162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1907734450082865162&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1907734450082865162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1907734450082865162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/causas-ambientais-mobilizam-chineses-na.html' title='Causas ambientais mobilizam chineses na internet e nas ruas'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4310701570842239912</id><published>2011-12-12T14:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T15:01:17.220-08:00</updated><title type='text'>COP17 determina estrutura do Fundo Climático Verde, mas não resolve a questão de como levantar os recursos</title><content type='html'>Os países reunidos em Durban para a Conferência das Partes das Nações Unidas (COP17) conseguiram chegar a algumas decisões sobre o Fundo Climático Verde (GCF, em inglês), que promete disponibilizar até US$ 100 bilhões ao ano em ajuda para as nações mais vulneráveis às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou definido que um conselho com 24 membros, incluindo representantes de países ricos e pobres, se reunirá periodicamente para administrar o GCF e decidir sobre projetos que poderão acessar os recursos. As duas primeiras reuniões estão marcadas para o começo de 2012 na Suíça e na Coreia do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi descrito que o GCF terá duas modalidades principais de financiamento: adaptação e mitigação. Outras atividades, como capacitação de grupos da sociedade civil e transferência de tecnologia também poderão ser contempladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão dos recursos acabou ficando com o Banco Mundial e com a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Assim, foram atendidas as duas propostas mais fortes sugeridas na COP17. A dos Estados Unidos, que pedia a gestão do Banco Mundial, e a dos países emergentes, que queriam que a ONU ficasse responsável pelo dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o problema de levantar os recursos continua existindo. Apenas dois países aproveitaram a COP17 para prometer a liberação de dinheiro: a Alemanha, com US$ 53,5 milhões, e a Dinamarca, com US$ 20 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No documento final da Conferência de Durban sobre o Fundo Climático Verde, apenas duas frases dizem respeito a como os recursos serão mobilizados: “O Fundo receberá recursos financeiros dos países desenvolvidos da Convenção” e “O Fundo também poderá receber recursos de outras fontes, públicas ou privadas, incluindo fontes alternativas”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONG Friends of The Earth descreveu o GCF como uma “casca vazia – uma conta bancária sem nenhum dinheiro dentro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativa privada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se falou durante a COP17 em como mobilizar o capital privado para lidar com as mudanças climáticas. Foram sugeridas ferramentas como impostos sobre emissões de gases do efeito estufa ou sobre o setor marítimo internacional. Mas nenhuma dessas ideias conseguiu o apoio necessário para figurar no texto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As próprias empresas não parecem muito interessadas em contribuir, ainda mais neste período de crise econômica mundial. Segundo dados preliminares de um levantamento da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), que entrevistou  800 executivos das maiores multinacionais do planeta, apenas 27% dos CEOs estão preocupados com as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A iniciativa privada até possui a questão de sustentabilidade em mente, mas geralmente está mais interessada na causa ambiental e de eficiência energética do que no clima”, afirmou Richard Gledhill, da divisão de sustentabilidade e mudanças climáticas da PwC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jonathan Grant, também da PwC, o resultado de Durban não contribuirá para mudar este quadro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O acordo que foi alcançado é uma vitória do processo de negociação das Nações Unidas e não da luta contra as mudanças climáticas. As empresas continuarão afastadas da causa climática esperando por ações concretas dos governos”, disse Grant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4310701570842239912?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4310701570842239912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4310701570842239912&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4310701570842239912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4310701570842239912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/cop17-determina-estrutura-do-fundo.html' title='COP17 determina estrutura do Fundo Climático Verde, mas não resolve a questão de como levantar os recursos'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4236571862364803344</id><published>2011-12-08T16:37:00.000-08:00</published><updated>2011-12-08T16:46:09.386-08:00</updated><title type='text'>Cresce apoio por acordo climático em Durban</title><content type='html'>&lt;strong&gt;DURBAN, África do Sul (Reuters)&lt;/strong&gt; - Ganhou força nesta quinta-feira, graças a uma aliança entre países pobres e ricos, uma proposta da União Europeia para que um novo tratado climático com metas obrigatórias seja definido até 2015 para entrar em prática depois de 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A UE se disse animada com os avanços registrados durante a Conferência Climática da ONU na cidade sul-africana de Durban, que termina na sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num sinal dessa nova abertura às negociações, o Brasil - economia emergente com participação ativa nas negociações climáticas - anunciou sua intenção de aceitar metas obrigatórias para a redução das emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acho que é possível", disse a jornalistas o negociador Luiz Alberto Figueiredo, quando questionado sobre a chance de a conferência de Durban terminar com a definição de um prazo para a definição do novo tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Somos a favor de negociar um instrumento juridicamente vinculante que abranja a fase após 2020. As partes estão se movendo para isso, é uma questão de completar as negociações. Todos os países estarão dentro, e estarão condicionados por esse novo instrumento", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela proposta da UE, o novo tratado seria definido dentro de quatro anos, para entrar em vigor em 2020. Uma parte importante do atual tratado climático, o Protocolo de Kyoto, expira no final de 2012, e até agora a renovação foi inviabilizada por divergências entre países desenvolvidos e emergentes a respeito das obrigações de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante norte-americano nas negociações, Todd Stern, disse que os EUA apoiam a proposta europeia, e o ministro canadense do Meio Ambiente, Peter Kent, anunciou que seu país selou uma parceria com pequenas nações insulares que estão ameaçadas de literalmente sumirem do mapa por causa da elevação do nível dos mares - uma das consequências mais palpáveis da mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não estamos estabelecendo uma meta rígida quanto a essa data... mas 2015 seria uma meta razoável para montarmos um novo regime de (combate à) mudança climática", disse Kent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se pudermos chegar a algo antes de 2015, seria bom; se demorar mais, tudo bem... mas não podemos deixar Durban sem um acordo firme", declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa perspectiva de acordo, deve crescer a pressão para que os dois maiores poluidores entre os países emergentes - China e Índia - participem de um futuro tratado vinculante. Pelo Protocolo de Kyoto, só países industrializados têm metas a cumprir, embora os EUA tenham se retirado do tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADESÃO DOS MENOS DESENVOLVIDOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de 48 países entre os menos desenvolvidos (sendo 5 países africanos e 43 pequenas nações insulares) também anunciou seu apoio ao cronograma europeu de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas alguns delegados alertaram que as negociações podem desandar na sexta-feira, último dia do evento, já que as datas e a forma jurídica exata do futuro tratado ainda não foram definidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma fonte da UE disse que os negociadores dos EUA continuam se opondo a metas específicas, por não terem mandato para negociarem um tratado juridicamente vinculante. A legislação ambiental é alvo de intensas disputas no Congresso dos EUA, que precisaria ratificar qualquer tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles podem concordar com um mapa que leve a lugar nenhum, mas não com um mapa que leve a um tratado juridicamente vinculante, que é o que a UE deseja", disse uma fonte europeia, pedindo anonimato e referindo-se aos negociadores norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente, os EUA diziam apoiar discussões que levassem a um acordo para a redução de emissões, mesmo que ele fosse juridicamente vinculante, mas que não se comprometeriam com datas ou resultados específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É completamente deslocado sugerir que os EUA estejam propondo adiarmos a ação para 2020", disse o norte-americano Stern a jornalistas. "A UE propôs um mapa (que leve a um futuro tratado). Nós apoiamos isso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reportagem adicional de Jon Herskovitz, Andrew Allan, Agnieszka Flak e Michael Szabo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4236571862364803344?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4236571862364803344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4236571862364803344&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4236571862364803344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4236571862364803344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/cresce-apoio-por-acordo-climatico-em.html' title='Cresce apoio por acordo climático em Durban'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4929685164616413231</id><published>2011-12-05T15:43:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T15:45:37.173-08:00</updated><title type='text'>China pode se unir a acordo climático de 2015</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Representantes afirmaram que país poderá aceitar entrar no pacto proposto pela Europa para criar um novo compromisso em 2015, mas apenas se nações desenvolvidas prometerem cumprir outros acordos já firmados&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as negociações climáticas na 17ª Conferência das Partes (COP17) continuam lentas, uma nova declaração da China pode ter acendido a chama da esperança nos que achavam que as discussões não levariam a um novo acordo. Neste domingo (04), membros da delegação chinesa sugeriram que o país poderá aderir ao novo pacto proposto pela Europa para 2015. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da declaração, o governo chinês deixou claro que o país só se unirá ao acordo climático – a ser estabelecido em 2015 e a entrar em vigor em 2020 – se alguns compromissos que já foram firmados anteriormente forem cumpridos pelas nações industrializadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acho que depois de 2020 deveríamos também negociar um documento juridicamente obrigatório. O problema agora é que temos que ver se implementamos conscienciosamente os documentos jurídicos que já firmamos. Essa é uma questão muito importante”, comentou Xie Zhenhua, vice-ministro da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os pontos que os chineses querem que sejam cumpridos estão um segundo período de compromisso sob o Protocolo de Quioto, a arrecadação de US$ 30 bilhões anuais em auxílio climático para países pobres até 2012 e de US$ 100 bilhões anuais até 2020, um quadro internacional para relatar as emissões de carbono e uma análise científica para determinar até 2015 se mais cortes nas emissões são necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não excluímos a possibilidade de um [acordo] juridicamente obrigatório. É possível para nós, mas isso depende das negociações”, lembrou Su Wei, chefe do secretariado chinês para mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns especialistas e negociadores acreditam que a declaração da China indica que o país está mais disposto a negociar seus compromissos. “A China está sinalizando que está tentando ser flexível e busca negociar construtivamente na próxima semana”, afirmou Alden Meyer, que dirige a estratégia e a política da União dos Cientistas Preocupados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Observando os comentários de Su Wei e Xie, a China parece estar mostrando abertura para considerar um processo em Durban que leve a compromissos juridicamente obrigatórios para o país após 2020”, acrescentou Meyer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros creem que esse posicionamento possa levar outros países, como os Estados Unidos, a considerarem a entrada nos pactos climáticos. “Isso aumenta a pressão sobre os EUA”, observou Kelly Dent, assessor de mudanças climáticas do Comitê de Oxford de Combate à Fome (Oxfam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Teremos que ver se eles tomarão o próximo passo para se comprometer em Durban a um encargo para negociar o novo tratado até 2015. Se o fizerem, isso tornará difícil para os EUA bloquearem um acordo só porque cada aspecto de suas condições não foi satisfeito”, concordou Jake Schmidt, diretor internacional de políticas climáticas do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, outros participantes da reunião foram mais céticos a respeito do comentário chinês. “A questão é o que eles estão preparados para firmar em Durban”, questionou um representante dos EUA que não quis se identificar. “O ministro Xie falou calorosamente sobre a necessidade de um acordo juridicamente obrigatório. Isso então significa que a China também será obrigada legalmente?”, tuitou Connie Hedegaard, comissária climática da UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, com a aproximação do fim do período de compromisso do Protocolo de Quioto, muitas nações alegam que não participarão da extensão do protocolo ou de um novo acordo a menos que países emergentes como a China, a Índia, o Brasil e a África do Sul sejam incluídos. Por sua vez, essas nações alegam que como países emergentes, sairiam prejudicadas se aderissem a um pacto, já que não são tão responsáveis pelas emissões quanto os países ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União Europeia ainda está disposta a estender o protocolo, mas não vê razão para que isso seja feito se outros países não continuarem no pacto. “Já que a UE é o único grupo que está pronto para considerar um segundo período de compromisso, estamos prontos e dispostos a nos engajarmos construtivamente com a UE”, justificou Su Wei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A China está tentando achar um meio termo, especialmente com a Europa, o que seria necessário para conciliar as prioridades chinesas para a conferência, que são um segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto e a operacionalização do Fundo Verde Climático”, completou Li Yan, ativista do Greenpeace China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COP17, que começou na segunda-feira (28/11) passada em Durban, na África do Sul, se estenderá até esta sexta-feira (09).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4929685164616413231?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4929685164616413231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4929685164616413231&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4929685164616413231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4929685164616413231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/china-pode-se-unir-acordo-climatico-de.html' title='China pode se unir a acordo climático de 2015'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1671046817684812262</id><published>2011-12-01T18:00:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T18:03:38.652-08:00</updated><title type='text'>Sinais positivos muito discretos na COP17</title><content type='html'>O primeiro dia de negociações informais deixou alguns negociadores um pouco mais animados. Parece ter havido progresso razoavelmente tangível na negociação do Fundo Verde para o Clima e do Centro e Rede de Tecnologia. Na parte política, discretíssimos sinais de alguns países-chave criaram um clima de expectativa de que pode haver algum avanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União Europeia mostrou-se animada, em sua coletiva de imprensa, com a possibilidade de se chegar a um acordo em relação ao Fundo Verde para o Clima. Apressou-se em apoiar o documento, ainda em discussão ao final do dia de hoje, dizendo que preferia aprová-lo como está, embora alguns pontos pedissem outras soluções. Mas a UE abre mão dessas correções para que o Fundo possa entrar em operação rapidamente, ainda em 2012. O que outros negociadores dizem é que a Europa precisa ter algo a apresentar a seus parceiros africanos e o que mais interessaria a eles seriam recursos financeiros e técnicos para adaptação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negociador chefe do Brasil, embaixador André Corrêa do Lago, também reconhece que há possibilidade de se ter um pacote “técnico” envolvendo financiamento e tecnologia. Ele explicou que o que está sendo conversado é a possibilidade de não reabrir o documento sobre o Fundo, como querem alguns países que têm objeções a vários pontos, mas encontrar um meio de fazer as correções que esses países consideram indispensáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabertura do documento, segundo os procedimentos usuais, implicaria em muito mais tempo e cria o risco de outras objeções apareçam, impedindo seu fechamento definitivo a tempo de ser aprovado pelo plenário. A regra que prevalece é “nada está aprovado antes que tudo esteja aprovado”, ou seja, em princípio, se um ponto é reaberto para ser rediscutido, todos os outros pontos podem ser rediscutidos. Em Copenhague, a reabertura do documento sobre REDD permitiu que tantos pontos fossem reabertos por partes que haviam ficado descontentes, mas haviam cedido à maioria, que o texto retrocedeu, em uma hora, à versão de três dias antes. Perderam-se todos os avanços obtidos em três dias de intensas negociações. Os negociadores levaram mais 24 horas para chegar à versão que havia sido reaberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa perda de esforço e tempo que se quer evitar, com a tentativa de fazer correções pontuais no texto, sem reabrí-lo, como explicou o negociador brasileiro. Não é uma operação tão fácil quanto parece, porque ela implica em elidir a regra de que “nada está aprovado antes que tudo esteja aprovado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como, aparentemente, há boa vontade, pelo que disseram hoje vários negociadores, é possível um acordo para corrigir alguns pontos sem considerá-los reabertos. É a hora em que, se todos querem, a diplomacia tem seus truques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo político, sobre o Protocolo de Quioto e um novo acordo global dentro da Convenção do Clima, os avanços são menos tangíveis e muito mais sutis. Há sinais leves inseridos em uma ou outra frase nas discussões informais, pequenas aberturas escondidas entre uma linha e outra nas declarações de determinadas partes. Como ligeiros acenos de cabeça ou de mão que indicam uma mudança discretíssima e muito pequena no lance em um disputado leilão, mas que pode fazer toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses finos fios de entendimento parecem indicar a possibilidade de um acordo para o segundo período de compromissos sob o Protocolo de Quioto, que seria subscrito pela União Europeia e, talvez, Austrália e Nova Zelândia. Para que isso aconteça Estados Unidos teria que aceitar algum tipo de acerto em relação ao novo acordo futuro. Alguns negociadores leram em leves sinais do EUA, que talvez isso seja possível. Neste caso, a China, talvez fizesse algum movimento, que assegurasse ao EUA que o BASIC eventualmente faria parte desse acordo a mais longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de uma mudança de paradigma, mas de uma ponte, autosustentável o suficiente para fazer a travessia segura até o momento em que as conjunturas domésticas e regionais permitam  progresso mais tangível na direção de um regime global para mudança climática. Um regime que feche a brecha entre o que a ciência diz ser necessário e os que os países se mostram dispostos a fazer. Esta é, na linguagem das COPs, a brecha das ambições, “ambitions gap”, em inglês. Ambições, no caso, são o quanto os países estão dispostos a fazer de redução das suas emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui em Durban, o objetivo maior é aprovar algumas medidas concretas, que permita dizer que não houve fracasso e afastar o risco de que a ausência de qualquer avanço, por menor que seja, leve ao colapso da já tênue credibilidade de toda a arquitetura de negociação de um regime global sobre mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Sérgio Abranches   -   Fonte: Ecopolítica&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1671046817684812262?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1671046817684812262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1671046817684812262&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1671046817684812262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1671046817684812262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/12/sinais-positivos-muito-discretos-na.html' title='Sinais positivos muito discretos na COP17'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7172246964671462660</id><published>2011-11-29T15:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T16:06:10.073-08:00</updated><title type='text'>Empresas fazem lobby contra negociações climáticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Novo relatório do Greenpeace mostra quais são as grandes companhias que dificultam as negociações climáticas regionais, nacionais e internacionais a fim de atender a seus interesses de mercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez você já tenha se perguntado por que as negociações climáticas costumam ser tão pouco produtivas se tantos governos e empresas mostram apoio às causas ambientais. Mas um novo documento do Greenpeace revela que por trás do discurso de sustentabilidade, muitas companhias praticam lobby para atrapalhar iniciativas que tentem mitigar os efeitos das mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório Who’s holding us back (intitulado Os responsáveis pelo atraso em português), lançado nesta quarta-feira (23), mostra quem são, o que e como fazem as grandes companhias poluidoras que exercem esse tipo de pressão a fim de favorecerem seus negócios, mesmo que isso signifique desestimular uma economia mais sustentável. Entre as corporações, estão a Shell, a BASF, a Eskom, a ArcelorMittal, a BHP Billiton, e a Koch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nesse relatório, documentamos os estratagemas do comércio que corporações poluidoras como a Eskom usam para puxar as cordas de nossos políticos e enganar o público. Expomos a rede de influência que essas companhias usam não apenas com nossos líderes, mas colocando países inteiros uns contra os outros para conter ações para o clima”, explicou Melita Steele, ativista climática do Greenpeace África. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos é da carbonífera sul-africana Eskom, que declara que “está trabalhando estreitamente com o governo para garantir que a Conferência das Partes (COP 17) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Durban no final do ano seja um sucesso” e que “eletricidade limpa é uma solução fundamental para o desafio das mudanças climáticas”, mas cujo discurso fica bem distante de suas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, a empresa é praticamente um monopólio africano, que sozinha produz cerca de 45% da energia da África e 95% da eletricidade da África do Sul, além de contribuir com quase metade (45%) das emissões sul-africanas. A firma inicialmente assumiu um compromisso de reduzir 10% de sua dependência de carvão entre 2002 e 2012, mas em vez disso, a intensidade de carvão da companhia cresceu neste período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, sendo uma corporação estatal, a Eskom tem um papel extremamente influente nas políticas e regulamentações ambientais não apenas sul-africanas, mas na esfera internacional, sendo chamada constantemente a dar suporte técnico, logístico e financeiro e a ter participação na formação de opinião parlamentar em vários subcomitês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em 2010, a Eskom contribuiu com cerca de metade das emissões de gases do efeito estufa da África do Sul, e a empresa é ainda membro do grupo de negociação do país, além de continuar a alimentar a inclinação nacional ao carvão através da construção das estações energéticas carboníferas de Medupi e Kusile”, elucidou Steele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo é da alemã BASF, uma das maiores corporações químicas do mundo. Seu diretor-executivo, Juergen Hambrecht, é reconhecidamente um cético do clima, e em 2010 a empresa se uniu a outras grandes firmas como a RWE, a E.ON, a Vattenfall e a EnBW para pressionar o governo alemão a manter a energias carbonífera e nuclear em sua futura estratégia energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tenho um problema com o termo ‘mudanças climáticas’. É carregado de medo. O clima é um sistema muito complexo, e sempre mudou. Se há uma coisa que não podemos fazer é nos permitirmos ter medo e procurarmos satisfação emocional em campanhas de curto prazo”, afirmou Hambrecht em uma entrevista em 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia também agiu fora da Alemanha, tendo doado US$ 61,5 mil a senadores norte-americanos que se opunham a políticas climáticas. Com este apoio, muitos destes senadores fazem agora parte da maioria na Câmara dos Deputados dos EUA, opondo-se sempre às políticas pró-clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os governos devem liderar o caminho rumo à transformação necessária na economia mundial, mas a força das empresas precisa ajudar isso a acontecer”. A frase de Christiana Figueres, secretária executiva da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), exemplifica bem o dilema da relação entre governos e corporações na hora de se criar e desenvolver políticas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado o apoio empresarial é fundamental para o estabelecimento de tais políticas, uma forte dependência do setor pode, por outro lado, dificultar essas iniciativas. “Nossos governos devem trabalhar e aprender com o setor empresarial, mas não evitaremos os impactos irreversíveis das mudanças climáticas a menos que eles escutem e ajam em favor de seus cidadãos. Durante as negociações climáticas da ONU em Durban, incitamos os governos a ouvir as pessoas, não as corporações poluidoras”, enfatizou Steele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o documento enumera uma série de ações que governos devem executar na COP 17 juntamente com firmas que realmente busquem o desenvolvimento de uma economia verde. Entre elas, estão: reduzir as emissões globais até 2015; aproximar políticas de pareceres científicos; garantir a continuidade do Protocolo de Quioto; fornecer o financiamento climático internacional necessário; estabelecer um quadro para proteger florestas; lidar com as necessidades dos países e comunidades mais vulneráveis; assegurar uma cooperação global para finanças tecnológicas e energéticas e garantir transparência, democracia e participação íntegra no processo da UNFCCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há um grupo sério de companhias que tem uma voz que é muito mais forte, que é mais consolidada, que opera em muito mais unissonância e que ainda está preso a tecnologias e combustíveis de ontem. Então se não tivermos uma voz que seja igualmente orquestrada com argumentos que sejam ao menos igualmente convincentes, então os governos tomarão decisões muito tímidas”, afirmou Figueres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossa investigação mostra que há muitas empresas poluidoras poderosas que exercem forte influência no processo político para proteger seus interesses particulares. O Greenpeace pede aos políticos que detêm o destino de nossa economia e meio ambiente em suas mãos em Durban para escutarem as pessoas em vez das empresas que poluem, como a Shell, a Eskom e a Koch”, concluiu Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Greenpeace&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7172246964671462660?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7172246964671462660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7172246964671462660&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7172246964671462660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7172246964671462660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/empresas-fazem-lobby-contra-negociacoes.html' title='Empresas fazem lobby contra negociações climáticas'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6197450042354321264</id><published>2011-11-28T13:54:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T14:00:43.228-08:00</updated><title type='text'>Promessas de impasse marcam início da COP17 em Durban</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Conferência do Clima começa com a missão de traçar o futuro do Protocolo de Quioto e das políticas para mitigar as mudanças climáticas, mas a crise econômica e divergências entre países devem dificultar andamento das negociações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todos os estudos e apelos apresentados pela comunidade científica e pelas Nações Unidas, a 17º Conferência das Partes da ONU (COP17), que teve início nesta segunda-feira (28) na cidade sul-africana de Durban, não deverá estabelecer um novo acordo climático e dificilmente promoverá a extensão do Protocolo de Quioto, que expira em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque diante da crise econômica que assola os Estados Unidos e a União Europeia as delegações não apresentam a força política para assumir compromissos que podem ser onerosos e impopulares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comitiva norte-americana, por exemplo, já afirmou que não assinará nenhum acordo climático e que também não pretende participar de Quioto mesmo se o tratado for prolongado. A posição é justificada com o argumento de que os países emergentes, China, Índia e Brasil, são grandes emissores de gases do efeito estufa e mesmo assim não são obrigados a ter metas. Dessa forma, empresas norte-americanas perderiam competitividade diante das companhias desses países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japoneses e russos também se negam a assinar a extensão de Quioto porque alegam que sem os EUA nenhuma política climática internacional faz sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não vejo um acordo climático global antes de 2020. Acredito que o melhor caminho são medidas unilaterais sem necessidade da aprovação internacional. Cada país pode assumir compromissos maiores se fizer isso internamente”, declarou Todd Stern, chefe da delegação norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, pesquisadores afirmam que o mundo não pode contar apenas com a boa vontade de cada nação, pois o tempo para agir está acabando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou recentemente que é certo que haverá um aumento da frequência e da magnitude das temperaturas diárias extremas em todo o planeta no decorrer do século 21 e que isso provocará eventos climáticos mais intensos e frequentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos perdendo tempo que deveria ser utilizado para minimizar as consequências das mudanças climáticas. Todos esses que estão sugerindo o adiamento dos acordos sobre emissões estão na verdade expondo a sociedade a uma situação muito perigosa”, explicou Rajendra K. Pachauri, diretor do IPCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), Christiana Figueres, também reforça a necessidade dos países responderem a altura os problemas apresentados pela comunidade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nas últimas semanas diversos estudos foram apresentados mostrando como as emissões estão mais altas do que nunca e como isso afetará negativamente o futuro da humanidade. É como se os negociadores estivessem ignorando as sirenes de alerta que os cientistas estão acionando”, disse Figueres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolo de Quioto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o futuro do único acordo climático internacional que limita as emissões dos países em vigor no planeta, Figueres afirmou que todos têm plena noção da importância de Quioto e que acredita que a COP17 tem como seu principal objetivo estender o tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Espero ver esforços sérios aqui em Durban para que exista um segundo período de compromisso do Protocolo”, resumiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As esperanças de continuidade do Protocolo estão principalmente nas mãos de uma 'coalizão' formada pela União Europeia, Aliança dos Pequenos Estados Insulares (AOSIS) e os países menos desenvolvidos (LDCs). A ideia do grupo é abranger o tratado para que englobe as nações emergentes e assim facilite a aceitação pelos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a delegação chinesa não aceita essa sugestão, alegando que a responsabilidade histórica dos países ricos os obriga a terem metas de emissão e que não seria justo impor-las às nações que só agora estão saindo da pobreza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, com tantos obstáculos, o que já está sendo cogitado é que o Protocolo de Quioto continue existindo apenas como um instrumento para possibilitar a continuidade do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e de outras iniciativas de baixo carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mesmo essa versão 'light' de Quioto encontrará dificuldades para ser aceita e pode acabar apenas com as assinaturas da União Europeia, Nova Zelândia, Austrália e Suíça”, afirmou Ian Fry, chefe da delegação de Tuvalu, uma pequena nação insular que está sendo lentamente engolida pelo avanço do nível do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Financiamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro entrave para as negociações climáticas e que pode ser a primeira grande discussão em Durban é a questão da disponibilização de US$ 100 bilhões em ajuda climática prometida ainda em 2009 na COP15 em Copenhague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado Fundo Climático Verde foi aceito por todos os países, mas tirá-lo do papel está levando muito mais tempo do que se pensava e já existe troca de acusações sobre 'adiamentos propositais'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o jornal Financial Times, os Estados Unidos e a Arábia Saudita estão questionando os planos de formação do fundo e dificultando sua implementação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois países querem mais dados sobre o envolvimento da iniciativa privada e sobre quais as nações  serão obrigadas a contribuir. A Arábia Saudita está pedindo também que os produtores de petróleo recebam compensações pela queda na produção como resultado da adoção de políticas climáticas que reduzam a demanda por combustíveis fósseis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo independente formado por economistas e especialistas climáticos divulgará em Durban um relatório com sugestões de como arrecadar os US$ 100 bilhões. Porém, parece certo que a COP17 perderá dias preciosos negociando como resolver essa situação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prevendo que as conversas ficarão estagnadas por causa de tantos conflitos de interesse, as nações mais vulneráveis às mudanças climáticas estão se organizando para realizar a 'ocupação' da Conferência. As delegações desses países prometem realizar protestos nos corredores da COP17 seguindo o modelo visto em Wall Street, onde manifestantes ocupam praças para atrair a atenção para o mal da especulação financeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor:Fabiano Avila.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6197450042354321264?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6197450042354321264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6197450042354321264&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6197450042354321264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6197450042354321264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/promessas-de-impasse-marcam-inicio-da.html' title='Promessas de impasse marcam início da COP17 em Durban'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6681839203891340720</id><published>2011-11-25T18:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T18:09:51.523-08:00</updated><title type='text'>Prazo está se esgotando para acordo sobre aquecimento global</title><content type='html'>O tempo está acabando para se chegar a um acordo nas negociações climáticas globais a fim de salvar o agonizante Protocolo de Kyoto e fazer grandes reduções nas emissões de gases do efeito-estufa, os quais, segundo cientistas, estão provocando o aumento das temperaturas, fenômenos climáticos mais fortes e o declínio das safras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais partes envolvidas na discussão estão em desacordo há anos, alertas sobre desastres climáticos estão se tornando mais terríveis e diplomatas se preocupam se a anfitriã África do Sul está a altura do desafio de intermediar as duras discussões entre quase 200 países, entre 28 de novembro e 9 de dezembro, na cidade costeira de Durban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguma esperança de que um acordo possa ser alcançado sobre um fundo para financiar projetos para países em desenvolvimento mais atingidos pela mudança climática, e que economias avançadas responsáveis pela maior parte das emissões globais façam reduções maiores nas negociações conhecidas como a Conferência das Partes, ou COP 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também há uma chance de que seja selado um acordo político para manter Kyoto vivo com uma nova série de objetivos, mas apenas a União Europeia, a Nova Zelândia, Austrália, Noruega e Suíça devem assiná-lo. Qualquer compromisso depende de a China e os Estados Unidos, os maiores emissores mundiais, concordarem em unir esforços sob um acordo mais amplo até 2015, algo que ambos os países resistem fazer há anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As expectativas já estão no fundo do poço com relação a uma arquitetura internacional de mudança climática na cúpula, e não há motivo para esperar alguma melhora", disse Divya Reddy do Eurasia Group, empresa de consultoria de risco político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUA E CHINA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo de Kyoto, adotado em 1997 e que entrou em vigor em 2005, compromete a maioria dos países desenvolvidos a cumprir metas sobre as emissões de gases do efeito-estufa. As conversas na cidade sul-africana de Durban oferecem aos representantes destes países a última chance para estabelecer outra rodada de metas fixas antes que o primeiro período de compromisso termine em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais envolvidos estão brigando sobre a extensão de Kyoto. Os EUA ainda não ratificaram o acordo, a China, o maior emissor de gases do efeito estufa do mundo, não está disposta a assumir qualquer compromisso antes de Washington, e Rússia, Japão e o Canadá dizem que não vão assinar um documento sobre um segundo período de compromissos a menos que os maiores emissores o façam.   &lt;br /&gt;Países emergentes insistem que as nações ricas, que historicamente emitiram mais poluição envolvendo gases do efeito-estufa, deveriam assumir metas mais duras para garantir que farão a sua parte na luta contra a mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nações em desenvolvimento dizem que o limite das emissões de carbono prejudicaria seu crescimento e os programas para tirar milhões de pessoas da pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar as coisas, a crise financeira mundial, com a elevação da dívida na zona do euro e dos Estados Unidos, torna ainda mais difícil encontrar financiamento e fazer com que os países reduzam suas emissões de carbono, o que poderia prejudicar suas previsões de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos especialistas estão pedindo uma ação imediata. Neste mês, dois relatórios independentes da ONU disseram que os gases que provocam o efeito-estufa atingiram níveis recorde na atmosfera, e um clima mais quente deve provocar chuvas mais fortes, mais enchentes, ciclones mais poderosos e secas mais intensas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuters - Jon Herskovitz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6681839203891340720?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6681839203891340720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6681839203891340720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6681839203891340720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6681839203891340720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/prazo-esta-se-esgotando-para-acordo.html' title='Prazo está se esgotando para acordo sobre aquecimento global'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2422425141265423367</id><published>2011-11-21T15:36:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T15:38:33.893-08:00</updated><title type='text'>Investimentos em energias renováveis devem dobrar na próxima década</title><content type='html'>O valor anual da capacidade instalada de energias renováveis dobrará para US$ 395 bilhões em 2020, crescendo para US$ 460 bilhões em 2030 em comparação com US$ 195 bilhões em 2010, estima a Bloomberg New Energy Finance no Panorama Global dos Mercados de Energia Renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado, em vinte anos 15,7% da energia total gerada no mundo virá de fontes renováveis (incluindo grandes usinas hidroelétricas). No ano passado a fatia era de 12,6%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geograficamente, a Europa continuará um dos maiores mercados em termos de dinheiro gasto com projetos nos próximos três anos, mas com uma fatia descendente de investimentos devido aos problemas econômicos atuais. A partir de 2015, isto deve mudar face ao compromisso do bloco com as metas de energia renovável para 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa que a BNEF coloque a China no topo dos investimentos em 2014, com gastos estimados em mais de US$ 50 bilhões. Estados Unidos e Canadá, conjuntamente, devem alcançar os US$ 50 bilhões em investimentos em 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O panorama demonstra que a América Latina, assim como outras economias em rápido crescimento, como a Índia, terá as mais altas taxas de expansão do setor renovável, com projeções entre 10-18% ao ano na próxima década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação às tecnologias, reduções de custos incentivarão a aplicação da energia solar, sendo a segunda que mais deve crescer (a primeiro sendo a energia eólica offshore) dos atuais 51 GW para 1.137 GW em 2030, exigindo capital anual em média de US$ 130 bilhões até 2030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor eólico continuará a crescer atraindo US$ 140 bilhões em 2020 e US$ 206 bilhões anuais em 2030 (2010: $82 bilhões), especialmente pela expansão dos parques eólicos offshore tanto na Europa quanto em mercados emergentes como a América Latina, Austrália e África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BNEF aponta que o setor de biocombustíveis será renovado com a comercialização de tecnologias de segunda geração. Os investimentos devem aumentar de US$ 14 bilhões em 2010 para US$ 80 bilhões em 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os grandes ganhadores nos próximos vinte anos serão os centros de energias renováveis emergentes na América Latina, Ásia, Oriente Médio e África – em 2020 os mercados fora da União Européia, Estados Unidos, Canadá e China equivalerão a 50% dos investimentos globais anuais”, enfatizou o diretor de pesquisas em mercados de commodities da BNEF Guy Turner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Bloomberg New Energy Finance&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2422425141265423367?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2422425141265423367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2422425141265423367&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2422425141265423367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2422425141265423367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/investimentos-em-energias-renovaveis.html' title='Investimentos em energias renováveis devem dobrar na próxima década'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1490715816972334900</id><published>2011-11-18T15:19:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T15:23:08.661-08:00</updated><title type='text'>A RIO+20 depende da COP17</title><content type='html'>Será realizada no Rio de Janeiro, no início de junho de 2012, uma conferência internacional da Organização das Nações Unidas para marcar o 20º aniversário da Rio-92. Duas décadas se passaram desde a realização dessa Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que é considerada a mais importante até hoje sobre o tema e à qual compareceram mais de cem chefes de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio-92 ocorreu num momento em que o movimento ambientalista mundial estava em ascensão, o que favoreceu os resultados alcançados – os mais importantes dos quais foram a Convenção do Clima e a Convenção de Biodiversidade. Outros resultados foram a Declaração de Princípios sobre Florestas, a Declaração do Rio de Janeiro e a Agenda 21, que, apesar de meramente retóricos, fizeram avançar a agenda ambiental em muitos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Convenção do Clima foi ratificada e seguida pela adoção do Protocolo de Kyoto, em 1997, que deu “dentes à Convenção”, fixando reduções mandatórias de emissões de gases que provocam o aquecimento da Terra apenas para os países industrializados. Os Estados Unidos, contudo, não ratificaram o Protocolo de Kyoto (que só entrou em vigor em 2005), o que reduziu muito sua eficácia. A Convenção da Biodiversidade só teve o seu primeiro protocolo adotado em Nagoya, em 2010, e ainda não entrou em vigor. As perspectivas atuais, portanto, não são as melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria Organização das Nações Unidas, ao convocar a Rio+20, limitou seu escopo: ela terá apenas três dias de duração (de 4 a 6 de junho). A Conferência do Rio, em 1992, teve duração de 15 dias, o que deu tempo para ampla mobilização das organizações sociais e até para os negociadores dos países que vieram ao Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da Rio+20, haverá em Durban, na África do Sul, em dezembro, a Conferência das Partes da Convenção do Clima, quando essa discussão poderia avançar. Em preparação, houve uma reunião dos ministros do Meio Ambiente dos países do Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China) em Minas Gerais, em 26 e 27 de agosto, que se limitou a repetir velhos chavões adotados desde 1992. Ou seja: de que cabe aos países industrializados reduzir suas emissões e pagar aos países em desenvolvimento – que são isentos da obrigação de reduzir suas emissões – para que se adaptem às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que se tem, lendo o comunicado final da reunião de ministros, é que eles não se deram conta ainda de que a Conferência de Copenhague já mudou a arquitetura de implementação da Convenção do Clima e abriu caminho para o abandono de compromissos multilaterais e a adoção de metas nacionais voluntárias. Para persuadir os países industrializados a fazer mais, isto é, reforçar e estender o Protocolo de Kyoto, os países do Basic precisariam fazer mais do que fazem hoje, uma vez que suas emissões já são maiores do que as deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a China é o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo e os países não industrializados já são responsáveis por mais da metade delas. Dentro de dez anos, provavelmente, as emissões desse grupo de países atingirão 70% do total, invertendo a situação que existia 20 anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma Basic de fazê-lo é iniciar uma negociação séria com os atuais signatários do Protocolo de Kyoto, para sua inclusão na lista dos países que aceitam metas quantitativas; ou seja, adotar um processo de graduação. No Protocolo de Kyoto, China, Índia, Brasil e África do Sul são tratados exatamente como países pequenos que contribuem muito pouco para as emissões. Não é realista insistir nessa ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em particular no caso do Brasil, não é sem tempo que o Itamaraty decida como e onde quer ficar. Por um lado, o país aspira ser um dos grandes no cenário mundial e conseguir lugar de membro permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, com as responsabilidades que isso implica. Por outro, alinha-se com países que não têm realmente como enfrentar o problema das mudanças climáticas e são dependentes de doações dos países ricos para tal. Esse é, no fundo, um comportamento bipolar, que na prática só favoreceu até agora a China, que, protegida pelo Protocolo de Kyoto, se tornou o maior emissor mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem novas propostas criativas, a Conferência de Durban vai fracassar, comprometendo o sucesso da Rio+20 em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* José Goldemberg é professor da USP, ex-presidente da SBPC e ex-ministro do Meio Ambiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1490715816972334900?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1490715816972334900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1490715816972334900&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1490715816972334900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1490715816972334900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/rio20-depende-da-cop17.html' title='A RIO+20 depende da COP17'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4441074156271701330</id><published>2011-11-15T18:28:00.000-08:00</published><updated>2011-11-15T18:31:44.617-08:00</updated><title type='text'>Sociedade civil deve assumir as rédeas da Rio+20</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Se os ativistas criarem seu próprio plano de ação para salvar a Terra, os governos não vão precisar negociar regras comuns para nações e comunidades desiguais em riqueza e capacidade técnica.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos que a sociedade civil organizada lance seu próprio plano de ação na Cúpula da Terra, a Rio+20, que acontecerá em 2012 no Rio de Janeiro, a conferência será pouco mais que um luxuoso debate. Isto porque os delegados governamentais não abordarão o problema de reorientar a economia mundial, tarefa que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera essencial para enfrentar a crescente crise de sustentabilidade ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O informe, que no começo deste ano foi apresentado pelo secretário-geral, Ban Ki-moon, ao comitê organizador da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), diz que, para tornar sustentáveis os modelos de consumo e produção, as políticas públicas devem ir “muito além” de corrigir os preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Ban não disse quais medidas específicas são necessárias. De fato, em nenhuma parte da enorme quantidade de documentos que a ONU produziu desde que convocou a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, em junho de 1972, em Estocolmo, é possível encontrar uma única análise sobre esse tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agenda 21, o volumoso plano de ação adotado na Cúpula da Terra de 1992 no Rio de Janeiro, tampouco aborda o assunto, e a Comissão sobre o Desenvolvimento Sustentável, que vigiou sua implantação por duas décadas, não o considerou. O Estudo Econômico e Social Mundial que a ONU publicou este ano estima em US$ 72 trilhões o custo de fazer verde a economia mundial, sem detalhar como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas lacunas refletem uma inquestionável realidade política contemporânea: o poder das corporações, que dominam a economia verde e que estabeleceram os atuais modelos de produção e consumo com o objetivo de maximizar seus ganhos e opor-se aos acordos que tentarem restringir seus efeitos sociais e ambientais negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as décadas de 1970 e 1980, a ONU tentou sem sucesso negociar um código de conduta para as corporações transnacionais. Na década posterior, tentou um enfoque mais brando, convidando-as a se integrarem ao Pacto Mundial para o cumprimento voluntário de uma série de padrões ambientais e de direitos humanos. Menos de cinco mil das 60 mil corporações com lucros anuais superiores a US$ 1 bilhão uniram-se ao Pacto Mundial. E mesmo este minúsculo número mascara seu verdadeiro impacto, já que inclui empresas pequenas e médias, muitas de países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante este prolongado ponto morto, os problemas ambientais adquiriram proporções de catástrofe. A contaminação e a perda de habitat levam espécies à extinção a um ritmo que não se via desde o desaparecimento dos dinossauros. Na última década, condições meteorológicas extremas, que os cientistas associam com o aquecimento global, causaram desastres naturais sem precedentes em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos que se freie o aquecimento global, os cientistas projetam mudanças significativas em chuvas e secas, com importantes consequências para a produtividade agrícola. Se nada for feito para evitar o aquecimento do planeta, o mundo poderá ter uma era de guerras pela terra que destruiriam todo sinal de legalidade e ordem internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar destas perspectivas aterradoras, poucos governos estão dispostos a enfrentar os interesses corporativos. Neste cenário, a sociedade civil organizada é a que pode elaborar uma estratégia de saída segura. Conhece a natureza e o alcance dos problemas ambientais, e a internet lhe deu uma capacidade sem precedentes para criar redes mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o ativismo combinar esses elementos com a capacidade local para a ação efetiva –o mais simples seria aliar-se a pequenas e médias empresas–, poderia criar um mecanismo poderoso e flexível, capaz de traçar o mapa dos problemas ambientais, controlar seu desenvolvimento e fazer-lhes frente, promovendo ao mesmo tempo atividades econômicas amigáveis com a natureza nos âmbitos regional e local. Assim, se moveria gradualmente a economia mundial dos enormes intercâmbios internacionais, que desperdiçam gigantescas quantidades de energia e recursos naturais, para modelos de atividade regional e sub-regional muito mais eficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semelhante mudança teria impactos mínimos na criação de riqueza e postos de trabalho. De fato, como as empresas médias e pequenas são muito mais intensivas em mão de obra do que os monstros que hoje controlam a economia mundial, veríamos uma ascensão do emprego, da demanda e de um crescimento socialmente justo. Os governos não precisariam negociar regras comuns para nações e comunidades terrivelmente desiguais em riqueza e capacidade técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as decisões e as medidas ficassem completamente nas mãos de autoridades nacionais e locais, a rede mundial se converteria em um poderoso mecanismo de solidariedade internacional, transferência de tecnologia e apoio financeiro, coordenando ações onde fosse necessário e divulgando as melhores práticas. Precisamos ir à Rio+20 preparados para acordar um manifesto que recolha estes princípios e um plano de ação detalhado com o rascunho a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plano de ação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto dos objetivos e valores já expressos, os ativistas presentes na conferência Rio+20 acordam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Rede – Os ativistas criarão uma rede eletrônica mundial organizada em uma estrutura de acesso simples (local, nacional, regional, mundial) para facilitar a informação compartilhada, o debate interativo e a ação concertada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Organização – Os ativistas trabalharão com empresários que estiverem à frente de empresas pequenas e médias para criar organizações comunitárias para a ação cooperativa. Estas organizações serão as unidades básicas da rede mundial e terão dois objetivos principais: proteger o meio ambiente e acelerar o crescimento econômico nos planos local, sub-regional e regional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Inspeção e controle – A rede compartilhará os melhores conhecimentos disponíveis nas agências nacionais e internacionais, e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente desempenhará um papel de coordenação. Os ativistas iniciarão uma pesquisa ambiental mundial alimentada com contribuições comunitárias, criando um sistema de controle permanente para dar informes de situação em tempo real às autoridades nacionais, regionais e mundiais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Análise – Com base na informação coletada, um grupo especialista governamental que trabalhará com a rede criará um plano técnico de medidas preventivas e corretivas para todos os problemas ambientais mundiais. O plano será implantado mediante a ação comunitária, onde for possível, e os governos e agências internacionais darão capacidade financeira e técnica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Educação e mobilização – As organizações comunitárias e suas redes se dedicarão a educar e mobilizar apoio popular para a ação ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes passos deveriam criar um aparato mundial capaz de fiscalizar os danos causados pela ação humana e de assumir sua remedição. Esse processo deveria reorientar toda a gama de atividades econômicas para modelos amigáveis com o meio ambiente, e criar e sustentar o apoio da opinião pública para uma ação permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Bhaskar Menon*   -   Fonte: TERRAMÉRICA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4441074156271701330?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4441074156271701330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4441074156271701330&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4441074156271701330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4441074156271701330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/sociedade-civil-deve-assumir-as-redeas.html' title='Sociedade civil deve assumir as rédeas da Rio+20'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5066289721825799164</id><published>2011-11-01T18:29:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T18:33:13.380-07:00</updated><title type='text'>Brasil envia à ONU propostas para debater na Rio + 20</title><content type='html'>As propostas do governo brasileiro para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, baseiam-se em modelos de desenvolvimento global em favor da economia verde, da erradicação da pobreza e da adoção de práticas sustentáveis. O texto trata de 25 temas, como criação de programas de proteção socioambiental global, desenvolvimento sustentável, compras públicas sustentáveis, financiamento de estudos e pesquisas para o desenvolvimento sustentável e um protocolo internacional para a sustentabilidade do setor financeiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o texto foi enviado hoje (1º) ao secretariado da conferência na Organização das Nações Unidas (ONU) e fará parte do documento-base para as negociações que vão ocorrer antes da Rio+20, marcada para junho de 2012.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“O documento tem uma visão crítica sobre o desenvolvimento sustentável, mostrando onde estão os problemas e gargalos e mostra as propostas concretas em torno de temas que vão da pobreza ao desenvolvimento sustentável inclusivo, a economia verde inclusiva. É economia com inclusão social e sustentabilidade”, explicou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ela disse ainda que o Brasil vai mostrar na conferência experiências exitosas de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. “Ao propor o programa de proteção socioambeinetal global, estamos considerando experiencias brasileiras como o Bolsa Família, o Luz para Todos, que dá acesso à energia [elétrica], considerado uma das experiências mais exitosas avaliadas pelas Nações Unidas. Também estamos falando do Bolsa Verde, do Brasil sem Miséria”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outro ponto destacado pela ministra é o financiamento do desenvolvimento sustentável. “É importante que a gente possa avançar nos financiamentos para o desenvolvimento sustentável, não só no setor público, mas no privado também. Os bancos públicos e privados têm um papel estratégico no financiamento do desenvolvimento sustentável.”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ministra disse ainda que o Brasil vai propor maior participação da sociedade civil organizada na Rio+20. “O modelo sugerido pelo Brasil para a conferência vai permitir um diálogo entre a sociedade civil e o setor privado por meio de temas estratégicos como a questão da segurança energética, segurança hídrica , inovação tecnológica, ou do uso da biodiversidade.”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para a ministra, a conferência sobre desenvolvimento sustentável poderá ajudar, indiretamente, o debate relacionado às mudanças climáticas. “Na hora que o Brasil propõe discutir energia com inovação tecnológica, segurança energética com inovação tecnológica, está influenciamento novos caminhos para as discussões sobre o clima.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agencia Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5066289721825799164?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5066289721825799164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5066289721825799164&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5066289721825799164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5066289721825799164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/11/brasil-envia-onu-propostas-para-debater.html' title='Brasil envia à ONU propostas para debater na Rio + 20'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8346949261898040926</id><published>2011-10-22T15:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-22T15:58:36.742-07:00</updated><title type='text'>IV Fórum da Terra debate mudanças climáticas</title><content type='html'>Mudanças climáticas, desastres naturais, energia renovável e economia verde são alguns dos temas que serão discutidos no IV Fórum da Terra, que acontecerá  no dia 25 de outubro, no auditório da Firjan, uma iniciativa da ONG Saber Global. O tema será “Mudanças Climáticas e os Desafios do Século XXI". O evento reunirá empresários, consultores, professores, estudantes, pesquisadores, técnicos, gestores e representantes de prefeituras, ONGs e movimentos sociais. Serão 6 seções temáticas, com transmissão simultânea através das redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os objetivos do Fórum estão construir conhecimentos sobre o impacto das mudanças climáticas; discutir os efeitos das mudanças climáticas globais sobre as cidades e suas conseqüências para sustentabilidade do ecossistema; reunir atores ambientais para definir estratégias conjuntas de mitigação dos impactos das mudanças climáticas; buscar manter elevada as fontes de energia renováveis; promover a disseminação  do plano nacional sobre mudança do clima na sociedade brasileira, entre outros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um documento síntese dos debates desenvolvidos no IV Fórum da Terra, com as conclusões e recomendações sobre as principais ações a serem implementadas relativas aos impactos das mudanças climáticas nas cidades, será encaminhado aos órgãos competentes dos governos Federal, Estadual e Municipal, e ainda, às organizações que colaboraram para a realização do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O IV Fórum da Terra tem como objetivo conscientizar e mobilizar a sociedade para uma reflexão sobre os problemas decorrentes das mudanças climáticas globais, causadas pela emissão de gases geradores do efeito estufa, sobretudo o aquecimento global e a relevância da formação de uma nova cultura baseada no desenvolvimento sustentável. O Fórum é dividido em seis seções temáticas: Política climática – perspectivas para o Brasil;  Energias renováveis; Resíduos sólidos; Desastres naturais; Mercado de carbono e Economia verde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento contará com a participação do representante do Ministério das Minas e Energia, Secretário de Planejamento  e Desenvolvimento Energético - Altino Ventura Filho,   do Secretário Estadual  de Meio Ambiente Carlos Minc; do secretário Municipal de Meio Ambiente e vice-prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Carlos Alberto Muniz; do Presidente do Instituto Brasil Pnuma, Haroldo Mattos, do Secretário do Meio Ambiente de Nova Friburgo - Eduardo De Vries, do representante da COPPE ,Cordenador Executivo do IVIG, Marcos Freitas e Demostenes Barbosa da Base Energia Sustentável,de Joel Scala da FIA/USP, entre outros convidados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IVFórum será disponibilizado na internet, possibilitando, além do acompanhamento, em tempo real, a interatividade via web  em todos os painéis temáticos, nos endereços:  www.twitter.com/forumdaterra ou www.forumdaterra.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Click aqui e confira a programação completa:  www.forumdaterra.blogspot.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Conheça o site oficial do evento: www.saberglobal.com.br/forumdaterra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Acompanhe as notícias através do blog: http://www.forumdaterra.blogspot.com/ e do twitter.com/forumdaterra .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8346949261898040926?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8346949261898040926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8346949261898040926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8346949261898040926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8346949261898040926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/10/iv-forum-da-terra-debate-mudancas.html' title='&lt;strong&gt;IV Fórum da Terra debate mudanças climáticas&lt;/strong&gt;'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1017432834676120013</id><published>2011-10-15T18:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-15T18:38:35.780-07:00</updated><title type='text'>Porto na BA causará danos ao ambiente</title><content type='html'>SALVADOR - O Porto Sul, obra de infraestrutura logística a ser construída em Ilhéus, no litoral sul baiano, vai causar uma série de impactos ambientais e socioeconômicos, mesmo depois da mudança do projeto da Ponta do Tulha, área de proteção ambiental, para a Aritaguá. É o que aponta o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do projeto, apresentado ontem pelo governo da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento, elaborado pelas empresas Hydros Engenharia e Planejamento e Orienta Consultoria, Engenharia e Negócios, a pedido do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), foi concluído seis meses depois de o governo baiano promover a mudança do local do projeto, por pressão de entidades de defesa do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os impactos ambientais listados estão 29 negativos ao ambiente físico da região, 36 ao bioma e 19 ao ambiente socioeconômico da área. Entre os impactos negativos que mais chamam a atenção no projeto, que prevê a interligação entre a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) a rodovias e a um aeroporto internacional, estão a necessidade de reassentamento de comunidades da região (cerca de 4 mil pessoas, a maioria formada por pequenos agricultores), a previsão de morte de peixes e a possibilidade de colisões de navios com mamíferos marinhos, muito frequentes na área, além de alterações na movimentação de leitos de rios e de sedimentos costeiros - o que pode alterar a configuração das praias e manguezais da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os impactos socioeconômicos, o relatório cita 12 positivos, como a criação de empregos - 2 mil postos de trabalho diretos, durante a construção da obra, além de cerca de 6 mil indiretos - e a possibilidade de transformar a região em polo logístico nacional, aumentando a arrecadação de impostos do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'O relatório mostra o que temos dito, que o projeto tem muito mais impactos negativos do que positivos, e impressiona a desproporção entre os dois lados', diz o presidente ONG Floresta Viva, Rui Barbosa Rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o governo, porém, a maioria dos impactos negativos pode ser atenuada por meio de ações compensatórias, e os custos ambientais e sociais do projeto, orçado em R$ 2,4 bilhões, são justificados pelos benefícios. A administração pública espera dar início às obras em 2012. Nos dias 27 e 28, entidades contrárias à construção do terminal preparam uma série de ações, com a participação de integrantes de comunidades diretamente atingidas pelo projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estadão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1017432834676120013?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1017432834676120013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1017432834676120013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1017432834676120013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1017432834676120013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/10/porto-na-ba-causara-danos-ao-ambiente.html' title='Porto na BA causará danos ao ambiente'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4689127767329381655</id><published>2011-10-12T09:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-12T10:54:09.128-07:00</updated><title type='text'>IV Fórum da Terra - "Mudanças Climáticas, o Desafio do Século 21" - OBJETIVOS</title><content type='html'>1. Delimitar estratégias e ações que possam contribuir para a redução gradual dos impactos ambientais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Construir conhecimentos sobre o impacto das mudanças climáticas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Divulgar e discutir práticas nacionais de atendimento e prevenção de desastres naturais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Discutir os efeitos das mudanças climáticas globais sobre as cidades e suas consequencias para a sustentabilidade do ecossistema;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Debater e refletir sobre a importância da cobertura florestal frente às mudanças globais do clima;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Reunir atores sociais para definir estratégias conjuntas de mitigação dos impactos das mudanças climáticas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Divulgar e discutir a destinação e as formas de aproveitamento do resíduo sólido gerado pelas instituições privadas e pelos serviços públicos de manejo de resíduos sólidos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Divulgar os principais conceitos relacionados ao tema, informações e debates sobre políticas públicas, mecanismos de mercado e inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Buscar manter elevada a participação das fontes alternativas e renováveis na matriz energética;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Promover a disseminação do plano nacional sobre mudança do clima na sociedade brasileira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;acesse - &lt;a href="http://saberglobal.com.br/IVforumdaterra"&gt;http://saberglobal.com.br/IVforumdaterra&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4689127767329381655?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4689127767329381655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4689127767329381655&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4689127767329381655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4689127767329381655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/10/iv-forum-da-terra-mudancas-climaticas-o.html' title='IV Fórum da Terra - &quot;Mudanças Climáticas, o Desafio do Século 21&quot; - OBJETIVOS'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7021010111067411235</id><published>2011-10-08T06:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-08T07:02:41.772-07:00</updated><title type='text'>Países temem pela "morte"  do Protocolo de Kyoto na COP17</title><content type='html'>Diplomatas e ambientalistas que participaram até esta sexta-feira (7) de uma nova rodada de negociações do clima na cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), no Panamá, temem pela “morte” do Protocolo de Kyoto, acordo global que reúne os principais países emissões de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes de 200 países finalizaram a discussão de ideias com a esperança de encontrar um possível acordo nas conversações na Conferência das Partes (COP 17) que acontecerá entre novembro e dezembro em Durban, na África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não existiram sinais de uma solução para uma questão urgente: o que fazer depois de 2012, quando expira o prazo de validade de Kyoto e os compromissos das nações ricas para reduzir as emissões de carbono que, segundo cientistas, traz graves consequências à saúde do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que podemos perceber é a existência de diferenças que não são conciliadas e a pergunta é se já há alguma maneira de avançar ou ao menos permitir a manutenção das negociações”, disse Alden Meyer, da organização União de Cientistas Preocupados (UCS, na sigla em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União Europeia é o principal defensor do protocolo em vigência e está disposta se comprometer a novas obrigações quando este acordo acabar. Entretanto, Canadá, Japão, Rússia, além dos Estados Unidos (que não compõe o Protocolo de Kyoto), insistem que qualquer nova ação deve incluir todas as grandes economias, o que inclui a China, um dos principais emissores mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais emissores agregados em novo acordo – Para o negociador japonês Akira Yamada, o país reduziria menos de um terço das emissões globais se somente as nações incorporadas ao protocolo atual se comprometessem a uma nova rodada. “Esta é a razão pela qual o Japão não adere ao segundo período de compromisso”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economias emergentes como a China se mantêm firmes na posição de que suas ações devem ser voluntárias, dizendo que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade histórica na mudança do clima e os pressiona para que ajudem os países mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, na cúpula de Copenhague, na Dinamarca, foi criado o Fundo Verde, que disponibilizaria US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020 às nações que mais afetadas pela mudança do clima, como os países insulares e estados da África. Entretanto, ainda não ficou definida a entidade que administrará o montante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colin Beck, negociador das Ilhas Salomão, lembrou que US$ 150 bilhões foram fornecidos pela a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) à Grécia, que sofre grave crise financeira. Para ele, estão gastando mais dinheiro com um único país do que com a saúde a longo prazo de todo planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo prazo limite – Para a organização Climate Action Tracker, os compromissos para reduzir as emissões estão muito distantes do que o necessário para alcançar o objetivo de manter o aquecimento global a dois graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na intenção de encontrar um caminho após Durban, Austrália e Noruega fizeram a proposta de estabelecer o ano de 2015 para a criação de um acordo legalmente vinculante que agregaria todas as nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns países se mostraram interessados, mas Beck duvida que isto funcione. Segundo ele, na conferência climática de Bali, em 2007, foi estabelecido prazo de dois anos e a resolução de um novo acordo em Copenhague. “Devemos aprender com a história. Se vão colocar uma nova data para 2015, na realidade somente estarão esticando o acordo, quando há necessidade de se atuar”, explica o negociador das Ilhas Salomão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ambientebrasil&lt;br /&gt;http://saberglobal.com.br/IVforumdterra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7021010111067411235?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7021010111067411235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7021010111067411235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7021010111067411235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7021010111067411235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/10/paises-teme-mortede-kyoto-do-protocolo.html' title='Países temem pela &quot;morte&quot;  do Protocolo de Kyoto na COP17'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7592557536705200734</id><published>2011-10-03T18:58:00.000-07:00</published><updated>2011-10-03T19:03:06.973-07:00</updated><title type='text'>SEP levantará lixo produzido nos portos e definir ações de mitigação</title><content type='html'>Secretaria de Portos da Presidência da República investirá, nos próximos três anos, R$ 125 milhões no Programa de Conformidade do Gerenciamento de Resíduos e Efluentes, que levantará quais os resíduos e efluentes de 22 terminais portuários brasileiros e ações de mitigação desse lixo. O estudo será feito em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mais 11 universidades do País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da Agência Brasil, a SEP não descarta a ideia de reduzir as taxas para navios que prefiram deixar o lixo no porto, em vez de despejá-lo no mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor de Revitalização e Modernização da secretaria, Antônio Maurício Ferreira, destaca que os portos produzem resíduos variados, e boa parte deles se refere a restos de grãos, de carvão e de minério, além do lixo das embarcações e esgoto. Mal acondicionados, esses materiais atraem animais que transmitem doenças como pombos, ratos e até mesmo o mosquito da dengue, fauna que também será pesquisada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Marcos Freitas, professor da UFRJ e responsável pelo levantamento, é preciso dar soluções sustentáveis para o lixo e combater os insetos, além de analisar o impacto dos portos nas cidades. O programa pretende ainda identificar nos terminais possibilidades de reutilização dos resíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2012, também serão avaliadas soluções de gerenciamento e legislação com base em experiências internacionais. Na Bélgica, por exemplo, no Porto da Antuérpia, navios que deixam o lixo em terra recebem descontos na taxa de ancoragem. “Com a oportunidade financeira, [os navios] serão motivados a depositar [o lixo] para tratamento”, disse o diretor da SEP, Antônio Maurício Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, explica o professor da UFRJ, também ajudará a apontar problemas nas embarcações e impedir a entrada de vírus e espécies invasoras no país. Marcos Freitas lembra que o mexilhão dourado, molusco trazido na  água de lastros de navios da Ásia, provocou desequilíbrio ecológico e até problemas nas turbinas da Usina Hidrelétrica de Itaipu, no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PortoGente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7592557536705200734?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7592557536705200734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7592557536705200734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7592557536705200734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7592557536705200734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/10/sep-levantara-lixo-produzido-nos-portos.html' title='SEP levantará lixo produzido nos portos e definir ações de mitigação'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2782128366440954631</id><published>2011-08-12T19:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-24T06:04:07.527-07:00</updated><title type='text'>IV FÓRUM DA TERRA - "MUDANÇAS CLIMÁTICAS, O DESAFIO DO SÉCULO 21"</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Apresentação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está presenciando mudanças drásticas nos padrões climáticos, com reflexões nos ecossistemas ribeirinhos, áreas agrícolas, hidrelétricas e áreas de grande densidade populacional, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, ainda no bojo dos impactos das mudanças globais do clima, milhões de pessoas são atingidas pelas enchentes, secas, deslizamentos e ciclones tropicais, causando terríveis perdas de vidas e impactos ambientais, sociais e economicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito nacional, políticas públicas vem sendo formuladas, com destaque ao Plano Nacional de Mudanças do Clima, com vistas a necessidade de antecipar os impactos de mudança do clima, e delineamento de medida que possa minorar as consequencias sobre o cidadão comum .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua Quarta edição, o FÓRUM DA TERRA apresenta a temática - "MUDANÇAS CLIMÁTICAS, O DESAFIO DO SÉCULO 21", que visa ao debate e reflexões, na busca de soluções tecnológicas e sócio-ambientais , que contribuam com as estratégias e ações de redução gradual dos impactos das mudanças globais do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IV FÓRUM DA TERRA é um evento nacional, concebido e realizado pela SABER GLOBAL , com a participação de eminentes palestrantes e especialistas no domínio das alterações climáticas, dos diversos ramos da ciência e dos setores da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;acesse - &lt;a href="http://saberglobal.com.br/IVforumdaterra"&gt;http://saberglobal.com.br/IVforumdaterra&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2782128366440954631?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2782128366440954631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2782128366440954631&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2782128366440954631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2782128366440954631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/08/iv-forum-da-terra-apresentacao.html' title='IV FÓRUM DA TERRA - &quot;MUDANÇAS CLIMÁTICAS, O DESAFIO DO SÉCULO 21&quot;'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5498122498597603552</id><published>2011-08-02T12:33:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T12:42:57.809-07:00</updated><title type='text'>Brasil e China desenvolvem cooperação em renováveis</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Parceria entre a Coppe e a Universidade de Tsinghua busca formular estratégias e ações para subsidiar decisões dos dois governos nas áreas de energia e deve contribuir para a redução das emissões de gases do efeito estufa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cooperação firmada entre o Brasil e a China, por meio do Centro China-Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia, poderá resultar em benefícios para o Brasil especialmente na área de energias renováveis, disse o diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), Segen Estefen. Ele participou de seminário realizado hoje (27) pelo Centro China-Brasil, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro China-Brasil é fruto de parceria entre a Coppe e a Universidade de Tsinghua, principal universidade chinesa na área de engenharia. O centro tem por objetivo formular estratégias e ações para subsidiar decisões dos dois governos nas áreas de energia e de meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segen Estefen declarou que o Brasil e a China têm características comuns em termos de discussões sobre as emissões de gases poluentes, o que abre um espaço de convergência na atuação dos dois países, “o que é positivo para o Brasil”. Ele destacou que em relação às tecnologias renováveis, sobretudo, em que a China vem exercendo preponderância nos últimos anos, em função do baixo custo de produção, são grandes as oportunidades de transferência de tecnologia para o Brasil, principalmente em torres dos aerogeradores, na parte de energia eólica (dos ventos), e também nos painéis solares, com destaque para o fotovoltaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nesse contexto, a Coppe busca uma parceria, na qual nós poderíamos contribuir no avanço dessas tecnologias mas, ao mesmo tempo, trabalhar as tecnologias para a realidade brasileira, para que elas sejam mais eficientes para as condições do Brasil”. A Coppe deve assinar nos próximos dias um acordo com uma grande empresa chinesa fabricante de aerogeradores, “dentro da possibilidade de o Brasil tropicalizar esses equipamentos”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro projeto em andamento, que prevê a permanência de dois pesquisadores da Coppe na China pelo período de 60 dias, trata da produção de biocombustíveis, com ênfase no biodiesel. “Nós usaríamos palma para a fabricação de biodiesel, que é uma tecnologia que os chineses desenvolveram com a Dinamarca e nós queremos também adequar para a realidade brasileira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Segen Estefen, a ideia é trabalhar com os chineses naquilo em que eles estão desenvolvidos, mas sempre voltado para a aplicação no Brasil. Avaliou que o país deve aproveitar a dinâmica de crescimento econômico da China “e tentar tirar algum benefício, e não confrontar a capacidade deles de produção”. Segundo o diretor da Coppe, dificilmente, o Brasil poderá concorrer com os chineses em termos de produção. “Mas podemos contribuir para o aprimoramento da tecnologia e dividir com eles a propriedade de alguns desenvolvimentos tecnológicos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cooperação bilateral entre a Coppe e a Universidade de Tsinghua poderá resultar, na prática, em transferência de tecnologia brasileira para a China e chinesa para o Brasil. “Um dos objetivos é esse. Mas não só transferir. É nós acharmos alguns pontos de convergência onde a experiência nossa possa se agregar à experiência deles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos chineses estarem mais avançados em tecnologia para energia solar e eólica, o país asiático poderá se beneficiar da tecnologia da Coppe, que desenvolve um trabalho de geração de energia a partir de ondas e marés. Estefen disse que os chineses reconhecem também a supremacia brasileira na tecnologia para produção de petróleo em águas profundas. Estudantes chineses estão trabalhando com pesquisadores na Coppe nessa área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que nós queremos é que esse centro em Tsinghua seja aglutinador de iniciativas que nós tenhamos com outras universidades da China”. Estefen assegurou que o Brasil não pode ficar alheio ao que ocorre na China. “A China hoje é um vetor muito importante na ordem mundial. E quem não estiver de certa forma interagindo com a China, tende a ficar alienado desse movimento mundial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intensidade de Carbono&lt;br /&gt;Xie Zhenhua, vice-ministro da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC), afirmou nesta quarta-feira (27) que o intercâmbio de conhecimento e tecnologia entre os países é indispensável não apenas para os objetivos chineses, mas também para o combate às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estratégias de cooperação, como esta firmada com o Brasil, devem ajudar a China a alcançar sua meta de redução intensidade de carbono em 17% até 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xie Zhenhua declarou que os detalhes do plano para conseguir cortar a quantidade de carbono por unidade do PIB serão apresentados em breve, mas assegurou que o país está cumprindo o que era esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o rascunho do plano apresentado em janeiro, os diversos setores da economia terão que respeitar metas obrigatórias de consumo de energia e água. Além disso, 2255 companhias deverão fechar suas unidades menos eficientes para contribuir. A siderurgia será a área mais afetada pela ordem, com uma possível queda na produção de 59 milhões de toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China prometeu ainda aumentar a porcentagem das energias renováveis em sua matriz para 15% até 2020. Entretanto, o país segue extremamente dependente do carvão e é o maior consumidor do recurso no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, existe a aposta em tecnologias com a captura e armazenamento de carbono (CCS). Diversos grupos internacionais estão acreditando que a China será o líder dessa metodologia em breve. Porém, segundo Su Wei, diretor geral do Departamento de Mudanças Climáticas do NDRC, o CCS é visto apenas como uma ferramenta de transição, a ser utilizada principalmente entre 2020 e 2030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo final chinês é reduzir em 45% a intensidade de carbono até o fim da década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Alana Gandra - Fonte: Agência Brasil/Instituto CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5498122498597603552?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5498122498597603552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5498122498597603552&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5498122498597603552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5498122498597603552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/08/brasil-e-china-desenvolvem-cooperacao.html' title='Brasil e China desenvolvem cooperação em renováveis'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4535990514854302847</id><published>2011-07-30T18:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-30T19:20:59.648-07:00</updated><title type='text'>A Energia Sustentável em números</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eólica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A energia eólica atraiu maior investimento em 2007 do que qualquer outra tecnologia de combustível não-fóssil, incluindo grandes hidrelétricas e energia nuclear. Na Europa e nos EUA, as adições em capacidade eólica em 2007 contabilizaram 40% e 30%, respectivamente, da nova capacidade energética geral.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Etanol&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com os custos de matérias-primas industriais em alta e preços do etanol em queda (o produzido nos EUA a partir do milho), o capital de risco e o investimento de capital privado em biocombustíveis caíram quase um terço em 2007, para $2,1 bilhões. Entretanto, o investimento em biocombustíveis não se esgotou totalmente, aumentando no Brasil, Índia e China.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Essa mudança de investimento se deu porque o mercado mundial está avaliando que o etanol americano, produzido a partir do milho, perderá competitividade. Isso por conta do cenário de inflação em função dos preços dos alimentos (ao contrário da cana-de-açúcar, o milho é fonte de alimento). Além disso, os custos de produção do etanol de milho são altos e a produção norte-americana só é lucrativa para os produtores porque eles recebem robustos subsídios governamentais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Já o Brasil é visto como grande potencial para atender a parte da demanda global por etanol, graças à quantidade de terra disponível para produção e pelo desenvolvimento de tecnologias. Assim, os investidores estão mais atraídos pela cana-de-açúcar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;China e Índia se preparam para uma inevitável transição de sua matriz energética, uma vez que estão crescendo muito rapidamente e em breve deverão ter de assumir metas de redução de emissões de GEE.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="andi_intertitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Solar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A energia solar aumentou sua fatia em quase todas as categorias de investimentos. Destaque para as companhias de energia solar chinesas que, em 2007, cresceram o equivalente a $2,5 bilhões nos mercados de capitais dos Estados Unidos e Europa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="andi_intertitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Eficiência energética&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os investimentos em tecnologia para a eficiência energética atingiram um recorde de $1,8 bilhão, um aumento de 78% desde 2006. A América do Norte atraiu a maioria dos investimentos em eficiência energética em 2007, seguida pela Europa (apesar da legislação norte-americana que trata de energia estar aquém da européia).&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mudanças Climáticas&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4535990514854302847?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4535990514854302847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4535990514854302847&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4535990514854302847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4535990514854302847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/energia-sustentavel-em-numeros.html' title='A Energia Sustentável em números'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6463975890826795732</id><published>2011-07-25T18:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T18:35:22.724-07:00</updated><title type='text'>Desaguamento’ de lodos</title><content type='html'>O tratamento das águas residuárias, sejam de origem doméstica ou sejam de origem industrial, sempre produz resíduos sólidos que se denominam “lodos’. Estes lodos devem sofrer processos de “desaguamento” ou retirada do excesso de água para serem destinados para aterros de resíduos de classe I ou classe IIA, dependendo do tipo de origem do lodo e do tipo de tratamento que sofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desaguamento posterior dos lodos geralmente é necessário, sendo executado após o adensamento, sendo realizado de forma mais comum usando um dos seguintes métodos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)Leitos de Secagem: são muito utilizados em pequenas e médias instalações industriais, por seu baixo custo, e para efeitos de compreensão, poderia ser comparado com uma cancha de bocha coberta, onde se colocam os lodos das estações de tratamento, para reduzir sua quantidade de água por evapotranspiração. A cobertura obviamente visa impedir que as águas pluviais aumentem o tempo de secagem. É aconselhável no fundo a presença de uma camada drenante de areia e brita, que acelera os processos de secagem e desidratação do material que posteriormente será destinado a um aterro sanitário adequado e compatível com a natureza do resíduo existente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)Filtros-prensa: denominados “Belt-Press”, com vários modelos (esteiras ou placas), são equipamentos mecanizados que prensam os lodos, acelerando os processos de perda de água e devendo ser fabricados e dimensionados de acordo com as características dos lodos a serem tratados, para sua maior e melhor eficiência; são muito frequentemente utilizados em instalações industriais de qualquer porte;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3)Lagoas de Lodo: são tanques destinados a receber lodo para posterior desidratação, tem baixo custo, sendo preferidos em relação aos processos anteriores, desde que haja espaço para sua instalação. Geralmente são construídos em duas células, para melhor operação do sistema, enquanto numa é retirado lodo já seco a outra recebe efluentes em sistema alternado. Tem o inconveniente da exalação de odores e a proliferação de mosquitos, o que dificulta sua adoção próximo a sítios urbanizados ou com vizinhança, com o dimensionamento em função do volume de tempo de operação, geralmente de 1 a 2 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4)“Landfarming”: que literalmente quer dizer “terra de fazenda” e que consiste em dispoção dos lodos ou tortas em horizontes superiores de solos, geralmente denominado por agrônomos e especialistas em solo de horizonte “A” ou camada superficial. Os lodos deverão ser incorporados aos solos, desde que estejam asseguradas condições não ocorrerem contaminações aos lençóis freáticos ou subterrâneos. Estes métodos de incorporação natural são cada vez mais utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processos com tratamentos químicos específicos já foram desenvolvidos para recuperação de Cromo em efluentes de curtumes, oxidação de sulfetos, oxidação de cianetos, redução do cromo hexavalente, neutralização de efluentes ácidos ou alcalinos e remoção de metais pesados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lodos sempre constituem a parte sólida que resulta dos processos de tratamento físico-químico ou até mesmo biológico das águas e devem ser destinados de forma adequada para aterros sanitários ou processos de incorporação aos solos sempre que forem garantidas as condições de não gerar contaminações em água superficiais, subterrâneas ou nos próprios solos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Roberto Naime&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6463975890826795732?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6463975890826795732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6463975890826795732&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6463975890826795732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6463975890826795732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/desaguamento-de-lodos.html' title='Desaguamento’ de lodos'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2510590154281459705</id><published>2011-07-24T11:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T11:58:30.206-07:00</updated><title type='text'>ONU debate se mudança climática é questão de segurança</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Países de dentro e de fora do Conselho de Segurança dividem posições sobre quais órgãos da ONU devem lidar com fenômeno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois das mudanças climáticas dividirem opiniões sobre a sua existência ou não, as alterações do clima se tornaram motivo de nova discórdia. Na quarta-feira (20), o Conselho de Segurança da ONU discutiu se as mudanças climáticas devem ser consideradas uma questão de segurança internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado, países como os Estados Unidos e o Reino Unido, amparados pela posição de algumas nações pobres, as que mais sofrem com as conseqüências das alterações climáticas, defendiam que o fenômeno deveria passar a ser pauta do Conselho de Segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Susan Rice, embaixadora dos EUA, o Conselho de Segurança “tem uma responsabilidade essencial de lidar com a as implicações claras de paz e segurança das mudanças climáticas”, e deve “começar agora”. Rice atacou os outros membros do conselho por não quererem lidar com o problema. “Isso é mais do que decepcionante. Isso é patético. É de curta visão, e é francamente um abandono de dever”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As mudanças climáticas são multiplicadoras de ameaças. Elas tornarão estados instáveis mais instáveis, nações pobres mais pobres, a desigualdade mais nítida, e os conflitos mais prováveis. E as áreas de maior risco geopolítico são também as de risco de mudanças climáticas”, declarou Chris Huhne, secretário climático do Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcus Stephen, presidente de Nauru, menor país insular do mundo, questionou se as opiniões, no encontro, não seriam diferentes se mais nações estivessem sendo afetadas pelas alterações climáticas. “E se a poluição vinda de nossas nações insulares estivesse ameaçando a existência dos maiores emissores? Qual seria a natureza do debate de hoje sob essas circunstâncias?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, China e Rússia se apoiavam na opinião de países de fora do conselho, como a Argentina, o Brasil e a Índia, que não aprovam que os impactos ambientais devam ser vistos como assunto de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As mudanças climáticas podem afetar a segurança, mas isso é fundamentalmente uma questão de desenvolvimento sustentável. O Conselho de Segurança não tem perícia em mudanças climáticas e não tem os meios e recursos necessários”, justificou Wang Min, enviado da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acreditamos que envolver o conselho de segurança em uma análise regular dos problemas das mudanças climáticas não acrescentará qualquer valor e irá apenas levar a um aumento maior da politização do problema e das discordâncias entre países”, afirmou Alexander Pankin, representante da Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a declaração do embaixador da Argentina Jorge Argüello sobre a reunião foi mais enfática: “Alguém pode propor seriamente que o Conselho de Segurança seja a melhor ferramenta que as Nações Unidas podem empregar para lidar com a perda da agricultura devido à desertificação ou a salinização dos solos? Ou ainda pior, que um fenômeno social como a migração precisa ser atendido com uma resposta militarizada?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os grupos relevantes no campo do desenvolvimento sustentável são a Assembleia Geral, o Conselho Econômico e Social e seus grupos subsidiários relevantes, incluindo a Comissão de Desenvolvimento Sustentável e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)”, continuou Argüello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante argentino disse ainda que “a invasão cada vez maior do Conselho de Segurança nos papeis e responsabilidades de outros órgãos diretores das Nações Unidas representa uma distorção dos princípios e propostas da carta, infringe a autoridade deles e compromete os membros das Nações Unidas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Rejeitamos fortemente a consideração dos direitos humanos e questões de desenvolvimento como a migração, o refúgio, a segurança alimentar e a erradicação da pobreza como ‘preocupações de segurança’. Nada pode ser ganho dessa abordagem limitada, e muitos problemas surgem”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo após tanta discussão, os membros do Conselho de Segurança conseguiram chegar a um primeiro acordo. Depois do debate, foi decidido que Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, deve incorporar projeções sobre as mudanças climáticas em seu relatório global sobre problemas locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os países membros concordaram em desenvolver um texto que discorresse sobre as “possíveis implicações de segurança” das mudanças climáticas, dizendo que havia “preocupações sobre possíveis efeitos adversos que as mudanças climáticas podem, a longo prazo, agravar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate se tornou mais intenso depois que as mudanças climáticas passaram a gerar conseqüências não apenas imediatas, como o aumento do nível do mar e as secas, mas impactos secundários, como a alteração na produção de alimentos, a migração de habitantes e conflitos territoriais, como ocorre em &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias2/noticia=728049" target="_blank"&gt;ilhas do Oceano Pacífico&lt;/a&gt; e em países da &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias2/noticia=728057" target="_blank"&gt;África&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da discordância sobre os órgãos que devem lidar com as alterações climáticas, os representantes do Conselho de Segurança garantiram que o fato de se ter chegado a um acordo, mesmo que pequeno, foi um avanço em relação à última discussão do conselho sobre o assunto, em 2007. “Hoje foi um bom dia para a segurança climática”, exaltou Peter Wittig, embaixador alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto Carbono Brasil/Agências Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2510590154281459705?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2510590154281459705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2510590154281459705&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2510590154281459705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2510590154281459705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/onu-debate-se-mudanca-climatica-e.html' title='ONU debate se mudança climática é questão de segurança'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2209812475338835869</id><published>2011-07-18T19:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T19:48:27.925-07:00</updated><title type='text'>Empregos verdes aumentam</title><content type='html'>Engenheiro de energia, biotecnólogo, marketeer ambiental, advogado do ambiente, consultor de mercado de carbono. O mercado do ambiente tem criado, ao longo dos tempos, um leque variado de profissões e de postos de trabalho. Nos próximos anos, este mercado, impulsionado pela temática das &lt;a title="alterações climáticas" href="http://www.portal-energia.com/alteracoes-climaticas/"&gt;alterações climáticas&lt;/a&gt; e das &lt;a title="energias renováveis" href="http://www.portal-energia.com/category/energias/"&gt;energias renováveis&lt;/a&gt;, deverá ser ainda mais representativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente são já 3,4 milhões os postos de trabalho a nível mundial relacionados com as energias renováveis, os transportes sustentáveis, bens e serviços energeticamente eficientes, e o emprego com baixas emissões de carbono, indica um relatório recente da WWF. A associação dá conta de que os empregos gerados em sectores mais amigos do ambiente estão já a ultrapassar os das indústrias poluentes tradicionais, cerca de 2,8 milhões, ligados à exploração de minério, electricidade, gás, cimento, ferro e aço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo «prova que as políticas e tecnologias amigas do ambiente são uma contribuição positiva para a economia», destaca o responsável da WWF pelas políticas climáticas e energéticas europeias, Jason Anderson. E acrescenta: «Se os políticos continuarem a apoiar indústrias poluentes, a Europa terá de enfrentar custos elevados dessa decisão no futuro, tanto em termos económicos como ao nível dos impactes no meio ambiente.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia, água e resíduos são áreas que, futuramente, conhecerão um novo fôlego nos próximos anos em todo o mundo, e Portugal não é excepção. As tecnologias limpas e de &lt;a title="eficiência energética" href="http://www.portal-energia.com/category/producaoeficiencia/eficienciaenergetica/"&gt;eficiência energética&lt;/a&gt; granjeiam os principais investimentos. Só no campo da energia deverão ser investidos 18 300 milhões de euros até 2014, uma quantia absorvida em 50 por cento pelas renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren) apontam para a disponibilização de mais de 6 mil milhões de euros de investimento privado nas energias renováveis até 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 milhões de empregos até 2030&lt;br /&gt;Um outro relatório, intitulado “Empregos Verdes: Rumo ao Trabalho Decente num Mundo Sustentável e com Baixo Carbono”, que foi lançado no ano passado pelo programa ambiental da Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Internacional do Trabalho, dá conta de que mais de 20 milhões de pessoas deverão trabalhar com empregos verdes até 2030.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só na área da indústria e agricultura ligadas aos &lt;a title="biocombustíveis" href="http://www.portal-energia.com/category/novas-tecnologias/biocombustiveis/"&gt;biocombustíveis&lt;/a&gt; espera-se a criação de cerca de 12 milhões de novos empregos em duas décadas. Entre 2 e 3,5 milhões de outros empregos poderão ser gerados no sector de eficiência energética em edifícios, na Europa e nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria de painéis solares, englobando a fabricação, instalação e manutenção de painéis, geraria outros 6,3 milhões de empregos no mesmo período, enquanto que a indústria eólica somaria mais 2,1 milhões de empregos. A Alemanha tem sido um dos exemplos na área das renováveis. Em 2007, o sector contou contou com um rendimento total de quase 25 mil milhões de euros e proporcionou cerca de 250 mil postos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Afonso Lobato Faria, director de Desenvolvimento Sustentável do Instituto de Soldadura e Qualidade, a hídrica, a eólica e o solar térmico estarão na base dos grandes negócios do futuro. O especialista admite que o sector da energia é mesmo o que apresenta «o maior potencial de crescimento» nos próximos anos, com reflexos positivos na criação de empregos ligados à indústria que sustenta o sector.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Eduardo Oliveira Fernandes, professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, acredita no aparecimento massivo de empresas de pequena e média dimensão, nas áreas da auditoria, projectos térmicos e de certificação de edifícios, programas de manutenção, painéis solares, novos sistemas de queima de biomassa, isolamento térmico das habitações, sistema de aquecimento e de ventilação modernos e fiáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenário actual&lt;br /&gt;Actualmente, haverá 400 mil trabalhadores europeus nas áreas das energias renováveis, 2,1 milhões em transportes eficientes e 900 mil pessoas a trabalhar na área de bens e serviços “amigos do ambiente”. Entre estes postos de trabalho incluem-se os de empresas de construção, instalação e manutenção de &lt;a title="parques eólicos" href="http://www.portal-energia.com/category/eolica/parqueseolicos/"&gt;parques eólicos&lt;/a&gt; e painéis solares, construção civil com vista ao melhoramento de eficiência energética, além de postos de trabalho indirectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: ambienteonline.pt jul/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2209812475338835869?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2209812475338835869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2209812475338835869&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2209812475338835869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2209812475338835869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/empregos-verdes-aumentam.html' title='Empregos verdes aumentam'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8654828421887161274</id><published>2011-07-14T18:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T18:11:15.307-07:00</updated><title type='text'>Mudanças climáticas colocarão 11% das espécies em extinção até 2100</title><content type='html'>Há décadas cientistas preveem que as mudanças climáticas podem ter um impacto grave sobre a vida na Terra, que já está enfrentando diversas ameaças como a perda de habitats, super-exploração, poluição, espécies invasoras e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, é difícil obter provas empíricas das extinções, e até mesmo da ameaça, causadas pelas mudanças no clima. Um &lt;a href="http://www.carbonobrasil.com/a9/ext/spaw2/empty/www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1017352108." target="_blank"&gt;novo estudo&lt;/a&gt; publicado no periódico Proceeding of the National Academy of Science revelou que em torno do ano 2100 as mudanças climáticas podem ter colocado em extinção mais de 11% das espécies do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos cientistas defendem que estamos entrando na sexta grande extinção em massa e que a mudança climática antropogênica é uma das maiores ameaças a biodiversidade global”, declararam os pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificando estudos recentes, Ilya Maclean e Robert Wilson do Centro para Ecologia e Conservação da Universidade de Exeter, descobriram evidencias generalizadas de mais cem maneiras nas quais a mudança do clima já está impactando espécies, incluindo o aumento das temperaturas, mudança na precipitação e redução do gelo marinho. Eles também notaram uma série de eventos previstos, mas ainda não observados, que poderão impactar as espécies, segundo cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As respostas incluem mudanças documentadas no risco de extinção, tamanho de populações e distribuição geográfica para 305 taxa de todos os principais grupos de organismos, abrangendo uma porção alta da superfície terrestre e marinha global”, escreveram os cientistas completando que as espécies de vertebrados parecem mais ameaçadas pelas mudanças do clima do que as plantas ou invertebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, os estudiosos admitem que há grandes brechas nas pesquisas realizadas até agora.&lt;br /&gt;“Mais estudos sobre os efeitos, como as modificações nos padrões de circulação oceânica e na acidez dos organismos marinhos melhorariam as estimativas de risco de extinção”, ponderam.&lt;br /&gt;As espécies dos trópicos, como a vida selvagem das florestas tropicais e insetos em geral, também são negligenciados em termos de impacto das mudanças do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Existem vários (fatores) desconhecidos na projeção do declínio da biodiversidade, então estes valores devem ser interpretados com precaução”, dizem os cientistas. Porém, eles relembram que os seus dados levaram em conta diversas possibilidades de distorções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que as mudanças do clima impactarão espécies já sob pressão por uma série de outras ameaças de grande escala, os pesquisadores dizem que suas estimativas são acima de tudo conservadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, se o modelo for preciso, as mudanças climáticas causadas pelo homem podem ser responsáveis pelo desaparecimento de milhares ou até milhões de espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, cerca de 2 milhões de espécies foram descritas por cientistas desde o século XVIII, porém ninguém sabe quantas existem no planeta. Estimativas giram em torno de 5 milhões a 100 milhões. Descobertas recentes de comunidades de micróbios abundantes nos oceanos podem levar as estimativas ainda mais alto, possivelmente para um bilhão de espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jeremy Hance &lt;br /&gt;Traduzido por Fernanda B. Muller, Instituto CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8654828421887161274?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8654828421887161274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8654828421887161274&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8654828421887161274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8654828421887161274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/mudancas-climaticas-colocarao-11-das.html' title='Mudanças climáticas colocarão 11% das espécies em extinção até 2100'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8252656366760938456</id><published>2011-07-09T16:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T17:26:58.436-07:00</updated><title type='text'>LIXO OU RESÍDUO SÓLIDO</title><content type='html'>Resíduo deriva do latim residuu, que significa o que sobra de determinada substância. A palavra sólida é incorporada para diferenciar de líquidos e gases. A palavra lixo, provêm do latim lix, que significa lixívia ou resto. No Brasil, a norma NBR 10.004/07 atribui a seguinte definição aos resíduos sólidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resíduo Sólido é todos aqueles resíduos nos estado sólido e semi-sólido que resultam da atividade da comunidade de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, de serviços, de varrição ou agrícola. Incluem-se os lodos de Estações de Tratamento de Água (ETAs) e Estações de Esgotos (ETEs), resíduos gerados em equipamentos e instalações de controle da poluição e líquidos que não possam ser lançados na rede pública de esgotos, em função de suas particularidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a diferença entre lixo e resíduos sólidos? Nenhuma, antigamente os resíduos sólidos eram denominados lixo e fim. Atualmente há uma compreensão que os materiais separados, passíveis de reciclagem ou reaproveitamento recebem tratamento de resíduos sólidos, enquanto os materiais misturados e acumulados tem mais uma conotação de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resíduos sólidos são uma das principais causas da poluição do solo decorrentes dos acúmulos de embalagens de plástico, papel e metais, e de produtos químicos, como fertilizantes, pesticidas e herbicidas. O material sólido do lixo demora muito tempo para desaparecer no ambiente. O vidro, por exemplo, leva em torno de cinco mil anos para se decompor, enquanto determinados tipos de plástico nunca se decompõem, pois são resistentes ao processo de biodegradação promovido pelos microorganismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo orgânico (restos de alimentos), no processo de decomposição, gera um líquido escuro, turvo e malcheiroso altamente poluente denominado de chorume (este líquido é dez vezes mais poluente que o esgoto doméstico). Este efluente tem a capacidade de dissolver tintas, resinas e outras substâncias químicas de alta toxidade contaminando o solo, impedindo o desenvolvimento das plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período chuvoso, em que o lixo se mistura com a água de chuva, o chorume encontra maior facilidade de infiltração no solo, contaminando os mananciais subterrâneos e de superfície (rios, lagos, córregos). O chorume pode permanecer por décadas no solo mesmo após o encerramento dos lixões, exigindo ações corretivas durante vários anos com o objetivo de remediar a contaminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos gases provenientes da disposição do lixo, o metano é o componente mais problemático devido a sua elevada concentração (em torno de 300.000 vezes maior que a encontrada na atmosfera) exigindo técnicas sanitárias e ambientais apropriadas de controle. A concentração de metano superior a 5% é explosiva. O metano é o segundo elemento causador do efeito-estufa na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de incineração produz fuligem e gases. Esta fumaça provoca muitos problemas alérgicos na população, principalmente entre as crianças. Em termos ambientais a queima do lixo destrói todas as propriedades coloidais e outras que são benéficas ao condicionamento dos resíduos nos solos. A queima de plásticos e isopor emite gases que poluem a atmosfera causando doenças e contribuindo para o efeito estufa. A falta de coleta pública leva as populações também a enterrarem o lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo é também o ambiente perfeito para a proliferação de doenças. Quando disposto no solo sem nenhum tratamento, o lixo atrai dois grandes grupos de seres vivos: os macro-vetores e os micro-vetores. Fazem parte do grupo dos macro-vetores as moscas, baratas, ratos, porcos, cachorros, urubus. O grupo dos micro-vetores como as bactérias, os fungos e vírus são considerados de grande importância epidemiológica por serem patogênicos isto é, causadores de doenças e nocivos ao homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes vetores são causadores de uma série de moléstias como diarréias infecciosas, amebíase, febre tifóide, malária, febre amarela, cólera, tifo, leptospirose, males respiratórios, infecções e alergias, encontrando no lixo um dos grandes responsáveis pela sua disseminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leishimaniose, considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das doenças infecciosas mais perigosas, vê a sua transmissão favorecida pelo acúmulo de lixo nos terrenos baldios e lixões que são locais extremamente favoráveis à reprodução e desenvolvimento do mosquito transmissor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra enfermidade bastante conhecida dos brasileiros é a dengue. Transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti, a doença pode levar à morte. As larvas reproduzem-se principalmente em pneus velhos, vasos de plantas, garrafas e outros locais onde a água da chuva fica acumulada. O sistema de coleta de lixo deve ser visto como uma medida preventiva, pois impede o acúmulo desses tipos de materiais próximos a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais conclusões assumidas a nível internacional é a recomendação de se investir em uma mudança de mentalidade e valores, sensibilizando as populações para a necessidade de se utilizar novos pontos de vista e novas posturas diante dos dilemas referentes à degradação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolver o problema dos resíduos sólidos pode significar muito menor demanda por serviços de saúde. A OMS estima que para cada dólar investido no saneamento básico, do qual a gestão de resíduos sólidos é um dos principais itens, mas não o único, podem ser economizados 4 dólares na gestão dos serviços de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Naime - Ecodebate&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8252656366760938456?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8252656366760938456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8252656366760938456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8252656366760938456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8252656366760938456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/lixo-ou-residuo-solido.html' title='LIXO OU RESÍDUO SÓLIDO'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3295382084754488400</id><published>2011-07-08T18:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T18:52:56.367-07:00</updated><title type='text'>Investimentos em energia limpa crescem 32% em 2010</title><content type='html'>&lt;strong&gt;PNUMA aponta que US$ 211 bilhões foram destinados para renováveis, com destaque para usinas eólicas na China que ajudaram os países emergentes a aportarem pela primeira vez uma quantidade maior de novos recursos do que as nações ricas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2010 registrou uma forte alta nos investimento em energias limpas, alcançando um recorde de US$ 211 bilhões, 32% a mais do que os US$ 160 bilhões de 2009 e um crescimento de 540% desde 2004, de acordo com o relatório &lt;a href="http://www.enea.it/it/enea_informa/documenti/rapporto-unep" target="_blank"&gt;Tendências Globais nos Investimentos em Energia Renovável 2011&lt;/a&gt;, publicado nesta sexta-feira (8) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desse forte crescimento, o documento constatou que pela primeira vez na história os países em desenvolvimento ficaram à frente das nações mais ricas na questão dos novos investimentos, com US$ 72 bilhões contra US$ 70 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China aparece como o maior receptor de recursos com US$ 48,9 bilhões, um aumento de 28% com relação a 2009, devido, principalmente, às grandes usinas eólicas que estão sendo construídas por todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório reconhece crescimento em praticamente todas as nações emergentes, como a América do Sul e Central alcançando US$ 13,1 bilhões, alta de 39%, o Oriente Médio e África com US$ 5 bilhões, 109%, e a Índia com US$ 3,8 bilhões, 25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil surge como exceção, com os investimentos caindo 5% para US$ 6,9 bilhões. O PNUMA explica que isto não significa falta de atividade no mercado, apenas que a atenção estava voltada para questões como aquisições e fusões, como o caso da Shell e Cosan, que formaram a joint venture Raizen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo que a queda dos investimentos, o país pode comemorar o maior interesse no setor eólico, que realizou leilões com sucesso e recebeu US$ 2,4 bilhões no ano passado em novos investimentos, uma alta de 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a Europa registrou declínio nos novos investimentos, caindo 22% para US$ 35,2 bilhões. Porém, isto teria sido compensado pela multiplicação de projetos de pequena escala, como telhados solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O boom da energia solar de pequena escala se deve bastante as tarifas feed-in, principalmente na Alemanha. Além disso, houve uma queda significativa nos custos dos módulos de painéis fotovoltaicos”, explica Michael Liebreich, presidente da Bloomberg New Energy Finance, que contribuiu para a elaboração do relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos na Alemanha em “geração distribuída de pequeno porte” cresceram 132% para US$ 34 bilhões, na Itália essa alta foi de 50% para US$ 5,5 bilhões, na França 150% com US$ 2,7 bilhões e na República Tcheca 163% e US$ 2,3 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longo Prazo&lt;br /&gt;Outro ponto positivo destacado pelo relatório foi o crescimento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, o que sugere que as renováveis devem ocupar uma posição estratégica no futuro. O aumento nessa categoria foi de 120%, passando dos US$ 5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O crescimento contínuo desse segmento base da economia verde não está acontecendo por acaso. A combinação entre apoio público e fundos de estímulo está facilitando a expansão das fontes limpas e trazendo a tão necessária transformação do sistema de energia global”, afirmou Achim Steiner, diretor executivo do PNUMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relatório, os números positivos ganham ainda mais relevância se for considerado o cenário econômico mundial. Em 2010 o mundo ainda estava se recuperando lentamente da crise financeira e mesmo assim os investidores não desistiram de acreditar nas renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse comprometimento com as energias limpas demonstra que existe uma grande confiança de que elas oferecem boas oportunidades de negócios”, disse Udo Steffens, presidente da Frankfurt School of Finance and Management, que também participou da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Steiner, o cenário para os próximos anos é extremamente positivo, com eventos importantes podendo servir de plataforma para impulsionar ainda mais as renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Conferência do Clima na África do Sul e a Rio+20 no Brasil marcam grandes oportunidades para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono, com a capacidade de desenvolver um crescimento sustentável que ajude na erradicação da pobreza”, concluiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila - Fonte: Instituto CarbonoBrasil/PNUMA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3295382084754488400?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3295382084754488400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3295382084754488400&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3295382084754488400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3295382084754488400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/investimentos-em-energia-limpa-crescem.html' title='Investimentos em energia limpa crescem 32% em 2010'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-590893925238021023</id><published>2011-07-07T19:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-07T19:33:40.179-07:00</updated><title type='text'>6 pecados ambientais da sacola plástica</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Saiba porque as polêmicas sacolinhas plásticas distribuídas aos montes por supermercados e centros comerciais em todo o mundo são um perigo ambulante para o meio ambiente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.UM PROBLEMÃO QUE LEVA ATÉ 400 ANOS PARA DESAPARECER&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É isso mesmo, sacos e sacolas plásticas podem demorar até quatro séculos para se decompor, dependendo da exposição à luz ultravioleta e outros fatores. Trata-se de um período oitocentas vezes maior que o necessário para pôr um fim em materiais como papel ou papelão. Ao contrário do que acontece com o lixo orgânico, que leva entre 2 meses e um ano para "sumir" - sendo decomposto por minhocas, fungos e bactérias - a natureza simplesmente não sabe como se livrar dos plásticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introduzidos na década de 1970, os sacos plásticos são relativamente novos no universo e por isso, segundo cientistas, ainda não há um micoorganismo capaz de decompor no curto prazo esse material, dono de cadeias moleculares quase inquebráveis. Resumo da ópera: apesar de práticas para o homem, as sacolinhas de polietileno feitas a partir de combustível fóssil são um péssimo negócio para a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. SOBRECARREGAM ATERROS, REDUZINDO SUA VIDA ÚTIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por ano, são produzidos em todo o mundo pelo menos 500 bilhões de unidades de saco plástico, o que equivale a 1,4 bilhão a cada dia ou 1 milhão por minuto. Imagine agora todo esse grande volume de sacolas indo parar nos aterros e lixões a céu aberto. A cena é no mínimo pavorosa, não? No Brasil, os sacos plásticos já representam 10% de todo lixo nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando descartados de forma inadequada, eles comprometem a capacidade do aterro, reduzindo sua vida útil e deixando o terreno impermeável e instável para o processo de biodegradação de materiais orgânicos. Pra não falar do tempo quase infinito que levam para desaparecer. Com o excesso de sacolas plásticas, os municípios são obrigados a ampliar seus aterros sanitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. CONTRIBUEM PARA INUNDAÇÕES NOS GRANDES CENTROS URBANOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em épocas de chuva, as sacolas mostram as consequências do descarte incorreto, entupindo bueiros nos grandes centros urbanos. Distribuídas a torto e a direito por farmácias, padarias, lojas e principalmente mercados, elas fazem um verdadeiro estrago. Leves e finas, as sacolinhas são varridas pelo vento e pela chuva para os bueiros, prejudicando o escoamento de água, o que contribui para ocorrência de enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que elas não são as únicas culpadas pelas enchentes e inundações das cidades, mas contribuem muito para agravar o quadro de impermeabilização urbana. Além disso, bueiros entupidos por plásticos tornam-se o ambiente ideal para a reprodução de insetos transmissores de doenças, como mosquitos da dengue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. FORMAM ILHAS DE LIXO PLÁSTICO NOS OCEANOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nem os oceanos escapam da "plastificação" em massa. Os resíduos plásticos dos aterros urbanos são carregados por enxurradas para o mar ou despejados diretamente nos rios pela população. E eles viajam milhares de quilômetros, sendo encontrados em ilhas e regiões marítimas remotas, bem longe da presença humana. Para se ter uma ideia, uma imensa área entre o litoral da Califórnia e o Havaí ganhou o nome de Lixão de Pacífico. Trata-se uma faixa formada por resíduos com extensão aproximada de 1,6 mil quilômetros que fica à deriva no mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo assustador da "plastificação" oceânica pode ser encontrado entre o Rio de Janeiro e a ilha de Ascensão, uma possessão britânica que fica no meio do Oceano Atlântico, no sentido de Angola, no Continente Africano. Uma expedição do projeto 5 Gyres, que avalia a poluição dos oceanos por resíduos plásticos em todo o mundo, encontrou fragmentos plásticos ao longo de todo o percurso de 3,5 mil km entre o Rio e a ilha, como se formassem uma linha fina e ininterrupta de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. MATAM MILHARES DE ANIMAIS POR ASFIXIA E INGESTÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A poluição dos oceanos por resíduos plásticos têm consequências catastróficas para a vida nesse ecossistema. Muitos animais podem morrer por asfixia ou ingestão de fragmentos. Entre as principais vítimas estão tartarugas marinhas, peixes e aves como o albatroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimativas do Programa de Meio Ambienta da ONU (UNEP) apontam que anualmente o plástico é responsável pela morte de pelo menos um milhão de animais marinhos. Pelo volume no estômago, o animal que ingere o plástico acha que não precisa se alimentar e acaba morrendo por inanição, isso se não for asfixiado antes. Pior, quando o corpo do animal se decompõe, o plástico ingerido é liberado novamente no meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. LIBERAM SUBSTÂNCIAS TÓXICAS AO SE DECOMPOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A decomposição de sacos plásticos na natureza, ainda que demorada, libera substâncias químicas que contaminam o meio ambiente. No mar, esse processo é acelerado devido à exposição do resíduo ao sol e à água. Segundo estudos da Universidade de Nihon, no Japão, quando o plástico se decompõe no mar, libera bisfenol-A (BPA) e oligômero (PS), substâncias químicas tóxicas que podem afetar a reprodução, o crescimento e o desenvolvimento de animais marinhos. Os males do saco plástico não terminam aí. A tinta usada para impressão colorida possui cádmio, um metal pesado altamente tóxico nocivo ao meio ambiente e à saúde dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanessa Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-590893925238021023?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/590893925238021023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=590893925238021023&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/590893925238021023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/590893925238021023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/6-pecados-ambientais-da-sacola-plastica.html' title='6 pecados ambientais da sacola plástica'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8389713954363315353</id><published>2011-07-05T17:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T18:01:09.102-07:00</updated><title type='text'>Mudança climática é fator causador de extremos climáticos</title><content type='html'>Tempestades mais violentas, secas prolongadas, ondas de calor, eventos que antes eram uma previsão nos modelos climáticos, agora são fenômenos observados, diz um artigo recente da Scientific American. A Sociedade Americana de Meteorologia, acaba de lançar o Estado do Clima 2010 (State of the Climate 2010). Nele, segundo Thomas Karl, diretor do National Climatic Data Center (Centro Nacional de Dados Climáticos), a temperatura global tem sido mais quente do que a média do século 20, todos os meses por mais de 25 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thomas Karl explica que qualquer evento climático particular é determinado por um número de fatores, das condições locais aos padrões e tendências climáticas globais. A mudança climática é um desses fatores. É muito provável, acentuou, que mudanças de larga escala no clima, como o aumento da umidade na atmosfera e temperaturas em elevação, tenham influenciado – e vão continuar a influenciar – vários tipos diferentes de eventos extremos, como chuvas torrenciais, enchentes, ondas de calor e secas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora do programa sobre Ciência e Impactos do Pew Center Jay Gulledge disse, segundo o Huffington Post, que a mudança climática é um fator de risco de eventos climáticos extremos, da mesma forma que comer sal em demasia é um fator de risco de doença cardíaca. Ela esclarece que isso não significa que possamos prever a próxima enchente em Iowa ou seca na Georgia, mas significa que esses eventos ficaram mais prováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora mesmo, na região conhecida como “Chifre da África”, o Quênia e a Somália vêem suas populações rurais ameaçadas de morte por falência alimentar. Eles enfrentam severa crise na disponibilidade de alimentos e elevadas taxas de desnutrição, alerta a ONU. É a pior seca desde 1950-1951.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade dessa seca resulta de dois anos consecutivos quase sem chuva, fazendo de 2011 um dos anos mais secos desde 1950 em várias zonas pastorais. Segundo a ONU, não há probabilidade de melhora até 2012. Os preços de alimentos estão em alta que vai se estender por décadas, como a FAO tem indicado. Um patamar de preços mais alto que o das décadas anteriores está garantido, até que uma nova revolução tecnológica altere as condições de oferta ambiental e socialmente segura de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse movimento de preços põe as populações pobres da África e outras regiões em situação de grave stress alimentar. No Quênia e na Somália, a seca eliminou de vez toda segurança alimentar. Sem ajuda séria internacional, teremos uma onda forte de mortalidade infantil, de idosos e de pessoas mais frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Sérgio Abranches&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8389713954363315353?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8389713954363315353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8389713954363315353&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8389713954363315353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8389713954363315353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/mudanca-climatica-e-fator-causador-de.html' title='Mudança climática é fator causador de extremos climáticos'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-89270035297634759</id><published>2011-07-04T12:03:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T12:15:13.957-07:00</updated><title type='text'>Ecosia: buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica</title><content type='html'>Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://www.ecosia.org/"&gt;www.ecosia.org&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débora Spitzcovsky&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-89270035297634759?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/89270035297634759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=89270035297634759&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/89270035297634759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/89270035297634759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/ecosia-buscador-online-ajuda-preservar.html' title='Ecosia: buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8739852680587500075</id><published>2011-07-02T09:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T09:37:37.729-07:00</updated><title type='text'>Floresta amazônica pode virar savana, diz estudo do Banco Mundial</title><content type='html'>Um estudo patrocinado pelo Banco Mundial indica que, se a temperatura do planeta e o ritmo do desmatamento da Amazônia aumentar, a região pode sofrer um processo de “savanização” da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, divulgado pela revista BioScience, analisa o chamado “Amazon Dieback”, processo em que a bacia amazônica perde a densidade de sua biomassa como consequência das mudanças climáticas. Com menor densidade de biomassa, a floresta se torna mais suscetível a queimadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relatório, existe alto risco de que esse processo ocorra no sul e sudeste da Amazônia, região bastante afetada pelo desmatamento conhecida como Arco do Fogo. No sul da Amazônia, por exemplo, os cenários indicam que a possibilidade da região se tornar savana é de 30%, no cenário otimista, e 87%¨, no cenário pessimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carlos Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial entrevistado pela revista BioScience, é possível reverter o processo de savanização com medidas de prevenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Primeiro, é preciso evitar desmatamento no oeste e nordeste da Amazônia com o máximo de áreas protegidas possível. Isso porque nessas áreas a floresta é resiliente. Depois, é preciso reduzir o desmatamento no sul e sudeste, com um esforço especial para salvar espécies”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolverde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8739852680587500075?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8739852680587500075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8739852680587500075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8739852680587500075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8739852680587500075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/07/floresta-amazonica-pode-virar-savana.html' title='Floresta amazônica pode virar savana, diz estudo do Banco Mundial'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5602916242812218671</id><published>2011-06-29T19:20:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T19:55:49.815-07:00</updated><title type='text'>CURIOSIDADES SOBRE O LIXO</title><content type='html'>1 – Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Esse lixo milenar – que contém ossos, carvão, fezes e resto de cerâmica – oferece informações preciosas sobre os hábitos de vida do homem antigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – No ano 500 a.C., Atenas criou o primeiro lixão muinicipal, exigindo que os detritos fossem jogados a pelo menos 1,6 quilômetros das muralhas da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – O inventor inglês Peter Durand patenteou a lata de lixo em 1810.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Aterros sanitários representam a maior fonte de metano produzido pelo homem. A cada ano, 7 milhões de toneladas de metano vão parar na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Os americanos produzem 212 milhões de toneladas de lixo por ano, das quais 43 milhões de toneladas são restos de comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Isso significa 711 quilos produzidos por habitante a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – No Brasil, são 88 milhões de toneladas de lixo por ano, ou 470 quilos por habitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – Das 13.800 toneladas de lixo produzidas por dia na cidade de São Paulo, apenas 1% é reciclado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – Curitiba é o município brasileiro que mais recicla: 20% de todos os resíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 – No mundo, o Japão é um dos países que mais reciclam: 50% do lixo é reaproveitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 – Os americanos jogam fora 50 bilhões de latas de alumínio por ano.Todas as latas desse material que foram pra o lixo nos Estados Unidos nas últimas três décadas valem quase US$ 20 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 – No quesito alumínio, o Brasil vai bem: é o país que mais recicla latas no planeta. Em 2004, foram 9 bilhões de latinhas reaproveitadas ou 96% da produção total do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 – Em 2002, o oceanógrafo americano Charles Moore vasculhou uma área de 800 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico e encontrou 4,5 quilos de resíduos plásticos flutuando no mar para cada meio quilo de plâncton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Época/2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5602916242812218671?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5602916242812218671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5602916242812218671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5602916242812218671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5602916242812218671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/curiosidades-sobre-o-lixo.html' title='CURIOSIDADES SOBRE O LIXO'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4349244224695478292</id><published>2011-06-27T19:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T19:48:17.877-07:00</updated><title type='text'>União Européia doa € 2 milhões para programas de REDD+ no México</title><content type='html'>Através da Agência Francesa de Desenvolvimento (ADF), a União Européia disponibilizou ao México € 2 milhões para o estabelecimento de programas de redução de emissões por desmatamento e degradação, conservação, manejo florestal sustentável, manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal (REDD+).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos serão destinados para as regiões que respondem por 70% do desmatamento em território mexicano. Segundo dados do Programa Especial de Mudanças Climáticas 2009-2012, a destruição das florestas representa 19% das emissões de gases do efeito estufa do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Juan Manuel Torres, diretor geral da Comissão Nacional Florestal do México (CONAFOR), o plano será unificar iniciativas governamentais e de ONGs, envolvendo também os proprietários de terras para que adotem manejos mais sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos provar aqui no México que os donos das terras podem ser responsáveis pelas ações de monitoramento, relato e verificação descritas pela estratégia de REDD+”, declarou Torres ao site SciDev.Net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Beatriz Vaca, coordenadora de projetos de meio ambiente e desenvolvimento rural sustentável da AFD no México, o importante é orientar os proprietários a adotar atividades econômicas que permitam ganhos ao mesmo tempo em que mantêm a floresta de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As atividades agropecuárias, da forma como são feitas, são as principais razões para o desmatamento. Com outras opções econômicas para explorar, os proprietários poderiam evitar o corte de árvores”, afirmou Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4349244224695478292?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4349244224695478292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4349244224695478292&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4349244224695478292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4349244224695478292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/uniao-europeia-doa-2-milhoes-para.html' title='União Européia doa € 2 milhões para programas de REDD+ no México'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2244163072296692519</id><published>2011-06-23T10:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-23T10:17:06.371-07:00</updated><title type='text'>Clima ganha importância na visão dos investidores</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pesquisa indica que há diferenças significativas entre América do Norte, Austrália e Europa ao considerar as consequências das mudanças climáticas nos negócios, porém mostra que acionistas estão mais preocupados com o aquecimento global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos investidores parece já ter percebido que as mudanças climáticas influenciam os negócios, mas a quantidade dos que consideram esse aspecto em seu trabalho pode variar muito em cada região. É o que aponta um relatório desenvolvido pela Mercer a pedido do Grupo de Investidores sobre Mudanças Climáticas, da Rede de Investidores Norte-Americanos sobre Riscos Climáticos e o Grupo de Investidores Institucionais sobre Mudanças Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento, intitulado &lt;a href="http://iigcc.org/__data/assets/pdf_file/0014/15224/Global-Investor-Survey-on-Climate-Change-Report-2011.pdf" target="_blank"&gt;"Pesquisa de Investidores Globais sobre Mudanças Climáticas"&lt;/a&gt; e lançado na última segunda-feira (13), reúne respostas de 44 empresas proprietárias e de 46 gestoras de ativos, que juntas totalizam mais de US$ 12 trilhões em ativos. O estudo aponta que, em 2010, no geral, cerca de 10% das gestoras já começavam a integrar assuntos ambientais, sociais e de governança em seus processos de investimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as companhias entrevistadas, essa porcentagem é maior: aproximadamente 87% das gestoras e 98% das proprietárias incorporam as avaliações de risco das mudanças climáticas em seus investimentos, demonstrando que lidar com os riscos e oportunidades das mudanças climáticas é um foco importante para os acionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de mais da metade das firmas entrevistadas investirem em fundos focados diretamente nas alterações climáticas, a pesquisa aponta que mais de 15% das gestoras e 45% das proprietárias de ativos consideram fazer uma alocação para investimentos temáticos nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relatório, “a maioria dos participantes vê as mudanças climáticas como sendo um risco e/ou oportunidade de investimento material para o portfólio de investimento de suas organizações. Isso está se tornando uma questão de gestão estratégica, apoiada pela descoberta de que a responsabilidade pelas mudanças climáticas está agora com a maioria dos investidores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando nós falamos de progresso, nós percebemos que vem ocorrendo um aumento evidente no nível de reflexões sobre esse assunto”, declarou Ole Beier Sorensen, presidente do Grupo de Investidores Institucionais sobre Mudanças Climáticas (IIGCC em inglês) e líder de pesquisa e estratégia do fundo de pensão dinamarquês ATP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É encorajador que as mudanças climáticas estejam se tornando um assunto mais estratégico para a maioria das proprietárias e gestoras de ativos. Cada vez mais elas vêem as mudanças climáticas como um risco e uma oportunidade de investimento. No entanto, para lidar com os riscos e oportunidades decorrentes das mudanças climáticas, os investidores devem ter as ferramentas para agir significativamente”, acrescentou Sorensen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a pesquisa indica que o índice de empresas que relacionam as alterações climáticas com seus negócios varia muito de região para região. No cenário dos países desenvolvidos, a Europa é a que mais considera as questões climáticas nos negócios, seguida da Austrália e da Nova Zelândia, cujas incertezas das políticas internas impedem um progresso maior nesta questão, e dos Estados Unidos, onde essa abordagem ainda é pouco desenvolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma ideia, do total de ativos gerenciados ou adquiridos pelas companhias entrevistadas, uma média de 0,3% foram investidos em projetos ligados às mudanças climáticas, como a implementação de energias renováveis ou o desenvolvimento de tecnologias limpas. No bloco europeu, esse índice chegou a 0,5%; na Austrália, a 0,3%; e nos Estados Unidos, a 0,1% dos ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nathan Fabian, diretor executivo do Grupo de Investidores sobre Mudanças Climáticas (IGCC em inglês) da Austrália, afirmou que seus associados estavam “se preparando ativamente para investir [em projetos climáticos]. Mas não há dúvida de que a falta de clareza sobre o preço do carbono está impedindo investimentos”.&lt;br /&gt;Já Mindy Lubber, diretora da Rede de Investidores Norte-Americanos sobre Riscos Climáticos (INCR em inglês), defende que “os investidores dos EUA têm preconizado políticas climáticas mais consistentes, e eles têm tido sucesso em conseguir que a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA emita requisitos de divulgação inovadores de riscos climáticos para empresas. [...] Isso será um foco chave para a INCR nos próximos meses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns acionistas, são as políticas climáticas que poderão permitir que integração entre negócios e mudanças climáticas seja mais consistente. “Uma das coisas mais importantes que os investidores podem fazer é ter um diálogo com os responsáveis políticos. É realmente a política que vai fornecer os sinais certos de preço”, explicou à BusinessGreen Stephanie Pfeifer, diretora executiva do IIGCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É extremamente difícil para investidores fazer uma alocação em escala para ativos de baixo carbono enquanto as definições políticas são fragmentadas ou em curto prazo. Nós lutaremos para fazer distribuições temáticas, mas realocações de investimentos substanciais para uma economia de baixo carbono requerem que os responsáveis políticos intensifiquem os sinais de investimentos de longo prazo”, disse Frank Pegan, presidente da IGCC Austrália/Nova Zelândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mais do que qualquer coisa os investidores precisam de estruturas políticas estáveis e transparentes que forneçam clareza e segurança. Alguns países e regiões estão indo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a trilhar. Os responsáveis políticos precisam afastar as barreiras para investimentos de baixo carbono e precisam criar um preço para o carbono relativamente previsível”, finalizou Sorensen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jessica Lipinski&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2244163072296692519?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2244163072296692519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2244163072296692519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2244163072296692519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2244163072296692519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/clima-ganha-importancia-na-visao-dos.html' title='Clima ganha importância na visão dos investidores'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6702207001265156755</id><published>2011-06-18T17:56:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T18:00:04.581-07:00</updated><title type='text'>Cúpula do clima da ONU termina sem grandes progressos</title><content type='html'>Os negociadores do clima reunidos em Bonn, na Alemanha, desde a última semana fizeram pouco progresso para salvar o Protocolo de Kyoto durante as duas semanas de reunião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro, que termina nesta sexta-feira (17), foi uma prévia da COP 17, que acontecerá em Durban, na África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Adrian Macey, da Nova Zelândia, que preside a sessão de negociações em Bonn, existe muita desigualdade para ocorrer progresso. Para ela, o risco de Kyoto morrer depois de 2012 é muito grande devido à falta de apoio. Os negociadores que participaram afirmam que houve pouco progresso nas questões sobre o corte de emissões e nos aspectos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo climático de Kyoto, que abrange 40 países ricos, se tornou o foco principal de debate desde 2009. Entretanto, o embate entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento acaba prejudicando o andamento das nagociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O progresso foi dificultado por quem tem grande responsabilidade histórica nas emissões”, afirmou representante dos países insulares, referindo-se às nações ricas que emitem carbono desde a Revolução Industrial, no século 18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas – Países como Japão, Canadá e Rússia afirmam que não farão corte nas emissões se o tratado climático em vigência for estendido a partir de 2012 e se não for feito um novo acordo que possa abranger países emergentes, como a China e Índia. Isto pode acontecer, já que não existe o rascunho para uma nova regra global de emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar, os Estados Unidos, que nunca confirmaram a participação no corte obrigatório, argumenta que tem sido alvo de grandes emissões emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, houve pequenos avanços em Bonn nas questões técnicas, referentes ao compartilhamento de tecnologia limpa e a criação de um fundo para ajudar o desenvolvimento verde das nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: G1)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6702207001265156755?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6702207001265156755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6702207001265156755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6702207001265156755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6702207001265156755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/2011cupula-do-clima-da-onu-termina-sem.html' title='Cúpula do clima da ONU termina sem grandes progressos'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6664385853603933250</id><published>2011-06-17T19:28:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T19:41:24.157-07:00</updated><title type='text'>REDD: mecanismo a favor das florestas tropicais em discussão</title><content type='html'>Setor debate como ocorrerá a aplicação desse mecanismo de preservação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova sopa de letrinhas está entrando no vocabulário dos ambientalistas e gestores públicos e privados comprometidos com a sustentabilidade: REDD, que quer dizer “Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação”. Como se trata de algo novo, pessoas e organizações tentam não apenas entender como também influenciar nos critérios que vão definir a aplicação desse mecanismo, um novo modo de evitar a devastação florestal no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas semanas, o Instituto Ethos e muitas outras organizações entraram no debate sobre a REDD, entre as quais o Katoomba Group, entidade internacional que trabalha com os principais desafios para o desenvolvimento de mercados para serviços ambientais. Existem duas vertentes da discussão, no momento. Uma, onde se encaixa o Ethos, pretende debater o modelo de aplicação e aferição da REDD e tentar influenciar a posição brasileira na negociação sobre o tema que deverá se dar durante a COP 15 – a Conferência de Clima que se realizará em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro próximo. A outra vertente quer saber como serão distribuídos os recursos captados pelos países que reduzirem o desmatamento de suas florestas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas são relevantes. Apenas para lembrar, a COP de Copenhague vai definir os compromissos dos países com as reduções das emissões dos gases de efeito estufa (GEE), responsáveis pelo aquecimento global. O compromisso com as atuais metas, que foram estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto e não foram cumpridas, encerra-se em 2012. A reunião de Copenhague vai estabelecer novas metas e definir outro mecanismo de incentivo para a redução – o REDD. Vale lembrar que em Kyoto instituiu-se o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), pelo qual um poluidor pode comprar créditos de quem não polui. Em Copenhague, espera-se a aprovação de outros mecanismos de manutenção dos serviços da natureza mais específicos, como o REDD, que visa criar valores financeiros para a floresta em pé ou para o desmatamento evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Katoomba Group realizou um grande evento em Cuiabá (MT), que reuniu especialistas e governadores da Amazônia para debater como esse novo mecanismo vai afetar as economias e os povos da região. Novamente as duas vertentes se manifestaram. Os nove governadores querem um protagonismo nas decisões relativas à REDD. Afinal, são responsáveis pela gestão cotidiana da região e também por harmonizar as necessidades sociais, econômicas e ambientais de mais da metade do território brasileiro. Recentemente, reuniram-se nos Estados Unidos com o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e outros governantes regionais, para estabelecer políticas comuns de combate ao aquecimento global. Isso antes mesmo da eleição do atual presidente norte-americano, Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, existem no Brasil dois projetos que podem ser reconhecidos e enquadrados globalmente como elegíveis para a REDD: O Fundo Amazônia, lançado pelo governo federal e administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o Bolsa Floresta, mantido pela Fundação Amazonas Sustentável, uma parceria entre o governo do Estado do Amazonas e o Bradesco para oferecer recursos para comunidades ribeirinhas que ajudem a manter a floresta em pé. Os dois são exemplos que mostram caminhos diferentes, mas efetivos, para a construção de modelos de desenvolvimento regional capazes de conservar a floresta e gerar recursos para as populações tradicionais que vivem de produtos florestais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fundo Amazônia, criado ainda no tempo em que Marina Silva era ministra do Meio Ambiente, já tem em caixa US$ 120 milhões de um total de US$ 1 bilhão que serão doados pelo governo da Noruega até 2015. Além disso, o governo da Alemanha também negocia com o BNDES o aporte de mais recursos para esse fundo. Segundo Tasso Azevedo, diretor do Serviço Florestal Brasileiro e atual assessor do ministro Carlos Minc para assuntos da REDD, durante a reunião do G20, no Reino Unido, os principais líderes mundiais concordaram em bancar cerca de US$ 15 bilhões por ano para a preservação e manejo sustentável da Amazônia, mesmo ainda não havendo acordo sobre a REDD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na reunião estavam presentes os líderes dos países mais ricos do mundo, entre os quais os de Alemanha, França e Itália, o secretário-geral do ONU, Ban Ki-moon, o presidente do Banco Mundial, Robert Zelik, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e o presidente da Comunidade Europeia, Durão Barroso. Pelo Brasil, estava o chanceler Celso Amorim. Tasso Azevedo alertou para a importância desse encontro, no qual os líderes mundiais acertaram que o dinheiro já deverá estar disponível para os países com florestas tropicais a partir de 2010.&lt;br /&gt;Tasso Azevedo, que também esteve numa reunião com membros do Fórum Amazônia Sustentável, no Instituto Ethos, em São Paulo, acredita que o modelo do Fundo Amazônia é o mais apropriado para o Brasil, e deverá absorver boa parte dos recursos que forem criados a partir da reunião em Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele explica que o estabelecimento de metas e medição de resultados será por país. Para ele, a discussão interna importante é definir como serão repartidos os recursos pelos diversos projetos no Brasil. Isso está diretamente vinculado aos valores que serão instituídos para a floresta em pé, o tipo de mecanismo que existirá para a aprovação de projetos, a forma de monitoramento e verificação das metas e a garantia de direitos para povos indígenas e populações tradicionais.&lt;br /&gt;Nos próximos meses, a discussão certamente vai evoluir em direção a modelos que possam privilegiar mecanismos de mercado, que devem dar resultados em crédito de carbono ou outros, e mecanismos que privilegiem políticas públicas, tanto em nível municipal como em estadual ou federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto Ethos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6664385853603933250?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6664385853603933250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6664385853603933250&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6664385853603933250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6664385853603933250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/redd-mecanismo-favor-das-florestas.html' title='REDD: mecanismo a favor das florestas tropicais em discussão'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-612873134089751746</id><published>2011-06-16T18:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T18:30:40.471-07:00</updated><title type='text'>Crise no Japão vai impulsionar energia renovável</title><content type='html'>O acidente nuclear provocado pelo terremoto no Japão e a guerra civil na Líbia devem acelerar o movimento de expansão da energia renovável no mundo, de acordo com especialistas ouvidos pela Agência Estado. O professor e físico nuclear do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), José Goldemberg, disse que, em relação ao Japão, a necessidade de melhoria nas condições de segurança das usinas nucleares irá elevar os custos e tornar a energia nuclear muito cara, possibilitando que novas fontes renováveis sejam utilizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ressalta o fato de que na Alemanha, a primeira-ministra Angela Merkel fechou várias usinas nucleares. Na China, o governo cancelou a licença para construção de sete usinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto os Estados Unidos como a Europa possuem utilização mandatória de energia renovável, com volumes expressivos a serem cumpridos ainda nesta década. Até 2017, a meta dos EUA é atingir um consumo de 132,5 bilhões de litros por ano de etanol. Na Europa, o objetivo é chegar a 2020 com 20% de sua energia oriunda de fontes renováveis. Porém, para Goldemberg, em um primeiro momento, o Japão e a China devem substituir a energia nuclear por outros combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O Japão já está importando gás natural da Rússia, mas esta importação deve ficar cara no longo prazo – disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a China deve voltar para o carvão ou também para o gás natural. O sócio da Expressão Gestão Empresarial e ex-presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Eduardo Pereira de Carvalho, ressalta que novas usinas geradoras de energia nuclear deverão encontrar dificuldades para serem autorizadas e que a energia renovável é uma alternativa no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O petróleo também é um ativo de risco. Veja o que está acontecendo na Líbia neste momento. Hoje, cerca de 70% do petróleo consumido no mundo vem do Oriente Médio. A saída é a utilização de alternativas viáveis e de menor concentração regional. Não adianta queimar petróleo agora para fazer eletricidade, porque o petróleo também não é uma fonte energética totalmente garantida – acredita Carvalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carvalho era presidente da Unica no início desta década, quando a empresa responsável pela usina nuclear de Fukushima, a Tokyo Eletric Power (Tepco) veio ao Brasil conhecer o etanol. A empresa estudou a importação de etanol brasileiro para gerar eletricidade no Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Naquele momento, os custos da operação pesaram um pouco – justificou.O economista e presidente da Datagro Consultoria, Plínio Nastari, acredita que as restrições que serão colocadas a partir de agora à energia nuclear abrirão uma janela para as energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Haverá um afastamento gradual da energia nuclear – disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, os países irão caminhar em direção à energia solar, eólica e biomassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Enquanto a energia eólica não é uniforme e a solar é mais cara, a biomassa pode ser considerada se houver um suprimento regular garantido – informou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nastari estima que o Japão pode ser um importador de pelets de biomassa de outros países e mesmo de pelets de bagaço de cana do Brasil, por exemplo. Países como França e EUA, que dependem muito da energia nuclear, também terão que buscar outras alternativas. O professor Goldemberg conta que a Europa deve abarcar a energia renovável mais facilmente que o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Já existem várias experiências com energia eólica e solar na Espanha – explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a empresa sueca Vattenfall também está importando pelets de madeira do Brasil para produzir energia a partir da queima desta biomassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A Alemanha também deve partir para a eólica – acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Estado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-612873134089751746?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/612873134089751746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=612873134089751746&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/612873134089751746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/612873134089751746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/crise-no-japao-vai-impulsionar-energia.html' title='Crise no Japão vai impulsionar energia renovável'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3725006077221032912</id><published>2011-06-13T19:49:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:00:30.097-07:00</updated><title type='text'>Comissão aprova sistema nacional de REDD</title><content type='html'>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 9/6, o Projeto de Lei 195/11, da deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que institui o sistema nacional de redução de emissões por desmatamento e degradação, conservação, manejo florestal sustentável, manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal (REDD+).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), foi favorável à proposta, com emendas. “O desmatamento e as queimadas respondem por mais de metade do total de emissões brasileiras de gases de efeito estufa, cifra que sobe para cerca de 3/4 quando se considera apenas o gás carbônico”, explicou. Segundo ele, o sistema ajudará a conter a perda das florestas e contribuirá para reduzir o impacto da mudança do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, o sistema REDD+ vai criar uma espécie de mercado de carbono interno, que pode gerar créditos para a obtenção de financiamentos, ou gerar certificados para serem usados na compensação de emissões de gases de efeito estufa no território nacional ou em outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal, a proposta tem como objetivo a conservação da biodiversidade; a manutenção e aumento dos estoques de carbono florestal; a valoração dos produtos e serviços ambientais relacionados ao carbono florestal; e o reconhecimento e repartição dos benefícios decorrentes da implementação do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Áreas florestais&lt;br /&gt;A proposta considera como possíveis beneficiadas pelas políticas, programas e projetos de REDD+, individual ou conjuntamente, áreas florestais em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- terras indígenas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- unidades de conservação legalmente instituídas no âmbito dos sistemas nacional, estaduais ou municipais de unidades de conservação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- áreas legitimamente ocupadas por populações tradicionais, no interior ou fora de unidades de conservação e outras áreas públicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- territórios quilombolas;- assentamentos rurais da reforma agrária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- propriedades privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- outros imóveis de domínio da União, de estados ou de municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as propriedades privadas, o texto original incluía as áreas de reserva legal, preservação permanente (APPs) e servidão florestal, previstas na Lei 4.771/65, e de servidão ambiental, de que trata a Lei 6.938/981. Porém, emenda do relator estabelece que regulamento irá dispor sobre a inclusão dessas áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instrumentos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Outra emenda acrescenta, aos instrumentos previstos para a implementação do sistema REDD +, os planos nacional e estaduais de recursos hídricos; e o zoneamento ecológico-econômico. Outros instrumentos previstos são o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/09); e os planos nacionais ou por bioma de prevenção e controle do desmatamento e de controle e prevenção de queimadas e incêndios florestais, assim como os planos estaduais e outras políticas e programas desenvolvidos com a mesma finalidade, em âmbito federal, estadual e municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Financiamento &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O sistema REDD+ poderá ser financiado por fundos nacionais como o de Mudança do Clima; o da Amazônia; o do Meio Ambiente; e de Desenvolvimento Florestal. Os recursos também podem ser provenientes de acordos bilaterais ou multilaterais sobre clima; acordos decorrentes de ajustes, contratos de gestão e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal; doações; comercialização de créditos de carbono e, ainda, verbas do Orçamento da União ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, de caráter conclusivo, seguirá para análise nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Câmara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3725006077221032912?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3725006077221032912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3725006077221032912&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3725006077221032912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3725006077221032912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/comissao-aprova-sistema-nacional-de.html' title='Comissão aprova sistema nacional de REDD'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8324021718158593303</id><published>2011-06-12T17:19:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T17:31:15.283-07:00</updated><title type='text'>O futuro da energia nuclear</title><content type='html'>&lt;strong&gt;É possível melhorar o desempenho dos reatores, mas segurança total não existe .&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem tecnologias que resolvem problemas importantes e vieram para ficar. Outras atravessam um "período de ouro", perdem importância ou até desaparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Automóveis, por exemplo, desenvolvidos no início do século 20, mudaram a face da civilização como a conhecemos. E mesmo que as reservas mundiais de petróleo se esgotem, soluções técnicas vão ser encontradas para mantê-los circulando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras tecnologias promissoras enfrentaram problemas e foram abandonadas. Um bom exemplo é o dos zepelins, enormes balões cheios de hidrogênio que abriram caminho para viagens aéreas intercontinentais na década de 1930, época em que a aviação comercial ainda engatinhava.&lt;br /&gt;Mas bastou o acidente com o Hindenburg, zepelim alemão que se incendiou em Nova Jersey (EUA), em 1937, para selar o destino dessa tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia nuclear parece atravessar um desses períodos críticos: ela teve uma "época de ouro" entre 1970 e 1980, quando entraram em funcionamento cerca de 30 novos reatores nucleares por ano. Após o acidente nuclear de Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979, e em Chernobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, em 1986, o entusiasmo por essa tecnologia diminuiu muito e desde então apenas dois ou três reatores entraram em funcionamento por ano. Houve uma estagnação da expansão do uso dessa energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas dessa estagnação são complexas: por um lado, a resistência do público, preocupado com os riscos da energia nuclear; e, por outro, razões mais pragmáticas, como o seu custo elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desses problemas, a produção de energia nuclear não resulta em emissões de gases responsáveis pelo aquecimento da Terra, que é o caso quando se produz energia elétrica com combustíveis fósseis, como carvão ou gás natural. As preocupações com o efeito estufa levaram vários ambientalistas a apoiar uma "renascença nuclear".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que acontece o desastre de Fukushima, com gravidade comparável à de Chernobyl, afetando diretamente centenas de milhares de pessoas e espalhando inquietações sobre o efeito da radiação nuclear numa vasta área do Japão e de países vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor nuclear tem tentado minimizar a gravidade do acidente no Japão, atribuindo-o a eventos raríssimos, como um terremoto de alta intensidade seguido por tsunami, que dificilmente ocorreriam em outros locais. Essa é uma estratégia equivocada, que pode satisfazer engenheiros nucleares, mas não os setores mais esclarecidos da população e governos de muitos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reatores nucleares contêm dentro deles uma enorme quantidade de radioatividade e o problema é sempre o de evitar que ela se espalhe, como se verificou em Chernobyl. Sucede que não é preciso um terremoto e um tsunami para que isso aconteça. Bastam falhas mecânicas e erros humanos, como ocorreu em Three Mile Island. Segurança total não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível melhorar o desempenho dos reatores e torná-los mais seguros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Goldemberg*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8324021718158593303?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8324021718158593303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8324021718158593303&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8324021718158593303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8324021718158593303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/o-futuro-da-energia-nuclear.html' title='O futuro da energia nuclear'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2339640895723396296</id><published>2011-06-11T11:59:00.000-07:00</published><updated>2011-06-11T12:03:43.740-07:00</updated><title type='text'>Indústria chinesa deve cortar intensidade de CO2 em 18% até 2015</title><content type='html'>As industrias chinesas serão forçadas a cortar sua intensidade de carbono e de energia em 18% nos próximos cinco anos, de acordo com metas obrigatórias anunciadas em março.A meta é maior do que o planejado anteriormente, pois se esperava que as indústrias cortassem a intensidade de carbono e de energia – a quantidade por unidade de valor agregado industrial – em 16% entre 2011-2015, afirmou a agência oficial de notícias Xinhua, citando o Ministro da Indústria e Tecnologia da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só nesse ano, a indústria chinesa terá que cortar os níveis de intensidade de carbono e de energia em mais de 4%, disse a Xinhua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os setores industriais também serão forçados a reduzir o uso de água em 30% até o final de 2015, e devem ainda aumentar as taxas de reciclagem de lixo sólido para 72% dentro deste período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China, a maior emissora de gases do efeito estufa, prometeu cortar a produção de carbono por unidade de PIB em 17% até o final de 2015, e também planeja diminuir a intensidade de energia em 16%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito dessa meta será direcionada a empresas industriais com alto consumo de energia como usinas nucleares, siderúrgicas, fundidoras de alumínio e fábricas de cimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país assumiu um compromisso de explorar o uso de “mecanismos de mercado” em seus esforços para reduzir emissões de gases do efeito estufa e poluentes, e especialistas sugeriram que as metas obrigatórias para grandes empresas industriais poderiam ser o primeiro passo para estabelecer um setor piloto de esquemas de ‘cap-and-trade’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que o setor siderúrgico da China, o maior do mundo, suporte o peso das novas metas, já que os agentes empresariais de empresas menores reclamam que os custos para entrar em conformidade ambiental diminuíram as suas já pequenas margens de lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de pequenas fábricas foram forçadas a fechar na segunda metade do ano passado após seus suprimentos de energia terem sido cortados para atingir as metas de eficiência energética de 2006-2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zhang Ping, afirmou nesse mês que o blackouts forçados foram um erro e não serão repetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/espaco_reuters/noticia=727200" jquery1307818692046="12"&gt;Carbono Brasil &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2339640895723396296?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2339640895723396296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2339640895723396296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2339640895723396296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2339640895723396296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/industria-chinesa-deve-cortar.html' title='Indústria chinesa deve cortar intensidade de CO2 em 18% até 2015'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8509580048439262228</id><published>2011-06-11T11:51:00.001-07:00</published><updated>2011-06-11T11:53:11.289-07:00</updated><title type='text'>FAO alerta para alto nível de desmatamento na América Latina</title><content type='html'>O subdiretor da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), Eduardo Rojas, alertou nesta terça-feira para o desmatamento que a América Latina sofre, especialmente a Argentina, que tem "níveis mais elevados que muitos países africanos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rojas participa de um simpósio internacional sobre sustentabilidade, que reúne até o próximo sábado 400 especialistas na cidade de Burgos, no norte da Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sessão desta terça-feira, a primeira do congresso, o subdiretor da FAO lembrou que o ritmo de desmatamento anual se situa em 5,2 milhões de hectares, de um total de 4 bilhões no mundo todo.No entanto, ressaltou que este número representa um terço do registrado nos anos 70 e 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comparação com outras regiões do mundo, Rojas ressaltou que a América Latina foi uma das maiores "decepções", porque "não consegue avançar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo, também há casos "promissores", entre os quais se destacam Costa Rica, Chile e Uruguai.Além disso, o Brasil "vive melhoras significativas desde 2008", e em 2010 são esperados mais avanços.Segundo Rojas, seria necessário restaurar 1,5 bilhão de hectares de florestas, uma operação que custaria em torno de US$ 1 trilhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5018358-EI8140,00-FAO+alerta+para+alto+nivel+de+desmatamento+na+America+Latina.html" jquery1307817077265="12"&gt;Terra&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8509580048439262228?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8509580048439262228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8509580048439262228&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8509580048439262228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8509580048439262228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/fao-alerta-para-alto-nivel-de.html' title='FAO alerta para alto nível de desmatamento na América Latina'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8596240603491454090</id><published>2011-06-09T06:13:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T06:15:58.025-07:00</updated><title type='text'>ONU reconhece que não conseguirá cumprir prazo para substituir Quioto</title><content type='html'>As negociações climáticas internacionais não tem mais como evitar que depois do término do Protocolo de Quioto, em dezembro de 2012, exista um período que o planeta ficará sem nenhum tipo de acordo para limitar as emissões. Isto porque para adotar novas metas com a mesma força legal os países devem passar essas decisões pelos seus parlamentos, o que levaria mais tempo do que o disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mesmo se acontecer um consenso sobre um texto legal, seria preciso realizar alterações no Protocolo de Quioto, o que requere a ratificação de três quartos dos signatários e não há mais tempo para isso entre Durban e o fim de 2012”, declarou Christiana Figueres, presidente da UNFCCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, é muito improvável que a Conferência do Clima (COP 17) em Durban, em novembro, termine em consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, os principais objetivos das negociações devem ser mobilizar ações e financiamentos voluntários para combater o aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os países perceberam que enfrentarão um período sem regulamentação e estão estabelecendo maneiras para lidar com isso”, afirmou Figueres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o negociador chefe da União Européia, 2014 ou 2015 são datas mais prováveis para um novo acordo. “É uma previsão mais realista, mas se os países chegarem a um consenso antes disso, a Europa está pronta para apoiar”, disse Artur Runge-Metzger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mercados de carbono devem sofrer bastante com esse período sem um acordo global, já que metas obrigatórias deixarão de existir e assim a demanda por créditos tende a cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Banco Mundial, o comércio de créditos já está enfraquecido, tendo registrado em 2010 pela primeira vez na história uma retração, com seu valor total caindo 1,4% para US$ 142 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiano Ávila&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8596240603491454090?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8596240603491454090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8596240603491454090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8596240603491454090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8596240603491454090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/onu-reconhece-que-nao-conseguira.html' title='ONU reconhece que não conseguirá cumprir prazo para substituir Quioto'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-63201289015205188</id><published>2011-06-07T08:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T08:51:18.385-07:00</updated><title type='text'>Japan makes "every effort" on climate after quake</title><content type='html'>(Reuters) - &lt;a title="Full coverage of Japan" onclick="Reuters.article.trackInlineLink(16)" href="http://www.reuters.com/places/japan"&gt;Japan&lt;/a&gt; will still try to meet its binding emissions targets under the Kyoto Protocol despite the earthquake in March that set back its nuclear sector, a key source of low-carbon energy, a senior government official said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japan, one of nearly 40 countries that committed to cut greenhouse gas emissions from 2008-2012 under Kyoto, has to contend with the unexpected impact of the quake and a tsunami that has shut down most of its low-carbon nuclear power.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The country had no plans now to claim force majeure, a move that would excuse it from commitments due to events outside its control, said Akira Yamada, Japan's chief negotiator at U.N. climate talks in &lt;a title="Full coverage of Germany" onclick="Reuters.article.trackInlineLink(9)" href="http://www.reuters.com/places/germany"&gt;Germany&lt;/a&gt; next week.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His country was also committed to supply $15 billion of climate aid to developing countries through 2012, despite the expensive reconstruction effort underway at home, he added.&lt;br /&gt;"At this stage, at this stage, we are not thinking about this so-called force majeure," he told Reuters, referring to Japan's Kyoto target to cut greenhouse gas emissions by 6 percent compared with 1990 levels from 2008-2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Now we are making every effort to realize the reconstruction of our country so it's still a bit difficult to judge what impact this disaster (will have on) our efforts, however we are still making every effort to achieve this 6 percent reduction."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tokyo was so far on track to meet the target, taking into account its performance in 2008 and 2009, he added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currently Japan is operating just 19 of its pre-crisis tally of 54 reactors, after a March 11 quake sparked a meltdown and radioactive release at its Fukushima nuclear plant, leading to rising demand for natural gas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The net effect on carbon emissions is still uncertain as several coal plants are also still offline. Coal is the most carbon-emitting source of power, and switching to gas would therefore lower net emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition to its Kyoto target, like other industrialized countries Japan has made a non-binding pledge to cut greenhouse gases by 2020. As a voluntary target, the prospect of applying force majeure was irrelevant in that case, said Yamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a separate commitment under long-running U.N. climate talks, Japan has pledged to supply $15 billion in so-called "fast-start" finance from 2010-2012, amounting to half of all such pledges from industrialized countries, to help developing nations cope with climate change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japan would honor that commitment, said Yamada.&lt;br /&gt;"Even though now Japan is facing a very difficult situation ... on fast-start finance we are sure that we can accomplish our pledge."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;U.N. climate talks resume at a two-week meeting in Bonn, Germany, from June 6-17, after a conference in &lt;a title="Full coverage of Mexico" onclick="Reuters.article.trackInlineLink(20)" href="http://www.reuters.com/places/mexico"&gt;Mexico&lt;/a&gt; at the end of last year agreed a limited deal to try to arrest rising greenhouse gas emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By Gerard Wynn&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-63201289015205188?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/63201289015205188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=63201289015205188&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/63201289015205188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/63201289015205188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/japan-makes-every-effort-on-climate.html' title='Japan makes &quot;every effort&quot; on climate after quake'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5761536550883446329</id><published>2011-06-07T08:37:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T08:41:11.655-07:00</updated><title type='text'>Japão afirma que cumprirá compromisso sob Quioto</title><content type='html'>O Japão ainda tentará cumprir suas metas de emissão de gases do efeito estufa sob o Protocolo de Quioto apesar do terremoto de março que estagnou o setor nuclear, um oficial sênior do governo afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Japão, um dos quase 40 países que se comprometeu a cortar emissões até 2012 sob o Quioto, não pretende alegar ‘força maior’, um argumento que o redimiria das metas devido a eventos fora de controle, comentou o principal negociador japonês nas negociações climáticas que iniciam semana que vem na Alemanha, Akira Yamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu país também se comprometeu em fornecer US$ 15 bilhões, equivalente a metade do montante prometido por todos países desenvolvidos, em ajuda climática aos países em desenvolvimento até 2012. Apesar dos esforços de reconstrução após o tsunami e terremoto, completou Yamada, o país honrará seu compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No momento, não estamos pensando na chamada ‘força maior’”, disse ele à Reuters, se referindo à meta japonesa de corte de 6% nas emissões em comparação com o nível de 1990 até 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos colocando todos os esforços na reconstrução do nosso país então ainda é um pouco difícil julgar qual impacto este desastre terá sobre nossos esforços, entretanto, ainda estamos colocando todo ímpeto no cumprimento da redução de 6%”, enfatizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora Tóquio estava no caminho certo para alcançar a meta, levando em conta o seu desempenho em 2008 e 2009, comentou Yamada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Japão está operando apenas 19 dos 54 reatores ativos antes da crise levantada pelo derretimento e liberação de radioatividade da usina de Fukushima devido ao terremoto de março, o que aumenta a demanda por gás natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito líquido sobre as emissões de carbono ainda é incerto já que várias usinas a carvão, a fonte de energia que mais emite CO2, também estão ainda desativadas. A troca por gás natural reduziria as emissões liquidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5761536550883446329?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5761536550883446329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5761536550883446329&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5761536550883446329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5761536550883446329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/japao-afirma-que-cumprira-compromisso.html' title='Japão afirma que cumprirá compromisso sob Quioto'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7675087210940021830</id><published>2011-06-05T16:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T16:13:14.659-07:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente no Brasil</title><content type='html'>O Brasil, apesar de ser uma potência ambiental, ainda tem muito à aprender, pois o cenário não é dos melhores: desmatamento, tragédias naturais geradas pelo crescimento desmedido em conjunto com a falta de planejamento público entre outros problemas sérios, refletem a falta de um real engajamento do país, mesmo diante de tantas mudanças climáticas sinalizando a importância de tais medidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, o Dia Mundial do Meio Ambiente se torna o momento ideal para multiplicar ações que possam contribuir para a mudança dessa realidade imediatamente. Se informar a respeito das políticas públicas sobre o meio ambiente, questionar as atividades que ajudam a piorar o quadro atual e adotar atitudes sustentáveis na rotina individual são posições que devemos ter perante a nossa sociedade. E essa educação começa em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora sejamos um país rico em recursos naturais, os problemas que enfrentamos se deve a um mau planejamento e falta de educação quanto ao seu uso. A água é um deles. Embora tenhamos uma das maiores reservas de água potável no mundo, desperdiçamos cerca de 40% dela, destinada ao consumo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o uso racional de água é uma das mudanças mais importantes a ser incorporada no cotidiano do brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urban Post&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7675087210940021830?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7675087210940021830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7675087210940021830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7675087210940021830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7675087210940021830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/meio-ambiente-no-brasil.html' title='Meio Ambiente no Brasil'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8357303884812552310</id><published>2011-06-05T15:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T15:56:38.018-07:00</updated><title type='text'>Teme-se que cúpula florestal ignore comunidades locais</title><content type='html'>Governantes dos países com as maiores selvas tropicais do mundo, a Amazônia, o Congo e Bornéu-Mekong, estão reunidos desde 31 de maio, durante uma semana, na capital da República do Congo, buscando um acordo sobre o manejo sustentável dos ecossistemas florestais, mas ativistas temem que sejam ignoradas as comunidades locais. O anfitrião do encontro, Denis Sassou Nguesso, presidente congolense, disse que a cúpula é “um passo decisivo” final antes da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá no ano que vem no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo seus organizadores, a cúpula de Brazzaville também permitirá reforçar a cooperação Sul-Sul. O ministro congolense do Meio Ambiente, Henri Djombo, disse aos jornalistas que o objetivo é pedir a todos os países envolvidos que formem um bloco único. Antes da cúpula, as políticas florestais de vários países estiveram sobre a mesa. No Brasil, após vários adiamentos, a polêmica reforma do Código Florestal vigente desde 1965 foi aprovada na Câmara dos Deputados no dia 24 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo dia, os ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo foram mortos a tiros por desconhecidos. Ambos foram ameaçados de morte por seu ativismo contra o desmatamento ilegal no Estado do Pará. O texto do novo Código ainda precisa ser confirmado no Senado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff. Se for aprovado, ampliará a quantidade de florestas ameaçadas pelo desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frouxidão da proteção às florestas no Brasil acontece quando dados obtidos por satélite mostram que as perdas de florestas em março e abril foram, pelo menos, cinco vezes maiores do que igual período do ano passado. Quase 600 quilômetros quadrados de florestas foram destruídos nestes dois meses, o que é atribuído aos fazendeiros e produtores de soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Indonésia, uma moratória na emissão de novas autorizações para desmatar entrou tardiamente em vigor no dia 19 de maio, congelando o proposto corte ou a conversão de 64 milhões de hectares de florestas de turba e primárias, segundo informe publicado no The Jakarta Globe. A medida, que incluiu extensões para permissões já concedidas, ampliação de autorizações existentes e projetos vinculados à produção de açúcar, arroz ou energia, foi criticado por vários ativistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta é uma amarga desilusão”, disse ao jornal, Paul Winn, do capítulo Austrália-Pacífico do Greenpeace. “Isto pouco fará para proteger as florestas e turbas da Indonésia. Das florestas supostamente protegidas por esta moratória, 75% já estão protegidas sob as leis existentes, e as numerosas exceções afetam ainda mais todo benefício ambiental”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras filiais do Greenpeace apresentaram a preocupação de que madeira certificada como colhida de maneira sustentável pelo Forest Stewardship Council, na República do Congo e em outros países, não cumpre os padrões exigidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um comunicado de imprensa, do dia 27 de maio, cita especificamente duas empresas que operavam na República do Congo (Société de Développement Forestier e Congolaise Industrielle des Bois) por danificarem áreas valiosas e violarem direitos humanos nas províncias de Bandundu e Equateur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por telefone, a ministra das Comunicações do governo provincial de Equateur, Rebecca Ebale-Nguma, disse ter solicitado às autoridades da República Democrática do Congo (RDC) que aproveitassem a cúpula de Brazzaville para tomar nota dos problemas da população nesta região florestada. “Em Lisala, Mbandaka e Basankusu (Norte da RDC), por exemplo, a população, que vive em extrema pobreza, vê que uma tremenda riqueza vai embora sob a forma de madeira. Em Equateur há cidades inteiras sem assistência médica ou escolas”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Djombo disse que os dez países da Bacia do Congo traçaram um plano de convergências sobre o manejo de seus ecossistemas florestais. “Pode fazer alguma diferença, mas estas não comprometerão o plano geral”, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, numerosas organizações da sociedade civil na Bacia do Congo acreditam que a cúpula não considerará os problemas das comunidades florestais e dos povos indígenas. “A participação e consulta das pessoas afetadas não parece ser levada a sério”, disse Indra van Gisbergen, da Forest European Resources Network (Rede de Recursos Florestais Europeus). “Deve haver um acesso real a informação e campanhas de conscientização para estas pessoas”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Van Gisbergen, a cúpula tem mais a ver com a comercialização do carbono do que com o bem-estar da população. “Ao ler o projeto de declaração e o acordo de cooperação fica claro que a ênfase está em promover o mercado de carbono e financiar a redução de emissões por intermédio do mercado”, disse à IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em documento divulgado antes da cúpula, a Congo Basin Network (Rede da Bacia do Congo), com sede nos Camarões, expressou sua indignação quanto à direção do rascunho da declaração. “Como o resultado desta cúpula será muito influente, nossas organizações exortam os chefes de Estado a não darem prioridade ao comércio de carbono em relação ao processo da iniciativa REDD+ (Redução de Emissões de Carbono Causadas pelo Desmatamento e a Degradação das Florestas)”, disse à IPS Roch Euloge N’zobo, um dos porta-vozes da rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maixeng Fortuné Hanimbat, também integrante dessa rede, afirmou que os rascunhos dos documentos não definem claramente um papel para a sociedade civil no cumprimento das recomendações da cúpula. Representantes de comunidades de pigmeus autóctones também se queixam. “Nossa associação indígena nem mesmo sabe como se registrar. Uma vez mais estaremos presentes, mas não para apresentar nosso ponto de vista”, disse Jean Nganga, presidente da Associação para a Defesa e a Promoção dos Povos Indígenas, com sede em Brazzaville. “Talvez sejamos a ausência mais significativa deste acontecimento”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Por Arsène Séverin*, da IPS, Envolverde com a colaboração de Terna Gyuse (Cidade do Cabo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8357303884812552310?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8357303884812552310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8357303884812552310&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8357303884812552310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8357303884812552310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/teme-se-que-cupula-florestal-ignore.html' title='Teme-se que cúpula florestal ignore comunidades locais'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4794470525098157264</id><published>2011-06-03T12:30:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T12:35:16.223-07:00</updated><title type='text'>Rumo a uma Economia Verde</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Rumo a uma Economia Verde&lt;/span&gt; - Relatório da ONU aponta setores que podem ajudar a erradicar a pobreza e a tornar a economia global mais sustentável &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento de 2% da atual riqueza mundial em setores que estimulem o desenvolvimento sustentável pode levar a economia global a crescer acima do limite máximo imposto pelo atual modelo econômico, ajudando no combate à pobreza e ao desperdício. A conclusão consta de um relatório do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnuma) que contesta o argumento de que investimentos ambientais retardariam ou impediriam o crescimento econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza, divulgado hoje (21) e disponível na internet, aponta a agricultura, o setor de construção, de abastecimento de energia, a pesca, silvicultura, indústria, o turismo, os transportes, o manejo de resíduos e o abastecimento de água como áreas fundamentais para tornar a economia global mais sustentável, ou seja, que contribua para melhorar o bem-estar das populações e diminuir as desigualdades sociais, reduzindo também os riscos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o documento que será apresentado a ministros do Meio Ambiente de mais de 100 países durante a abertura do Fórum Global de Ministros do Meio Ambiente, promovido pelo Conselho de Administração do Pnuma, o redirecionamento por meio de políticas nacionais e internacionais de cerca de US$ 1,3 trilhão anuais para iniciativas sustentáveis beneficiaria não apenas os países desenvolvidos, mas principalmente os em desenvolvimento. Nessas localidades, em alguns casos, cerca de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) estão ligados à natureza ou a recursos naturais como a água potável, que se quer preservar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo indica que, atualmente, o mundo gasta entre 1% e 2% do PIB global subsidiando atividades que, a médio e longo prazo, tendem a esgotar o recursos naturais, tais como o atual modelo de agricultura, pesca e de dependência de combustíveis fósseis. De acordo com o relatório, grande parte dessas ações contribui para intensificar os danos ambientais e ampliar a ineficiência da economia global e parte dos recursos necessários para os investimentos em soluções poderia vir do que seria poupado combatendo os desperdícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a transição para a Economia Verde envolve políticas e investimentos que desassociam o crescimento econômico do consumo intensivo de materiais e energia. Como exemplo, o estudo cita o Brasil, onde a reciclagem já gera retornos de U$S 2 bilhões anuais ao mesmo tempo em que evita a emissão de 10 milhões de toneladas de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pnuma acredita que, com o estímulo de políticas públicas adequadas, mais vagas de trabalho serão criadas em nova atividades econômicas como as ligadas à produção de energia renovável e de agricultura renovável, compensando os empregos que fatalmente serão extintos devido ao esgotamento do atual modelo, caso da pesca, setor em que, segundo o relatório, subsídios de pelo menos U$S 27 bilhões ao ano acabaram por fazer com que a captura de pescados superasse em duas vezes a capacidade de reprodução deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CNTU&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4794470525098157264?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4794470525098157264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4794470525098157264&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4794470525098157264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4794470525098157264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/rumo-uma-economia-verde.html' title='Rumo a uma Economia Verde'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3072066249212653467</id><published>2011-06-01T17:48:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T17:50:52.649-07:00</updated><title type='text'>Banco Mundial ajudará grandes cidades a combater mudanças climáticas</title><content type='html'>O Banco Mundial vai ajudar os integrantes do Grupo C40 de Grandes Cidades a combater os efeitos negativos das mudanças climáticas. O anúncio foi feito hoje (1°) durante a plenária de abertura do encontro do grupo, na capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No evento, os presidentes do Banco Mundial, Robert Zoellick, e do Grupo C40, Michael Bloomberg, que é também prefeito de Nova York, assinaram o memorando que prevê a parceria. O banco vai dar auxílio técnico para que as cidades desenvolvam um plano de ações contra as mudanças climáticas e também um sistema de controle das emissões de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Zoelick, com essas duas medidas, as cidades poderão buscar recursos para implementar as ações planejadas. “As cidades terão mais oportunidade de financiamento, inclusive com investidores privados”, destacou. De acordo com ele, os planos municipais de combate às mudanças climáticas terão que contemplar três pontos. O primeiro é conter ações de prevenção a desastres naturais. Além disso, terão de prever construções mais sustentáveis e envolver a população local nas ações previstas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Grupo C40 ratificou que a medida representará oportunidade de acesso a financiamento para as cidades e planejamento com a qualidade técnica do Banco Mundial. “A parceria é um marco do reconhecimento da liderança das cidades no combate às mudanças climáticas”, destacou Michael Bloomberg.Os três municípios brasileiros que integram o grupo são o Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3072066249212653467?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3072066249212653467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3072066249212653467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3072066249212653467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3072066249212653467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/06/banco-mundial-ajudara-grandes-cidades.html' title='Banco Mundial ajudará grandes cidades a combater mudanças climáticas'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1064615421755345879</id><published>2011-05-30T18:09:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T18:15:23.371-07:00</updated><title type='text'>“A ECONOMIA VERDE”</title><content type='html'>Enquanto muitos países discutem sobre os efeitos do clima sobre a Humanidade, outros são testemunhas do clima, é necessário ser feito em caráter de urgência à análise de vulnerabilidade e propor ações efetivas, dentre elas a educação ambiental deve ser a disciplina necessária e permanente nas questões educacionais para melhoria da qualidade de vida do Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no limiar de uma nova era em que a gestão capitalista irá mudar radicalmente, não é possível a sociedade viver com o consumismo desenfreado sem ter o conhecimento das conseqüências advindas deste consumo. O planeta Terra pede socorro e as questões sobre a mudança climática é uma pequena parcela de tudo o que está ocorrendo no globo terrestre. Faz-se necessário mudar valores, perceber atitudes construtivas na sociedade civil para a sobrevivência da Humanidade neste planeta. Atitudes de uma consciência coletiva se fazem necessárias na busca de soluções possíveis, em que não podem prevalecer credos ou castas políticas, sendo determinantes aspectos como: informação, capacitação e planejamento do futuro de todas as comunidades e ecossistemas existentes no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criar mecanismos conscientes e inteligentes para a mudança do jeito de viver, de consumir e das expectativas sobre o futuro dentro de cada comunidade local para estabelecer o equilíbrio perfeito na relação homem – ambiente, podem provocar um desenvolvimento sustentável de novas oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas e todas as sociedades civis organizadas devem ter o papel de dialogar e orientar sobre a nova base do conhecimento, que é a “ERA VERDE”, do qual, milhões de negócios podem ser gerados, fortunas podem ser criadas ou destruídas, de acordo com os aspectos colocados na condução de cada atividade. O mundo está carente de tecnologias de conservação do solo, manuseio e solução para passivos ambientais (lixo), dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas soluções em curso que precisam ser difundidas e ampliadas como o sistema integrado de produção agroecológica, os adubos verdes, a informática verde (tecnologia e computação verde), inseticidas biológicos, energia elétrica sem fio, energia solar, o aprimoramento hidrometeorológico, além de profissões e soluções alternativas, a exemplo da criação dos farmofazendeiros (juntar habilidades agrícolas as farmacêuticas), engenheiro de tecidos celulares (fabricação de órgãos humanos artificiais), biotecnologia, criogenia (ramo da físico-química que estuda tecnologias para a produção de temperaturas muito baixas), nanotecnologia, implantar sistemas de empreendedorismo cultural e artístico, criar núcleos de criatividade, explorar toda e qualquer alternativa de preservação e recuperação do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade da sobrevivência do Homem no Planeta Terra é de cada um de nós. Vou comprar produtos, qual a empresa que agrega mais valor à sustentabilidade? Automaticamente devo pensar, esta empresa respeita a vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tomar consciência da defesa da natureza são necessárias à participação coletiva sejam em gestos simples como plantar árvores ou respeitar o elemento mais caro do nosso planeta que é a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado de créditos de carbono não pode ser encarado como solução, porque os efeitos climáticos estão presentes e o planeta é um super-organismo vivo, como comenta Sr. James Eprhraim Lovelock, o Ghandi da Ciência. Os custos das ações de adaptação são menores do que da recuperação provocados por desastres climáticos, em que vidas são ceifadas em virtude de posições políticas públicas equivocadas de nossa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade sempre foi dependente aos efeitos climáticos e a vulnerabilidade precisa ser estudada com lupa nos biomas da realidade. A ótica do desenvolvimento sustentável deve ser a base social de uma nova política pública global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Welinton dos Santos é economista e psicopedagogo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1064615421755345879?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1064615421755345879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1064615421755345879&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1064615421755345879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1064615421755345879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/economia-verde.html' title='“A ECONOMIA VERDE”'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7293684369289022778</id><published>2011-05-29T10:13:00.000-07:00</published><updated>2011-05-29T10:18:05.609-07:00</updated><title type='text'>MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SEGURANÇA NACIONAL (2)</title><content type='html'>mario César Flores (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso peculiar da Amazônia, extensa em longitude, sugere ser considerada a hipótese de monitoramente mediante o emprego de sistema de satélites, sob controle brasileiro, em órbita equatorial que “varreria” a Amazônia brasileira e a dos países amazônicos vizinhos, com alcance em latitude capaz de cobrir a área de transição cerrado-floresta, bem como nossa problemática fronteira norte. A menção à viabilidade de monitorar as Amazônias de nossos vizinhos, devidamente acertada com eles, se encaixa naturalmente como um instrumento prático de incremento do Tratado de Cooperação Amazônica, até hoje pouco explorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de monitoramento será primordialmente útil - na verdade, indispensável - ao controle da dinâmica florestal, hoje sob o “olhar” crítico do mundo. Mas a par de sua utilidade no controle dos aspectos negativos dessa dinâmica, ele também é útil ao controle dos positivos. Entre eles, o reflorestamento e à reboque, o correlato mercado de crédito de carbono, cuja dimensão vem crescendo no mundo. É razoável, portanto, supor-se que empresas de grande porte, como a Eletrobrás e suas filiadas (cujos empreendimentos hidroelétricos afetam a natureza), a Vale do Rio Doce (empreendimentos de mineração extensiva, idem), empresas de papel / celulose de grande porte e quaisquer empresas interessadas (ou compelidas por regulamentação) no reflorestamento, contribuam para a montagem e o funcionamento do sistema esboçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal: elas também serão beneficiárias do mercado do crédito de carbono cuja prática, para que mereça o respeito nacional e do mundo, exige o rigor do controle, que o monitoramente tecnologicamente moderno propicia. Não é demais conjeturar até mesmo que, mediante avaliação criteriosa, se venha a direcionar para os instrumentos institucionais do controle ambiental, uma parcela da renda do mercado de crédito de carbono, à semelhança do que ocorre com os royalties do petróleo extraído no mar, aportados para a Marinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na geopolítica do espaço não há como obstar que outro país tecnologicamente avançado (Rússia, China, França, Japão, Inglaterra, EUA...) ou algum país que não detenha a tecnologia, mas se associe a algum que os tenha (Venezuela e Rússia ou China, por exemplo), construam e operem sistemas como o aventado, com a inevitável intrusão em assuntos internos brasileiros. Talvez até viéssemos a ser clientes de tais sistemas, sujeitando-nos a interpretações interesseiras, da origem. Em suma: o respeito à nossa soberania em nosso território, vulnerável à intrusão supranacional da tecnologia espacial, sob o argumento do controle ambiental de interesse supranacional, sugere ser conveniente o convencimento dos demais países de que exercemos nossa soberania com responsabilidade - de que é instrumento essencial a monitoramento aventado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria desastroso para a credibilidade de nossa responsabilidade soberana a repetição do malogro do projeto SIVAM, que só funciona a contento no controle do espaço aéreo, a cargo da Aeronáutica, deixando a desejar no tocante ao seu potencial diversificado: controle de calamidades e defesa civil, controle de desmatamento e queimadas.... Um projeto de monitoramento da natureza do aqui aventado é naturalmente multifacetado quanto à sua utilidade: vários usos civis e o militar (defesa nacional), que podem ser coordenados em proveito mútuo e barateamento do sistema – o que exige a superação da tradicional cultura brasileira de estanqueidade funcional dos vários órgãos do governo, que contribuiu para o modesto uso diversificado, do SIVAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe agora desenvolver brevemente a inserção do Ministério da Defesa nessa sistemática. Evidentemente, o monitoramento aventado, além de seu papel na questão ambiental, é útil também aos controles inerentes à defesa nacional clássica: vigilância e controle de fronteiras, por exemplo, trata-se, portanto, de sistema inerentemente de uso dual, militar e civil Ademais, ele acarreta injunções em outra esfera da segurança nacional: seu controle deve ser basicamente brasileiro, ainda que adequadamente compartilhado com nossos vizinhos amazônicos, nos termos que vierem a ser acordados ao amparo do Tratado de Cooperação Amazônica. Razão que enfatiza a conveniência de institucionalizá-lo, antes que sua inexistência justifique a iniciativa de grande potência (ou de país regional, associado a grande potência...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abrangência do assunto é, portanto, complexa em sua integralidade, envolvendo vários Ministérios e instituições públicas. Inclusive o Ministério da Defesa e as Forças Armadas que, além da questão do controle das fronteiras - tema inerente à defesa nacional -, podem ser úteis no controle e nas ações preventivas ou ate repressivas em regiões onde não se estende, satisfatória e regularmente, a atuação de órgãos civis (IBAMA, Instituto Chico Mendes, FUNAI, Polícia, outros). A estruturação correta de toda essa sistemática requer formulações em três áreas interconectadas: a tecnológica, com a contribuição de empreendimentos técnico-industriais, sob a supervisão do Ministério de C&amp;amp;T. A relativa ao desenvolvimento de projetos de uso e preservação da natureza lato senso (solo, selva, biodiversidade, rios), inclusive quanto à adequabilidade ecológico-econômica a qual atividade ou uso, estrutura e procedimentos de controle de atividades, repressão de irregularidades e recuperação de recursos naturais, com seus assuntos correlatos (mercado do crédito de carbono), sujeita à supervisão do Ministério do Meio Ambiente. E terceira, a pertinente à contribuição do Ministério da Defesa nos objetivos da segunda e ao uso do monitoramento para a segurança nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esse um dos desafios que o Brasil terá que enfrentar e resolver, em prol de seu desenvolvimento saudável e de sua inserção positiva na ordem internacional do século 21. Saberemos fazê-lo...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Almirante-de-Esquadra (reformado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7293684369289022778?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7293684369289022778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7293684369289022778&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7293684369289022778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7293684369289022778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/meio-ambiente-desenvolvimento-e_29.html' title='MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SEGURANÇA NACIONAL (2)'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-9218842441813619069</id><published>2011-05-29T10:04:00.000-07:00</published><updated>2011-05-29T10:12:52.879-07:00</updated><title type='text'>MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SEGURANÇA NACIONAL (1)</title><content type='html'>mario César Flores (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio ambiente, os recursos naturais e as mudanças climáticas são problemas da agenda do século 21, envolvendo temas políticos, econômicos, sociais, de soberania e de segurança nacional. O Brasil não pode ignorar as injunções desses problemas na vida nacional e em sua inserção internacional, que se manifestam em duas “frentes”, ambas com reflexos na segurança nacional. A primeira “frente” é interna: as disfunções antrópicas comprometedoras do desenvolvimento saudável e sustentável; a continuidade dessas disfunções podem vir a produzir situações de calamidade, com as conseqüentes migração e urbanização descontroladas, desordem e violência. Já a segunda é supranacional: as atividades no Brasil, incidentes no clima, nível dos oceanos, regimes de chuvas e secas anormais, poluição de rios e por ai vai..., entendidas como prejudiciais também ao seu entorno e ao mundo em geral; e na mão contrária, os reflexos das atividades prejudiciais (nos mesmos tópicos) ao Brasil, praticadas fora do país, em particular no nosso entorno geopolítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle dessas duas “frentes” depende da existência de moldura legal e reguladora adequada, nacional e internacional (Convenção de Mudanças Climáticas, da ONU, Protocolo de Kyoto e seus desenvolvimentos posteriores, Copenhagen e Nagoya). Moldura que sempre pode ser aperfeiçoada, mas já existe ao menos razoável, falta cumpri-la!&lt;br /&gt;Nesse contexto propício à emersão de contenciosos, o Brasil, país entendido como influentes nele, precisa preparar-se para exercer a complexa combinação da proteção de seus interesses com os da humanidade, de que depende seu progresso em segurança interna e no cenário internacional. E isso passa pelo controle do cumprimento da moldura reguladora, tanto para evitar conseqüências internas comprometedoras do futuro do seu desenvolvimento sustentável, como para neutralizar os cuidados intrusivos de outros países, por vezes até bem fundamentados, mas também outros polêmicos e ainda sujeitos à melhor aferição científica. De qualquer forma, todos capazes de induzir imposições prejudiciais à vida nacional (embargos, certificações restritivas, cotas, pressões de Governos e ONGs e, no correr do século, até mesmo preocupações de segurança e defesa nacional clássica), sob a justificativa de que não estaríamos respondendo adequadamente à nossa responsabilidade nacional. Por outro lado, se a conduta brasileira for entendida como satisfatória,, o Brasil ver-se-á credenciado a exercer influência internacional – exercício eventualmente até necessário no seu entorno, onde podem ocorrer fatos de conseqüências mais diretas para a segurança do nosso desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quadro dessas observações sobre os meandros supranacionais do tema, cabe consignar aqui: a preocupação com a natureza é assunto hoje incidente nas estratégias nacionais de segurança dos países mais desenvolvidos, em particular dos EUA, naturalmente vocacionados à preocupação global. Seu Departamento de Defesa e suas Forças vêm dedicando singular atenção aos reflexos estratégicos dessa preocupação, inclusive no preparo intelectual de seus oficiais. A inserção dessa preocupação nas estratégias de segurança deve ser objeto de atenção também no Brasil – nela incluída o potencial das Forças Armadas no controle que reduza a possibilidade de problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No macro-cenário geográfico brasileiro há hoje uma imensa região que “mexe” com a pauta global: a Amazônia, objeto de atenção crítica de vários países relevantes no contexto global – países relevantes por várias razões, inclusive por seus “pecados anti-natureza”, a exemplo dos EUA e da China... A Amazônia é de fato região candidata natural a objeto de atenção e eventualmente, de pressão ou, mais dia, menos dia, até de coerção, visando pautar a soberania brasileira no tocante a certas áreas temáticas – o meio ambiente, a biodiversidade, os recursos naturais, a ocupação territorial e a água doce. Esse quadro de interesse transnacional obviamente se estende aos demais países amazônicos, integrantes do Tratado de Cooperação Amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que ainda seja preciso estudar e avaliar a Amazônia, com fundamento na ciência (nosso INPA vem exercendo esforço positivo nesse sentido), o fato é que já existe suscetibilidade mundial a respeito de reais ou supostos reflexos sobre a segurança de outros países e da humanidade em geral, resultantes do que acontece na sua natureza, já tendo havido manifestações contundentes a respeito, de personalidades de relevo internacional, indicadoras de probabilidade do aumento de pressões. Convém ao Brasil considerar essa suscetibilidade com a atenção que, além de responder à segurança nacional, é útil ao próprio controle das atividades brasileiras na região, públicas e privadas, não raro prejudiciais à continuidade do desenvolvimento sustentável – um problema preocupante, contaminado por interesses econômicos e sociais, “envenenados” pelos interesses políticos que lhes são associados.&lt;br /&gt;Além do aparelhamento material e humano adequado, dos órgãos vocacionados para esse controle, hoje precário, um aspecto decisivo requer imediato engajamento: o rigoroso monitoramento dos acontecimentos mediante o uso da tecnologia moderna exigida pela imensidão e diversidade geográfica da região, que permita a rápida e oportuna reação a quaisquer irregularidades graves, resultantes de causas naturais ou das atividades humanas, comumente fora da lei. Esse propósito - o monitoramento rigoroso dos acontecimentos -, está por ora muito aquém do conveniente. (cont.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Almirante-de-Esquadra (reformado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-9218842441813619069?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/9218842441813619069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=9218842441813619069&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/9218842441813619069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/9218842441813619069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/meio-ambiente-desenvolvimento-e.html' title='MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SEGURANÇA NACIONAL (1)'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1773945179437752327</id><published>2011-05-27T19:39:00.000-07:00</published><updated>2011-05-27T19:42:41.021-07:00</updated><title type='text'>Google entra com US$ 55 milhões em fazenda eólica</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empresa ultrapassa a marca dos US$ 400 milhões em investimentos em energia limpa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maior fazenda eólica da Califórnia, a Alta Wind Energy Centre (AWEC), localizada no deserto do Mojave e com a capacidade de gerar 1,5GW, recebeu o aporte de US$ 55 milhões do Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o acordo firmado com a Terra-Gen, que administra o AWEC, o Google é agora proprietário de uma parte das instalações responsável por gerar 102MW.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rick Needham, diretor de operações da divisão de negócios verdes do Google, afirmou ao portal BusinessGreen que a companhia está particularmente interessada no projeto de novas linhas de distribuição que a AWEC utiliza na transmissão de eletricidade, que é capaz de conduzir energia renovável de áreas remotas para as zonas urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse último negócio, o Google ultrapassou os US$ 400 milhões em investimentos em fontes alternativas de energia. &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias3/noticia=727355" target="_blank"&gt;Em abril&lt;/a&gt;, a empresa comprou parte de uma fazenda eólica no Oregon por US$ 100 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Business Green&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1773945179437752327?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1773945179437752327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1773945179437752327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1773945179437752327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1773945179437752327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/google-entra-com-us-55-milhoes-em.html' title='Google entra com US$ 55 milhões em fazenda eólica'/><author><name>arlindo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103033441613686282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6763905161297722298</id><published>2011-05-21T21:48:00.000-07:00</published><updated>2011-05-21T21:48:46.565-07:00</updated><title type='text'>Rio+20 e a transição para uma economia verde</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Rio+20 poderá marcar um ponto de virada nos assuntos globais, um momento em que a estabilidade ambiental seja transformada em realidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Folha de S.Paulo] A transição para uma economia verde, de baixo carbono e uso eficiente dos recursos naturais, virou uma prioridade central dos esforços internacionais em busca do desenvolvimento sustentável, em um século 21 em processo de transformação acelerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governos vão se reunir novamente no próximo ano, no Brasil, 20 anos após a Cúpula da Terra do Rio-1992, em meio a uma paisagem de desafios persistentes e emergentes e contra o pano de fundo de crises recentes e atuais, que em parte são desencadeadas pela maneira como administramos os recursos naturais&lt;br /&gt;finitos, ou, melhor, como deixamos de administrá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma economia verde, no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, é um dos dois temas centrais da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável-2012, a chamada Rio+20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engajamento do Brasil será crucial para moldar a ambição internacional para a Rio+20, ao mesmo tempo em que destacará a experiência do próprio país, desde sua economia à base de etanol até a gestão aprimorada dos patrimônios baseados na natureza, incluindo a Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) afirma que uma economia verde é do interesse de todos os países -os ricos e os menos ricos, os desenvolvidos e os que estão em desenvolvimento, os de economia estatal ou de mercado. Recentemente, o Pnuma lançou “Uma Transição para uma Economia Verde”, e fui solicitado a compartilhar as conclusões do relatório em um encontro extraordinário das comissões ambientais do Senado e da Câmara do Brasil em 26 de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório sugere que o investimento de 2% do PIB global por ano -ou seja, cerca de US$ 1,3 trilhão- em dez setores-chave poderia deslanchar uma transição econômica verde, desde que o investimento fosse apoiado por políticas e medidas públicas inteligentes. O financiamento poderia vir em parte do término gradual de subsídios “prejudiciais”, algo perto de US$ 1 trilhão, cobrindo desde combustíveis fósseis até fertilizantes e pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo sobre a economia verde destaca países em que já há transições em curso, como a República da Coreia e Uganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, a capacidade instalada de fotovoltaicos provavelmente será de 50 GW -o equivalente a 50 reatores nucleares-, em países que vão de Bangladesh e Marrocos a Alemanha e Emirados Árabes.&lt;br /&gt;Haverá desafios -é possível que empregos sejam perdidos inicialmente no setor da pesca, para que os estoques de pescado superexplorados possam ser restaurados.&lt;br /&gt;Mas, de modo global, uma economia verde gera mais empregos do que os que são perdidos nos velhos setores “marrons”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência Rio+20 representa uma oportunidade de intensificar e de acelerar esses “brotos verdes”.&lt;br /&gt;Alguns países estão preocupados com tarifas verdes ou barreiras comerciais. Esses são riscos que precisam ser enfrentados, mas que também são inerentes aos modelos econômicos existentes em um mundo em que os países competem em um mercado global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em uma época de desafios múltiplos -muitos dos quais a ciência vem confirmando que são ainda mais palpáveis, reais e urgentes do que eram em 1992, incluindo as mudanças climáticas, a perda da biodiversidade e a degradação dos solos. Mas também vivemos em um mundo de oportunidades inéditas para uma mudança fundamental em relação aos caminhos econômicos, sociais e ambientais do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio+20 poderá ser apenas uma data a mais no calendário. Mas também poderá marcar um ponto de virada nos assuntos globais, um momento em que a promessa de emprego, igualdade e estabilidade ambiental feita 20 anos antes seja transformada de ideal em realidade para cerca de 7 bilhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Autor: Achim Steiner é subsecretário-geral da ONU e diretor-executivo do Pnuma&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6763905161297722298?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6763905161297722298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6763905161297722298&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6763905161297722298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6763905161297722298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/rio20-e-transicao-para-uma-economia.html' title='Rio+20 e a transição para uma economia verde'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6108120825081310077</id><published>2011-05-20T07:05:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T07:06:38.892-07:00</updated><title type='text'>Relatório constata que Amazônia está mais quente e com menos chuvas</title><content type='html'>O aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média esperadas são as principais conclusões do relatório final do projeto Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil Análise conjunta Brasil-Reino Unido sobre os Impactos das Mudanças Climáticas e do Desmatamento na Amazônia, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Met Office Hadley Centre (MOHC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento é resultado de três anos de trabalho de pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, com financiamento da Embaixada Britânica. Os estudos mostram a importância da Amazônia para o clima global e como provedora de serviços ambientais para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do projeto é subsidiar os formuladores de políticas com evidências científicas das mudanças climáticas e de seus possíveis impactos no Brasil, na América do Sul e em nível global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'A experiência do MOHC, líder mundial em modelagem climática, aliada à experiência do Inpe em estudos sobre mudanças climáticas na América do Sul possibilitaram a identificação de possíveis cenários e impactos, com projeções inovadoras dos efeitos das mudanças climáticas antrópicas na região', disse José Marengo, pesquisador do Inpe, que coordenou o projeto no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto utilizou um conjunto de modelos globais e regionais desenvolvidos pelo MOHC e pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe para projetar efeitos das emissões de gases de efeito estufa no clima do mundo e fornecer mais detalhes sobre o Brasil. Embora as projeções abranjam todo o país, o foco do relatório se concentra na Amazônia, área de preocupação nacional, regional e mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi criado pelo Fundo para Programas Estratégicos do Governo do Reino Unido, antigo Global Opportunity Fund (GOF). O trabalho terá continuidade como parte do programa científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas e da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais, sediados no Inpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A íntegra do relatório está disponível, na versão em português em www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/relatorioport.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6108120825081310077?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6108120825081310077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6108120825081310077&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6108120825081310077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6108120825081310077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/relatorio-constata-que-amazonia-esta.html' title='Relatório constata que Amazônia está mais quente e com menos chuvas'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4734243403553970478</id><published>2011-05-19T12:47:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T12:47:24.337-07:00</updated><title type='text'>Economia Verde é incluída oficialmente na agenda Brasil-EUA</title><content type='html'>Brasil e Estados Unidos anunciaram que há “interesses convergentes” dos dois países em matéria de energia, inclusive nos setores de petróleo, gás natural, biocombustíveis e outras fontes renováveis. Os EUA, informou o presidente Barack Obama, veem no Brasil um parceiro estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sublinharam a importância de mobilizar instituições públicas e privadas de pesquisa dos dois países com vistas a intensificar a cooperação para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras para a produção de biocombustíveis avançados e comprometeram-se a aprofundar o diálogo bilateral e multilateral em matéria de produção e uso sustentável de bioenergia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(Os dois países) concordaram com a importância de uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável como um meio de gerar crescimento econômico, de criar emprego decente, de erradicar a pobreza e de proteger o meio ambiente. Nesse sentido, acordaram iniciar diálogo sobre iniciativa conjunta em sustentabilidade urbana, que servirá como plataforma para ações voltadas para os desafios e oportunidades de desenvolvimento de infraestruturas urbanas que promovam o desenvolvimento sustentável com benefícios econômicos, sociais e ambientais concretos”, diz um trecho do comunicado conjunto dos presidentes Obama e Dilma Rousseff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Globo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4734243403553970478?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4734243403553970478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4734243403553970478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4734243403553970478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4734243403553970478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/economia-verde-e-incluida-oficialmente.html' title='Economia Verde é incluída oficialmente na agenda Brasil-EUA'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7500570308212750097</id><published>2011-05-18T09:09:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T09:09:48.133-07:00</updated><title type='text'>Comércio internacional dificulta controle de emissões</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Relatório da consultoria britânica Carbon Trust afirma que até 25% das emissões de gases do efeito estufa globais trafegam no formato de mercadorias sendo exportadas de países em desenvolvimento para as nações mais ricas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de abril, o estudo “Crescimento da transferência de emissões via comércio internacional entre 1990 e 2008” já afirmava que as comemoradas reduções nas emissões dos países mais ricos não eram verdadeiras, porque o que realmente ocorreu foi que setor industrializado dessas nações enviou suas fábricas para a Ásia e América latina, ou então perdeu espaço para competidores dessas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o próprio Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), as nações mais ricas reduziram em média 2% de suas emissões entre 1990 e 2008, porém se for considerada a importação de mercadorias, na realidade houve um aumento de 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmando esse cenário, a consultoria Carbon Trust divulgou nesta quinta-feira (12) um estudo chamado “International Carbon Flows” (Fluxo Internacional de Carbono), que afirma que até 25% das emissões mundiais viajam de país para país através do comércio internacional sem serem devidamente contabilizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, enquanto a China exporta 23% de suas emissões, o Reino Unido importa um adicional de 34%. A previsão da Carbon Trust é que em 15 anos o Reino Unido esteja importando a mesma quantidade de carbono que produz nacionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de metade do fluxo do carbono está associado com o comércio de commodities, como aço, cimento e químicos, a outra metade é relacionada com produtos como motores, equipamentos industriais e roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fluxo tem um impacto significante nas emissões dos países, sendo que as grandes economias tendem a ser os maiores importadores. A França apresenta o equivalente a 43% de suas emissões agregadas a mercadorias importadas, a Alemanha 29%, o Japão 19% e os Estados Unidos 13%. O Brasil aparece como um exportador de emissões, com cerca de 15%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência é de que esses números se acentuem e que cada vez mais o monitoramento das emissões baseada apenas na produção industrial, como é feita pelo Protocolo de Quioto, estará equivocado. Segundo a Carbon Trust, em uma economia globalizada, os cálculos de emissões deveriam estar ligados ao consumo de bens e serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, seria muito mais importante buscar uma cadeia de produção limpa, e caberia aos consumidores cobrarem das empresas um maior cuidado com as emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O carbono incorporado na cadeia de produção pode ser visto como uma oportunidade”, afirma o relatório, querendo dizer que as empresas que investirem em medidas de controle de emissões possuirão um diferencial comercial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O risco está em não agir nesse sentido, assim consumidores podem acabar buscando alternativas com um menor impacto climático e as companhias que ficarem para trás perderão mercado”, explica a Carbon Trust&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto CarbonoBrasil/Carbon Trust&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7500570308212750097?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7500570308212750097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7500570308212750097&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7500570308212750097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7500570308212750097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/comercio-internacional-dificulta.html' title='Comércio internacional dificulta controle de emissões'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-9203679365391947781</id><published>2011-05-15T08:47:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T08:47:11.327-07:00</updated><title type='text'>Itália corta subsídios para energia solar em até 19%</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A partir de 2016, país não dará mais incentivos financeiros, pois governo prevê que energia solar atingirá paridade na rede em 2017&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desenvolvedores de projetos de energia solar italianos terão só até o fim deste mês para se conectar à rede se quiserem receber as taxas de subsídio atuais. Na semana passada, o governo anunciou que cortará os mecanismos de apoio e instituiu um financiamento limite para os incentivos a usinas maiores.&lt;br /&gt;Anteriormente, o governo havia apresentado um decreto para manter os subsídios até 31 de agosto, mas decidiu adiantar o prazo para 31 de maio. A variação da taxa de redução dependerá do tipo de instalação e quando o corte será aplicado, mas analistas do grupo Jefferies garantem que os cortes versarão entre 10% e 19% em 2011 e entre 12% e 14% em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usinas de grande porte terão um financiamento limite de US$ 841 milhões a partir de junho de 2012. Instalações conectadas à rede depois de 2016 não receberão incentivos, pois o governo prevê que a energia solar atingirá paridade na rede em 2017.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regulamentação atualizada substituirá a legislação anterior, que garantia subsídios até 2013. As novas taxas serão aplicadas a instalações que entrarem em operação de 1º de junho ao fim de 2016. “Essa medida importante pode finalmente trazer estabilidade e perspectivas de longo prazo para o mercado para atingir competitividade tecnológica”, afirmou o ministro do desenvolvimento econômico Paolo Romani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Jean-Francois Meymandi, analista do banco de investimento UBS, essa extensão deverá atender as necessidades dos projetos em andamento, mas não irá atrair novos investimentos para o setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Min Xu, analista de pesquisa do Jefferies em Nova York, declarou que as regras revisadas limitarão os incentivos excessivos e promoverão sustentabilidade no setor solar italiano. Para Xu, os cortes tarifários são relativamente razoáveis, e um incentivo de 10% trará dinamismo para a indústria solar europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesse Pichel, também analista da Jefferies, sugeriu que agora que o governo anunciou a legislação atualizada “as discussões sobre a energia solar agora sairão da esfera da política... e irão para os fundamentos de suprimento e demanda”. Segundo Pichel, as empresas com baixo custo continuarão a se desenvolver, “apesar do crescimento mais tímido da indústria solar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, o setor solar italiano atraiu alguns dos maiores fabricantes de módulos fotovoltaicos, como a as chinesas Suntech Power Holdings Co, Trina, Yingli Green Energy e a norte-americana First Solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jéssica Lipinski&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-9203679365391947781?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/9203679365391947781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=9203679365391947781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/9203679365391947781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/9203679365391947781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/italia-corta-subsidios-para-energia.html' title='Itália corta subsídios para energia solar em até 19%'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1537039828621323727</id><published>2011-05-14T17:59:00.000-07:00</published><updated>2011-05-14T18:19:01.059-07:00</updated><title type='text'>ONU alerta para "choque mortal" entre urbanização e mudança climática</title><content type='html'>A ONU advertiu nesta quinta-feira (12) que haverá um “choque mortal” entre a crescente urbanização do planeta e a mudança climática, e previu catástrofes naturais “sem precedentes” devido ao enorme impacto das cidades sobre o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise consta do último relatório do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), apresentado nesta quinta-feira, que considera as cidades como “o verdadeiro campo de batalha” na luta contra a mudança climática, um fenômeno contra o qual a entidade têm de começar a tomar medidas “ativamente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As cidades não só são grandes causadoras da mudança climática, mas com densidades cada vez maiores, também serão as mais afetadas quando a natureza contra-atacar”, disse o diretor-executivo da ONU-Habitat, Joan Clos, que apresentou o relatório na sede das Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clos lembrou perante a imprensa que 50% da população vive em zonas urbanas e que, nessas áreas, receberam um fluxo migratório “sem precedentes” proveniente das zonas rurais dos países em vias de desenvolvimento. “Temos um desafio enorme diante de nós. Precisamos encontrar e pactuar um novo modelo de crescimento baseado em energias renováveis e as cidades devem agir para transformar seus planos urbanísticos e de desenvolvimento”, indicou o diretor-executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto pede às cidades que ajam “imediatamente” e indica que, se não forem adotadas medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e fomentar “um desenvolvimento urbano mais justo e sustentável do ponto de vista ambiental”, haverá “um choque mortal entre a urbanização e a mudança climática”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As cidades, com sua crescente demanda de consumo e estilo de vida, agravam o ritmo da mudança climática e aumentam os riscos”, aponta o relatório, que detalha que, embora as cidades ocupem apenas 2% da superfície terrestre, são responsáveis por 75% das emissões dos gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, intitulado “As cidades e a mudança climática: Relatório Mundial sobre os Assentamentos Humanos 2011″, ressalta que, até 2050, a situação ambiental poderia provocar 200 milhões de refugiados, que buscarão “novas casas ou novos países para viver”, devido ao transtorno que os desastres terão nas economias locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades devem se preparar para “um ataque das poderosas forças da natureza: o aumento da temperatura dos oceanos, o degelo e o consequente aumento do nível do mar são uma ameaça para milhões de pessoas que vivem nas cidades litorâneas”, alertam os autores do relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As marés tormentosas, cada vez mais frequentes, provocam cheias e danos materiais, inundações, erosão do litoral, maior salinidade e obstruções à drenagem das correntes de água”, constata o relatório, que alerta para as graves repercussões no delta do Nilo, em cidades litorâneas em nível muito baixo, como Copenhague, e em comunidades insulares do Pacífico sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas cidades litorâneas do Norte da África, espera-se um aumento da temperatura de 1 a 2 graus centígrados, o que poderia fazer subir o nível do mar e expor entre 6 e 25 milhões de habitantes a enchentes. Além disso, o texto indica que, na América Latina, “entre 12 e 81 milhões de habitantes poderiam testemunhar maiores tensões relacionadas à água antes da década de 2020. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juscelino Dourado(Instituto Estre)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1537039828621323727?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1537039828621323727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1537039828621323727&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1537039828621323727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1537039828621323727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/onu-alerta-para-choque-mortal-entre.html' title='ONU alerta para &quot;choque mortal&quot; entre urbanização e mudança climática'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6559832483685960048</id><published>2011-05-13T14:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T14:16:23.621-07:00</updated><title type='text'>Ministério das Cidades diz que país precisa investir R$ 420 bilhões em saneamento</title><content type='html'>O país terá que investir R$ 420 bilhões para oferecer água tratada, recolhimento de lixo e sistema de drenagem urbana a todas as residências e levar redes de esgoto para 90% da população nos próximos 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estimativa foi divulgada na quinta-feira (12) pelo secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Tiscoski, durante seminário sobre o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), dirigido a especialistas no setor e integrantes de prefeituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um plano de metas para o Brasil. Prevê, num horizonte de 20 anos, a universalização do serviço de saneamento. A meta é que cada cidadão tenha água tratada, coleta de esgoto, recolhimento de lixo – corretamente destinado em aterros sanitários – e drenagem urbana em torno de sua residência”, explicou Leodegar. “Com exceção do esgoto, que deve chegar a 90% de cobertura, as demais modalidades deverão estar totalmente resolvidas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário nacional reconheceu que as obras de saneamento da primeira fase do Programa de Aceleração do Crescimento atrasaram. Segundo ele, devido à falta ou a má qualidade dos projetos apresentados. A principal dificuldade foi a estrutura frágil do setor de saneamento, que durante anos teve pouca expressão, fazendo com que empresas deixassem de investir em equipamentos e prefeituras em projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando lançamos o PAC, em 2007, não havia projetos, licença ambiental ou regularização fundiária. O recurso foi disponibilizado, mas muitas obras não saíram ou demoraram. Hoje estamos com 83% das obras em andamento, mas ainda há um percentual não iniciado. Até 2012, teremos 80% das obras concluídas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à segunda fase do programa, ele demonstrou confiança de que haverá outra dinâmica no processo. “O PAC 2 vai ter mais velocidade. São R$ 45 bilhões para saneamento. Até julho deste ano, já teremos R$ 12 bilhões em projetos selecionados, prontos para começar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das prioridades será acabar com os lixões, que devem ser transformados em aterros sanitários regulares, por meio da formação de consórcios regionais entre municípios. Atualmente, segundo Leodegar, ainda existem 3 mil lixões no país. O Ministério das Cidades dispõe de R$ 1,5 bilhão para investir no setor neste ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Vladimir Platonow/ Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6559832483685960048?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6559832483685960048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6559832483685960048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6559832483685960048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6559832483685960048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/ministerio-das-cidades-diz-que-pais.html' title='Ministério das Cidades diz que país precisa investir R$ 420 bilhões em saneamento'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3925520240868736435</id><published>2011-05-10T08:20:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T08:20:35.140-07:00</updated><title type='text'>Análise: energia verde pode deixar de depender de subsídios gradualmente</title><content type='html'>O apoio do governo para energias renováveis deve acabar gradualmente e simultaneamente aos cortes nos subsídios para combustíveis fósseis, afirmaram investidores e lobistas que reclamam dos cortes imprevisíveis nos incentivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das fontes de energia verde ainda luta para competir com combustíveis fósseis exceto em áreas favoráveis, como por exemplo, a energia eólica em regiões costeiras da Europa Ocidental ou no Texas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apoiadores crêem que os incentivos para baixo carbono acabarão com a queda nos custos das tecnologias verdes, mas os governos também vão interromper o apoio para carvão, gás e petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investidores querem uma queda gradual e transparente no apoio às tecnologias verdes, após uma tendência de cortes inesperados que tornou a energia renovável um negócio de alto risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Europa dá os incentivos mais generosos à energia solar, mas um grande corte nos subsídios que ocorreu na Espanha depois de 2008, até então líder do mercado no setor, deixou um legado de incertezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a Itália, o segundo maior mercado do setor depois da Alemanha, luta para revisar os incentivos solares após meses de adiamentos, com novos limites para 2011-2012. A Alemanha tem sido elogiada por cortar incentivos anualmente com grande antecedência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Europa não é necessariamente favorável ao investimento no que nós fazemos por causa do ambiente regulatório volátil”, apontou Bernard Lambilliotte, diretor financeiro da empresa de investidores em energia limpa Ecofin, que tem cerca de US$ 1,9 bilhão sob gestão no setor energético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Normalmente, a China é muito mais previsível e consistente, que, por exemplo, a Itália”, garantiu o analista de energia alternativa Max Slee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exemplo de uma ajuda inútil à energia eólica, uma mudança nos incentivos na África do Sul proposta em março forçou os investidores a rever planos, disse o diretor de negociação do Conselho Mundial de Energia Eólica, que reconheceu que os incentivos ainda eram muito generosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora todos têm que voltar atrás e refazer os cálculos dos seus projetos”, indicou Steve Sawyer, se referindo ao corte de 20% que segue o início de tal apoio. “Se isso é feito racionalmente ou de uma forma irrefletida em relação a outras questões políticas é sempre um ponto problemático”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREÇO DO PETRÓLEO&lt;br /&gt;“O cenário é fundamentalmente favorável, mas há problemas em cada país”, sugeriu Ian Simm, diretor executivo do Impax Asset Management, que tem US$ 3,97 bilhões sob gestão em mercados ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simm acredita que haverá metas ambiciosas para as energias renováveis na Índia até 2022 e na China nos próximos cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas incluem reajustes no regime de apoio à energia solar britânica, apenas 12 meses após o plano ter sido apresentado. A Grã-Bretanha também está considerando grandes mudanças nos incentivos que dá às energias de baixo carbono, criando uma incerteza perigosa para a legislação final, asseguram investidores e desenvolvedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que nos preocupa é o hiato de dois anos. As pessoas vão investir um bilhão antes de analisar exatamente qual será o fluxo das receitas?”, perguntou-se Andy Kinsella, diretor executivo de projetos offshore dos desenvolvedores Mainstream Renewable Power.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa decisão deve ser feita muito mais rápido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das tecnologias de energia renovável ainda estão longe de serem autônomas. A competitividade da eólica offshore está a uma década de distância, assegurou Kinsella, que acredita que a Alemanha anunciará um aumento na sua taxa de energia eólica offshore, um aumento garantido no preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o custo das tecnologias está caindo, incluindo grandes quedas nos preços dos painéis solares, uma tendência que um relatório das Nações Unidas sobre energia renovável, a ser lançado na próxima semana, indica que continuará a incentivar novos avanços na tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Políticas climáticas também estão auxiliando as renováveis, e aumentando o preço do petróleo.&lt;br /&gt;“Uma usina eólica é mais barata que uma nova carbonífera, se você incluir o preço do carbono”, garantiu Sawyer. Usinas de carvão na Europa Ocidental terão que comprar créditos ou Permissões da União Europeia (EUAs em inglês) para cada tonelada de emissão de dióxido de carbono a partir de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Departamento de Energia e Mudanças Climáticas da Grã-Bretanha considera que suas políticas verdes podem atingir um nível de equilíbrio a US$100 o preço do petróleo, como resultado de economias maiores por evitar os combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REUTERS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3925520240868736435?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3925520240868736435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3925520240868736435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3925520240868736435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3925520240868736435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/analise-energia-verde-pode-deixar-de.html' title='Análise: energia verde pode deixar de depender de subsídios gradualmente'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7725119819278661249</id><published>2011-05-07T09:14:00.000-07:00</published><updated>2011-05-07T09:14:02.615-07:00</updated><title type='text'>“Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento”.</title><content type='html'>O REDD é um mecanismo que compensa financeiramente países em desenvolvimento ou comunidades pertencentes a esses países, que de alguma forma, preservam as suas florestas. Tem o objetivo de reduzir a quantidade de CO2 emitida na atmosfera pelo desmatamento no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, o desmatamento em todo mundo é responsável por cerca de 20 % das emissões dos gases de efeito estufa anuais. O REDD é uma importante proposta isolada de redução imediata das emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da década de 90 , os maiores emissores de gases de efeito estufa foram China (1° Lugar), EUA (2° Lugar), Indonésia (3° Lugar), e Brasil ( 4° Lugar). O REDD é implementado através de projetos pilotos e locais em diversas partes do mundo, como o projeto “Ulu Masen” na província Indonésia de Aceh, financiado pelo banco americano Merril Lynch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o REDD é implementado, por exemplo, na Reserva Juma do Estado do Amazonas. Os países que reduzirem o ritmo de desmatamento recebem créditos de emissão de GEE´s (Gases de Efeito Estufa) que podem ser vendidos no mercado internacional de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que difere o REDD do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), é a geração de créditos de carbono através da plantação de espécies exóticas para absorver o carbono; exige menor custo de implementação , e mantém a conservação da biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Rebouças&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7725119819278661249?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7725119819278661249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7725119819278661249&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7725119819278661249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7725119819278661249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/reducao-de-emissoes-por-desmatamento-e.html' title='“Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento”.'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6603076234648327105</id><published>2011-05-06T17:42:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T17:42:33.827-07:00</updated><title type='text'>MDL Mecanismo de Desenvolvimento Limpo já registra mais de três mil projetos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), empresas podem investir em projetos que reduzem as emissões de gases do efeito estufa em países em desenvolvimento e recebem em troca Reduções Certificadas de Emissões (RCEs)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos três mil projetos registrados, outros 2600 estão tramitando nos diversos estágios de aprovação, afirma a ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O crescimento do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo continua constante. O número de projetos buscando validação nos três primeiros meses de 2011 foi 17% maior do que o registrado no mesmo período de 2010”, diz uma declaração da ONU divulgada nesta quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONU emitiu mais de 110 milhões de RCEs no primeiro trimestre de 2011, contra 132 milhões durante todo o ano passado. Dessa forma, analistas da Point Carbon News acreditam que um número recorde de créditos será alcançado, o que deve segurar os preços do carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte desse aumento pode ser explicada pela recente simplificação dos procedimentos de emissão das RCEs .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Thomson Reuters Point Carbon prevê ainda que mais de um bilhão de RCEs serão emitidas até o fim de 2012, o que significa que entre 322 a 387 milhões de RCEs devem ser entregues no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os governos concordaram na Conferência do Clima (COP16) de Cancún em dezembro passado que mecanismos como o MDL são fundamentais na luta contra as mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os países ainda estão incertos se devem mudar a forma do MDL após o Protocolo de Kyoto expirar em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo ainda está evoluindo e vai continuar a fazê-lo", disse a secretária executiva da UNFCCC Christiana Figueres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas a partir do conceito original até agora tem sido um sucesso além das expectativas, não só no número de projectos, mas também na sua capacidade de atrair investimentos do setor privado para melhoria da qualidade de vida das pessoas no mundo em desenvolvimento", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com esses números, o MDL tem sido criticado por ser demasiado complexo. No ano passado, a sua integridade foi prejudicada quando alguns desenvolvedores de projetos foram acusados de explorar o sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema começou em 2005 e possui projetos em 71 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuters&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6603076234648327105?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6603076234648327105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6603076234648327105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6603076234648327105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6603076234648327105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/mdl-mecanismo-de-desenvolvimento-limpo.html' title='MDL Mecanismo de Desenvolvimento Limpo já registra mais de três mil projetos'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4856793444019077956</id><published>2011-05-03T15:29:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T15:29:08.035-07:00</updated><title type='text'>Cruz Vermelha: catástrofes naturais atingiram mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010</title><content type='html'>O aquecimento global e as consequentes alterações climáticas em todo o mundo foram o motivo de 30 milhões de atendimentos da Cruz Vermelha Internacional no ano passado. Foram atendimentos a vítimas de catástrofes naturais, algumas das quais não chegaram a repercutir na grande imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação foi dada na sexta-feira (29), no Rio de Janeiro, pelo secretário-geral da Federação Internacional da Cruz Vermelha, Bekele Geleta, que está em visita ao Brasil, para tratar das relações institucionais, com entidades públicas e privadas do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números dizem respeito apenas aos atendimentos decorrentes de tragédias naturais e foram feitos pelos cerca de 270 mil funcionários da Cruz Vermelha, em todo o mundo. Geleta ressaltou que o montante é ainda maior se forem computadas as pessoas beneficiadas por serviços de prevenção à saúde e aqueles relativos a questões sanitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o secretário-geral da Federação Internacional da Cruz Vermelha, o agravamento das questões climáticas poderá piorar a situação, como já vem sendo possível ser constatado também em 2011, com tragédias como o terremoto, seguido de tsunami, ocorrido no Japão e os tornados que vêm assolando vários estados norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“São, em geral, questões decorrentes de problemas ambientais, mudanças climáticas e também de violência urbana. O número de desastres naturais tem aumentado ano a ano. E a questão é saber se as economias dos países afetados vão crescer o suficiente para ajudar as pessoas a não ficarem tão expostas a tragédias ou mesmo minimizar os efeitos dessas catástrofes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lembrar que o governo brasileiro doou US$ 1 milhão para o Haiti, quando do terremoto que devastou o país no ano passado, o secretário-geral da Cruz Vermelha destacou o fato de que o Brasil está cada vez mais presente na cena internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Iniciativas como essas mostram que o governo brasileiro começou a ser ativo também na participação e no socorro às questões humanitárias internacionais. O que mostra que o governo brasileiro está cada vez mais presente nos assuntos de relevância no mundo e também no suporte às pessoas necessitadas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geleta destacou o problema da segurança alimentar como uma das grandes preocupações da Cruz Vermelha Internacional nos tempos de hoje. Segundo ele, o problema não diz respeito somente à falta de alimento necessário para a humanidade e, em particular, para os países mais pobres. Mas preocupa igualmente a desnutrição, para ele, um problema ainda mais grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Talvez ainda mais grave do que a falta de alimento é a questão da alimentação inadequada." Para ele, “não seria correto usar a palavra fome, mas, sim, a insuficiência ou a alimentação inadequada que produz crianças mal nutridas – isso diminui os anticorpos das crianças e das mães em fase de amamentação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação parte do pressuposto de que “o mundo responde muito mais rapidamente em momentos de fome localizada, mas não com a mesma rapidez e precisão em relação à questão da desnutrição”.&lt;br /&gt;Em sua avaliação, a solução para o problema da falta de alimentação seria mudar os métodos de produção de alimentos, para aumentar a oferta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Geleta, a segurança da alimentação depende de investimentos em tecnologia, “o que os governos e as empresas já vêm fazendo. Acredito que, brevemente, encontraremos uma solução para esse problema específico. Quando eu falo em segurança alimentar, falo em alimentação suficiente para poder ser distribuída. Mas não só na quantidade adequada, mas também em qualidade suficiente para propiciar os nutrientes necessários. É preciso essencialmente que tenha nutrientes em quantidade suficiente para prover saúde e criar pessoas saudáveis”, disse&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4856793444019077956?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4856793444019077956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4856793444019077956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4856793444019077956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4856793444019077956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/cruz-vermelha-catastrofes-naturais.html' title='Cruz Vermelha: catástrofes naturais atingiram mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4065334328948451194</id><published>2011-05-02T19:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T19:18:32.895-07:00</updated><title type='text'>Indústria chinesa deve cortar intensidade de CO2 em 18% até 2015</title><content type='html'>As industrias chinesas serão forçadas a cortar sua intensidade de carbono e de energia em 18% nos próximos cinco anos, de acordo com metas obrigatórias anunciadas em março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meta é maior do que o planejado anteriormente, pois se esperava que as indústrias cortassem a intensidade de carbono e de energia – a quantidade por unidade de valor agregado industrial – em 16% entre 2011-2015, afirmou a agência oficial de notícias Xinhua, citando o Ministro da Indústria e Tecnologia da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só nesse ano, a indústria chinesa terá que cortar os níveis de intensidade de carbono e de energia em mais de 4%, disse a Xinhua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os setores industriais também serão forçados a reduzir o uso de água em 30% até o final de 2015, e devem ainda aumentar as taxas de reciclagem de lixo sólido para 72% dentro deste período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China, a maior emissora de gases do efeito estufa, prometeu cortar a produção de carbono por unidade de PIB em 17% até o final de 2015, e também planeja diminuir a intensidade de energia em 16%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito dessa meta será direcionada a empresas industriais com alto consumo de energia como usinas nucleares, siderúrgicas, fundidoras de alumínio e fábricas de cimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país assumiu um compromisso de explorar o uso de “mecanismos de mercado” em seus esforços para reduzir emissões de gases do efeito estufa e poluentes, e especialistas sugeriram que as metas obrigatórias para grandes empresas industriais poderiam ser o primeiro passo para estabelecer um setor piloto de esquemas de ‘cap-and-trade’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que o setor siderúrgico da China, o maior do mundo, suporte o peso das novas metas, já que os agentes empresariais de empresas menores reclamam que os custos para entrar em conformidade ambiental diminuíram as suas já pequenas margens de lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de pequenas fábricas foram forçadas a fechar na segunda metade do ano passado após seus suprimentos de energia terem sido cortados para atingir as metas de eficiência energética de 2006-2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zhang Ping, afirmou nesse mês que o blackouts forçados foram um erro e não serão repetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Carbono Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4065334328948451194?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4065334328948451194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4065334328948451194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4065334328948451194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4065334328948451194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/industria-chinesa-deve-cortar.html' title='Indústria chinesa deve cortar intensidade de CO2 em 18% até 2015'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5067659546333344046</id><published>2011-05-02T18:39:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T19:16:11.185-07:00</updated><title type='text'>Crise nuclear do Japão lança dúvida sobre meta de emissão de CO2</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A crise de segurança nuclear no Japão começou a suscitar dúvidas quanto à promessa do país de fazer reduções importantes em suas emissões de carbono até o fim da década, uma vez que as reduções propostas dependem fortemente dos planos de aumentar a geração de energia nuclear.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Embora Tóquio não tenha dito explicitamente que considera a hipótese de recuar em relação a sua meta para 2020 de reduzir as emissões de gases estufa em 25 por cento em relação a 1990, a desativação de pelo menos quatro reatores da usina danificada de Fukushima Daiichi e a incerteza pública em relação à construção de novos reatores podem obrigar o país a aumentar sua dependência de combustíveis fósseis para além do que havia sido previsto.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os primeiros indícios de uma possível revisão das metas de redução de carbono de Tóquio emergiram em declarações de burocratas e políticos nos últimos dias.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;‘É verdade que nossa meta de redução será afetada significativamente’, disse o vice-ministro do Meio Ambiente, Hideki Mihamikawa, a jornalistas em Bancoc no domingo, segundo o jornal Yomiuri.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autoridades do governista Partido Democrático do Japão foram mais cautelosas, mas não excluíram a possibilidade de uma revisão da política nuclear atual e da meta de emissões para 2020.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;‘Ainda não decidimos se vamos rever a meta e não estamos em um estágio em que possamos tomar essa decisão’, disse na segunda-feira o secretário-chefe do gabinete, Yukio Edano, o número 2 do governo do Japão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edano disse que o governo ainda precisa entender o impacto global da crise nuclear sobre uma série de setores econômicos e políticas, entre elas a das mudanças climáticas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O secretário-geral do partido, Katsudya Okada, disse em coletiva de imprensa separada nesta segunda que pode ser necessário rever a meta para 2020, em função da forte dependência do Japão sobre a energia nuclear, mas que o governo não deve chegar a conclusões apressadas no momento em que ainda enfrenta uma emergência.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais nove reatores &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os cenários previstos pelo Ministério do Meio Ambiente para conseguir a redução de 25 por cento nas emissões de carbono são todos baseados em um plano do governo para acrescentar outros nove reatores nucleares comerciais até 2010, além dos 54 hoje em operação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais de três semanas após um terremoto e tsunami devastadores no nordeste do Japão terem derrubado as fontes de eletricidade e os sistemas de resfriamento da usina nuclear de Fukushima Daiichi, pertencente à empresa Tepco, engenheiros continuam a trabalhar para resfriar os reatores e os tanques de combustível gasto e para conter vazamentos de radiação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os danos decorrentes do terremoto e tsunami e os altos níveis de radiação levaram ao fechamento do complexo inteiro de Fukushima, cujas duas usinas e dez reatores são responsáveis por um quinto da capacidade nuclear total do país.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Várias das dez produtoras de energia nuclear do Japão adiaram o reinício de operações de reatores parados para manutenção, para implementarem medidas adicionais de curto prazo para reforçar a segurança dos reatores.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas das empresas também suspenderam temporariamente a construção de novos reatores, mas não houve alteração formal de planos, enquanto altos funcionários do governo vêm falando de uma revisão da política energética que pode incluir a promoção de fontes de energia renováveis.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neste momento a meta de carbono para 2020 do Japão está estreitamente ligada a sua política energética pós-Fukushima, e nada ficará claro até que o governo, as empresas de energia e o público decidirem sobre o futuro da energia nuclear, disse Akihiro Sawa, membro executivo sênior do Instituto de Políticas Públicas do Século 21. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5067659546333344046?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5067659546333344046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5067659546333344046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5067659546333344046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5067659546333344046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/05/crise-nuclear-do-japao-lanca-duvida.html' title='Crise nuclear do Japão lança dúvida sobre meta de emissão de CO2'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5930878703935080729</id><published>2011-04-30T10:21:00.000-07:00</published><updated>2011-04-30T10:21:34.378-07:00</updated><title type='text'>UE e EUA não acreditam em acordo climático em 2011</title><content type='html'>Representantes da União Européia e dos Estados Unidos praticamente acabaram com as esperanças de sucesso da próxima Conferência do Clima (COP17) na África do Sul ao afirmar que um tratado internacional é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UE e EUA não acreditam em acordo climático em 2011Faltando ainda mais de seis meses para a Conferência do Clima de Durban (COP17), na África do Sul, a impressão que se tem é que o encontro está fadado ao fracasso antes mesmo de começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira (27), após o Major Economies Forum on Energy and Climate (MEF), reunião de dois dias da qual participaram representantes das 17 maiores economias no mundo, Todd Stern, enviado norte-americano para mudanças climáticas, e Connie Hedegaard, comissária de ação climática da União Européia, declaram que a criação de um acordo climático global com força de lei ainda em 2011 é praticamente impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pelo que ouvi nos últimos dois dias, é altamente improvável que um acordo seja estabelecido em Durban. Apesar de todos concordarem que ele é importante para o futuro do planeta, não será possível resolver todas as divergências ainda este ano”, explicou Hedegaard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Todd Stern, o problema está em quem deveria ser obrigado a adotar metas de emissões. “Nossa visão é de que todos os grandes países devem ser incluídos no acordo. Assim, China, Índia, Brasil e África do Sul não podem ficar de fora. O modelo do Protocolo de Quioto não é mais viável”, afirmou Stern.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Quioto, apenas os países ricos possuem metas obrigatórias e devem comprar créditos para não ultrapassá-las. Essa é uma das razões pelas quais os Estados Unidos nunca assinaram o Protocolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o MEF, foram discutidos temas como redução das emissões, incentivos para energias renováveis e ações de mitigação às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foram debatidos os acontecimentos das últimas rodadas de negociações climáticas, como a criação do Fundo Verde do Clima, que promete US$ 100 bilhões por ano para os países mais vulneráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último fato importante relacionado ao Fundo foi o anúncio, no dia 18 de abril, dos 40 membros do comitê que terá a obrigação de detalhar o funcionamento da ferramenta. Entre eles está o brasileiro Sergio Barbosa Serra, embaixador especial para mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durban&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não for criar o acordo climático global, que utilidade terá a COP 17?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro do Protocolo de Quito deverá assumir o papel de grande debate da Conferência. Muitas nações estão preocupadas com o fim do tratado em 2012, pois isso acabaria com qualquer meta obrigatória sobre os países industrializados. Além disso, todo o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e os mercados de carbono dependem de Quioto e precisam saber o quanto antes o que acontecerá nos próximos anos até para garantir a presença de investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Hedegaard, a reunião poderia ainda se focar nas emissões dos setores de transportes, colocando pressão na Organização Marítima Internacional e em outras entidades para que adotem metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desde 1997 a OMI foge dessa obrigação. Está na hora dos países demonstrarem que estão ficando sem paciência”, disse a comissária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros assuntos também deverão ganhar importância, como ações para frear o desmatamento e a criação de esquemas de transferência de tecnologia e recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a posição da União Européia e dos Estados Unidos, dificilmente as nações mais vulneráveis, como as insulares, deixarão de cobrar a discussão do acordo global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse impasse, se não for trabalhado até novembro, promete paralisar a COP17 já no primeiro dia de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5930878703935080729?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5930878703935080729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5930878703935080729&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5930878703935080729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5930878703935080729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/ue-e-eua-nao-acreditam-em-acordo.html' title='UE e EUA não acreditam em acordo climático em 2011'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-3911583380691897995</id><published>2011-04-27T18:35:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T18:35:54.662-07:00</updated><title type='text'>Quioto facilita 'falsos cortes' de emissões globais</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Estudo afirma que o Protocolo, que calcula a pegada de carbono no país que produz e não no que consome mercadorias, está ajudando nações ricas a cumprir metas que não são significantes do ponto de vista internacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta segunda-feira (26/04) foi divulgada com destaque pela imprensa mundial a redução de 7,2% nas emissões de gases do efeito estufa da União Européia em 2009, o que aproximou o bloco de sua meta de um corte de 20% nas emissões até 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, muitos alertam que esse tipo de corte não seria real, pois na verdade o que estaria acontecendo é que o setor industrializado dos países ricos estaria perdendo espaço para competidores em nações em desenvolvimento ou, ainda, enviando para lá suas fábricas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a ilusória redução se daria porque segundo o Protocolo de Quioto, que obriga os países industrializados signatários a cortar suas emissões, o cálculo da pegada de carbono é feito com base na produção e não no consumo de mercadorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) afirma que as nações mais ricas reduziram em média 2% de suas emissões entre 1990 e 2008. Mas reconhece que se for considerada a importação de mercadorias, na realidade houve um aumento de 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortalecendo esses dados, aparece o maior estudo já realizado com relação ao comércio internacional e as emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o título de “Growth in emission transfers via international trade from 1990 to 2008” (Crescimento da transferência de emissões via comércio internacional entre 1990 e 2008), a pesquisa foi publicada na edição desta semana do Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e afirma que as reduções normalmente apresentadas não se referem à realidade global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso estudo mostra pela primeira vez que as emissões relacionadas com mercadorias produzidas em países em desenvolvimento são muito maiores do que os cortes obtidos pelas nações ricas sob o Protocolo de Quioto que importam esses produtos”, resume o principal autor do estudo, Glen Peters, do Centro Internacional de Pesquisa Climática e Ambiental em Oslo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que seria preciso mudar o modelo pelo qual é calculada a pegada de carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O foco em emissões territoriais da forma que é feito pelo Protocolo de Quioto não é eficiente para reduzir as emissões. Deveriam existir mais mecanismos de controle e monitoramento ao longo de toda a cadeia de produção e comércio das mercadorias”, explica Peters.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relatório, as emissões do comércio entre nações saltaram de 400 milhões de toneladas de carbono em 1990 para 1,6 bilhões em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o real ranking dos maiores emissores do planeta apresentaria os Estados Unidos bem à frente da China. Com sua economia baseada na exportação, o gigante asiático ficaria em segundo lugar se fossem ao menos divididas as responsabilidades pelas emissões causadas pela produção de mercadorias para atender mercados de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se continuarmos olhando apenas para as emissões territoriais, estaremos vendo somente metade do problema”, resumiu Peters. O estudo conclui que o comércio internacional seria responsável por 26% de todas as emissões de dióxido de carbono em 2008, mais do que todo o desmatamento em florestas tropicais, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-3911583380691897995?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/3911583380691897995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=3911583380691897995&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3911583380691897995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/3911583380691897995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/quioto-facilita-falsos-cortes-de.html' title='Quioto facilita &apos;falsos cortes&apos; de emissões globais'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-1167404598081438712</id><published>2011-04-19T11:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-19T11:58:10.709-07:00</updated><title type='text'>EFICIÊNCIA  ENERGÉTICA</title><content type='html'>A Espanha quebrou um importante recorde em março de 2011 quando, pela primeira vez na história, gerou mais energia a partir do vento do que das demais fontes. A geração de 4.738 GWh eólicos no mês cobriu 21% da demanda, suficiente para abastecer 13 milhões de lares espanhóis e economizar 250 milhões de euros com importação de combustíveis fósseis e emissões de CO². Encerrando 2010 com uma potência eólica instalada de 20.676 MW e enfrentando momento econômico turbulento, os espanhóis dão exemplos de resiliência investindo localmente e reativando a rota dos descobrimentos, buscando mercados além mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Europa avança nas tecnologias limpas para garantir a independência das energias fósseis. Exemplo de inovações acontecem em vários pontos no velho continente. Um deles é o de Güssing, um município austríaco de 27.000 habitantes. Na última década Güssing - antes totalmente dependente de energia fóssil, com custos anuais de US$ 9 milhões - tornou-se autossuficiente na produção de energia renovável para eletricidade, aquecimento e transporte partir do uso de recursos existentes na região como biomassa e resíduos sólidos urbanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sessenta novas empresas e mais 1.500 novos "empregos verdes" foram criados, especialmente por pequenas empresas inovadoras, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em mais de 80%. Hoje, Güssing gera mais “energia limpa" do que necessita e fatura US$ 28 milhões por ano com a venda da sua energia excedente. Em dezembro de 2008, influenciada por essas exitosas iniciativas locais, a Áustria anunciou a meta de tornar-se independente de energia fóssil até 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar a eficiência energética em todas as áreas tornou-se uma das maneiras mais rápidas e mais eficazes de gerar empregos e rendas, reduzindo as emissões de GEE. Na indústria da construção civil, por exemplo, 80% dos custos de um edifício, após a construção, vêem da energia. Diferente dos carros que começam a passar por inspeções para assegurar o cumprimento de normas limpas, os edifícios ainda não são obrigados a passar por check-ups de eficiência energética, o que acontecerá no futuro próximo, feito por consórcios de pequenas empresas capacitadas como produtoras de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, mais de 70 países do mundo desenvolvem energia eólica fazendo com que entre 2 mil e 2010 a capacidade global de geração de energia elétrica a partir do vendo pulasse de 17.000 megawatts para 200.000 megawatts. O estado do Texas, tradicional líder na produção de petróleo é, hoje, líder na geração de eletricidade do vento. Se todas as fazendas de vento ora projetadas forem concluídas, em 2025 o Texas terá 38.000 megawatts de capacidade de geração eólica, equivalente a 38 usinas de carvão, e satisfará 90% das necessidades de energia residencial para os 25 milhões de habitantes do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na China, o Programa de Energia Eólica, maior do que qualquer outro do mundo, constrói sete mega complexos de 10 a 38 gigawatts cada, em 30 diferentes províncias, quando prontos terão a capacidade total de 130 gigawatts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os questionamentos intermináveis sobre a urgência na adoção da eficiência energética estão sendo reduzidos pelos fatos e dados projetados na tela da realidade. Pesquisas estimam que só o potencial eólico no Brasil chegue a 143 gigawatts, mais de dez vezes o que é gerado pela usina de Itaipú. Segundo o Instituto de Pesquisas Energéticas e Ambientais da Alemanha, em 2008 o mercado de bens e serviços da eficiência energética movimentou globalmente uma economia de US$156 bilhões; em 2020 poderá passar para US$ 655 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parcela deste montante que ficará no Brasil e mais especificamente nas regiões brasileiras que mais avançarem na área, capacitando grandes e pequenas empresas e influenciando diretamente o desenvolvimento social, dependerá da visão, da competência e das ações concretas que governos, academia, corporações e a sociedade organizada consigam, efetivamente, realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Eduardo Athayde - Eco Desenvolvimento&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-1167404598081438712?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/1167404598081438712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=1167404598081438712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1167404598081438712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/1167404598081438712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/eficiencia-energetica.html' title='EFICIÊNCIA  ENERGÉTICA'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2572483785479505193</id><published>2011-04-18T13:34:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T13:34:06.314-07:00</updated><title type='text'>Desafios e mudanças estão a caminho para o MDL</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo provavelmente terá um papel no período pós-2012, porém seu escopo deve ser reduzido e outras abordagens devem trazer oportunidades para o fortalecimento de uma economia de baixo carbono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que muita coisa vai mudar no cenário internacional de créditos de carbono para projetos em países em desenvolvimento após 2012, com o término do período de compromisso do Protocolo de Quioto e mudanças na aceitação dos créditos sob o esquema europeu de comércio de emissões (EU ETS), ninguém tem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, existem algumas certezas, sendo que a principal delas diz respeito aos tipos de projetos sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo que não serão mais elegíveis durante a terceira fase do EU ETS, sendo os que envolvem os gases industriais HFC-23 e N2O de ácido adípico. Além disso, algumas restrições podem ser aplicadas de acordo com o país anfitrião do projeto. &lt;br /&gt;Se um novo acordo internacional pós 2012 não for alcançado, apenas projetos de MDL registrados antes de 2013, implementados em países menos desenvolvidos ou nos países que tiverem acordo bilateral com a UE devem ser elegíveis após 2013 no EU ETS, explicou o gerente regional da empresa First Climate Joachim Sell durante o evento Carbon Market Americas.&lt;br /&gt;Sell acredita que as restrições devem segurar os preços das RCEs mais altos por algum tempo, até que o limite de importação de RCEs para o EU ETS seja saturado e haja um excesso delas.&lt;br /&gt;Muito se fala que desenvolvedores de projetos sob o MDL estão em uma corrida contra o tempo para registrar suas empreitadas antes do término de 2012, temendo uma restrição muito grande na elegibilidade dos projetos. Como o período de registro dos projetos sob o mecanismo é de cerca de um ano e meio, a janela de tempo é curta.&lt;br /&gt;Um problema sério levantado pelos desenvolvedores é referente aos contratos para a venda de créditos de carbono pós 2012. Eles alegam que alguns compradores exigem clausulas de elegibilidade, não se responsabilizando se determinados projetos não forem mais acentos sob o MDL. Isto estaria inviabilizando a elaboração de muitas iniciativas que gerariam créditos a partir de 2013.&lt;br /&gt;Compradores como a Gazprom, empresa russa que é a maior exportadora de gás natural do mundo, alegam que os contratos pós 2012 têm clausulas de elegibilidade, porém determinam um preço fixo pago mesmo se o projeto não for mais elegível. Este valor é definido dependendo do projeto e seu risco inerente.&lt;br /&gt;Philip Hauser, vice presidente de mercados de carbono na América Latina da GDF Suez, comentou que em um caso similar, a empresa tem como piso € 8/tonelada de CO2e.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preferência dos compradores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem busca créditos MDL atualmente tem uma série de preocupações relacionadas a todo este panorama de incertezas pós 2013.&lt;br /&gt;Núbia Perez, originadora de projetos de energia limpas da Gazprom comentou que o volume de Reduções Certificadas de Emissão geradas por um projeto é um critério muito importante.&lt;br /&gt;Ela argumenta que o fechamento de um contrato, chamado ERPA – Emissions Reduction Purchase Agreenment, é extremamente demorado, portanto quanto maior o volume de RCEs, melhor.&lt;br /&gt;A data (ou expectativa) de registro, tipo e país dos projetos, aumento ou não da meta de redução das emissões da União Européia, destino da energia nuclear, recuperação econômica, meta de eficiência energética da UE, demanda japonesa e o tipo de mecanismo a ser adotado a partir de 2013 são elementos chave considerados pelos compradores que tem metas compulsórias a cumprir, segundo Francisco Grajales Craviotto, gerente regional da companhia holandesa Vattelfall Energy Trading.&lt;br /&gt;Tudo se resume a quantidade risco embutida em um projeto, seja referente a sua elegibilidade pós 2013 por tipo de projeto ou país anfitrião ou ainda às inúmeras questões de demanda a nível internacional que pode aumentar ou diminuir dependendo das políticas de países como o Japão, Estados Unidos e Austrália.&lt;br /&gt;O cenário mais provável para a União Européia é uma meta de 25% de redução das emissões, o que resultaria em uma demanda de três gigatoneladas em créditos de compensação (RCEs e ERUs) até 2020 versus a oferta de 2,8 Gt, segundo estimativas da Point Carbon.&lt;br /&gt;A consultoria prevê preços em média 25% menores do que os valores das EUAs, com as RCEs secundárias podendo alcançar € 20 em 2014 e € 25 em 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bola de cristal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão geral é que é difícil prever o que acontecerá com o MDL pós 2012, entretanto projetos de sucesso envolvendo uma economia mais limpa em países em desenvolvimento devem ter um cenário favorável após 2012 mesmo com a restrição do MDL.&lt;br /&gt;Nelson Sam, diretor global de serviços de consultoria da Point Carbon acredita que o futuro do MDL envolve projetos de eficiência energética, renováveis e resíduos.&lt;br /&gt;“Temos que aprender com o MDL, mas precisamos de algo novo”, disse Philip Hauser da GDF Suez durante o Carbon Market Americas, evento realizado em São Paulo entre 4 e 7 de abril.&lt;br /&gt;“O MDL levantou muito interesse, as pessoas olharam para projetos que nunca considerariam, além de atrair as empresas para tentar e criar infra-estrutura, o que torna difícil é o enorme risco regulatório”, completou Philip.&lt;br /&gt;Dentre os mecanismos que devem trabalhar em conjunto com o MDL, suprindo a demanda por investimentos nos países em desenvolvimento, estão dois importantes caminhos em discussão no âmbito internacional: a abordagem setorial e a implementação das NAMAs.&lt;br /&gt;A abordagem setorial, que evoluiu nas negociações para fazer parte do debate mais amplo das NAMAs, como diz o nome estabeleceria linhas de base padronizadas para as emissões de gases do efeito estufa por setores econômicos, como a aviação internacional ou o transporte marítimo.&lt;br /&gt;As NAMAs, na sigla em inglês, são as Ações Nacionais de Mitigação Apropriadas às realidades Nacionais. Definidas no parágrafo 1(b) (ii) do Plano de Ação de Bali, são um conjunto de medidas de caráter político, regulatório ou financeiro que devem ser definidas por países em desenvolvimento com o objetivo de mitigar as mudanças climáticas de maneira consistente com as circunstâncias nacionais e com as responsabilidade históricas. Elas devem ser mensuráveis, reportáveis e verificáveis por outros países.&lt;br /&gt;Existem três tipos de NAMAs em discussão, unilateral (ações dos próprios países em desenvolvimento), com auxílio dos países Anexo I e uma abordagem setorial que geraria créditos. As duas primeiras visam o corte de emissões de forma que não possam ser utilizadas na forma de compensação de carbono por países do Anexo I (do Protocolo de Quioto), como ocorre atualmente com o MDL onde os créditos de emissão podem ser comercializados no mercado.&lt;br /&gt;Entre os diversos tipos de ações apoiadas pelas NAMAs está o desenvolvimento de pesquisas e projetos-piloto, a definição, implantação e imposição de regulamentações, capacitação, incentivos financeiros e campanhas de conscientização.&lt;br /&gt;As NAMAs diretamente apoiadas por países desenvolvidos devem ter um papel significativo tanto dentro quanto fora do processo da ONU, evoluindo no futuro para NAMAs com mecanismos de creditação na opinião de Nelson Sam. &lt;br /&gt;A creditação setorial provavelmente terá um papel mais significativo em ações bilaterais, não tanto dentro do processo da ONU devido à demanda limitada e às complexidades na implantação, acredita Sam.&lt;br /&gt;“A mensagem constante é que seja criado um quadro regulatório local”, explica Sam, onde as empresas trabalhem em conjunto com o governo definindo a melhor abordagem para avançar e preencher o buraco de recursos financeiros. &lt;br /&gt;O próximo passo "é iniciar pilotos bilaterais 'fast track' de novos tipos de ações, apoio, mensuração, relato e verificação para auxiliar as negociações internacionais", completou.&lt;br /&gt;No momento não existem NAMAs estabelecidas para tomar como foco e as oportunidades para o setor privado surgem com a identificação das necessidades individuais de cada esquema novo emergente. No caso das NAMAs do México, se percebeu um déficit financeiro e tecnológico que então pôde ser atendido pela iniciativa privada, comentou Sam.&lt;br /&gt;As NAMAs mexicanas focam muito em programas de eficiência energética nas residências para controlar as emissões face a uma população crescente, explicou ele.&lt;br /&gt;Em dezembro de 2009 o governo brasileiro lançou uma comunicação referente as suas NAMAs voluntárias sob a Convenção do Clima, estabelecendo uma meta de redução das emissões de GEEs entre 36,1 e 38,9% em comparação com as projeções para 2020.&lt;br /&gt;As NAMAs brasileiras que determinam a meta de emissões são do tipo unilaterais, porém parte da sua estratégia também está condicionada ao apoio de países do Anexo I.&lt;br /&gt;Para garantir a mitigação efetiva das emissões de GEEs, Philip Hauser sugere que seja garantida uma interação harmônica entre as NAMAs e um MDL expandido e revisado. Isto poderia oferecer incentivos imediatos, recuperar a credibilidade e eficiência do MDL e construir a confiança e experiência em relação aos mecanismos de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2572483785479505193?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2572483785479505193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2572483785479505193&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2572483785479505193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2572483785479505193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/desafios-e-mudancas-estao-caminho-para.html' title='Desafios e mudanças estão a caminho para o MDL'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4181640252139755273</id><published>2011-04-17T03:26:00.000-07:00</published><updated>2011-04-17T03:29:00.977-07:00</updated><title type='text'>MERCADOS DE CARBONO BUSCAM CAMINHOS ALTERNATIVOS</title><content type='html'>&lt;h4&gt;Com a dificuldade de se chegar a um acordo global para lidar com as mudanças do clima, as diversas partes envolvidas com o comércio de créditos procuram maneiras diferentes para acessar os benefícios de uma economia de baixas emissões&lt;/h4&gt;Uma nuvem paira sobre o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), com discussões como da elegibilidade dos projetos provenientes de países emergentes e sobre a forma que as Ações Nacionais de Mitigação (NAMAS) tomarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na União Européia, maior mercado de emissões do mundo, existe questionamentos sobre a possibilidade de apenas serem aceitos projetos em países menos desenvolvidos, como muitos africanos, e no caso da América Latina, apenas o Haiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implementação das NAMAs também pode aos poucos ir tomando o lugar do MDL nos países emergentes, como o Brasil, ao passo que o sistema de redução das emissões com base em fatores determinados setorialmente entra em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arnold Dixmude, representante das políticas ambientais da Comissão Européia na América Latina, ressalta algumas vantagens da abordagem setorial versus MDL, como a garantia de um esforço de redução de emissões mais abrangente, a exigência de um esforço compartilhado onde as ações domésticas de cada país são complementadas pela ajuda externa e uma administração menos problemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é provável que o MDL desaparecerá dos (países) emergentes, porém será mais restrito, provavelmente aos excluídos do esquema setorial”, reforçou Dixmude durante o evento Carbon Market Americas em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário um tanto incerto, o mercado, cada vez mais fragmentado exige soluções diferenciadas. Para Maria Netto, da Unidade de Mudanças Climáticas e Energias Sustentáveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a responsabilidade dos governos é cada vez maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto na parametrização das ações, no estabelecimento de benchmarks como no fornecimento de informações, o papel dos governos é essencial para auxiliar as empresas a terem posições mais claras em relação às oportunidades do cenário de carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel do setor público através de políticas consistentes pode passar pelo estímulo e recompensa à melhoria na eficiência energética, promoção da abordagem setorial, desenvolvimento de programas que estimulem a participação do setor privado e no estabelecimento das NAMAs. Entretanto, em oposição ao que ocorre atualmente com os conflitos entre as mudanças no código florestal e os objetivos de redução do desmatamento determinados pela Política Nacional de Mudanças do Clima, as políticas têm que estar alinhadas entre si formando objetivos comuns. As grandes oportunidades atuais de redução das emissões, como no setor de transportes, dependem do engajamento do poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a diversificação nas abordagens assumidas demonstra a força da iniciativa corporativa, como no caso citado por Maria do café colombiano que busca a neutralidade em carbono como uma forma de inserção no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo é o caso do Estado de São Paulo que está lançando este mês o seu esquema de comércio de emissões baseado na Politica Estadual de Mudanças Climáticas. Esta iniciativa importante no âmbito nacional já proporciona muitas oportunidades de projetos de empresas buscando se adequar às novas regras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta motivação que São Paulo nos proporcionou tem nos dado muito trabalho”, comentou Rodrigo Franco da empresa Carbon Market Consulting&lt;br /&gt;Certificados de energias renováveis, como os negociados na India e nos Estados Unidos, também são alternativas interessantes que têm sido apresentadas regionalmente como forma de combater as crescentes emissões de GEEs.&lt;br /&gt;Muito se fala também de acordos bilaterais, a exemplo do Japão que recentemente anunciou uma série de iniciativas neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tornar a gama de informações sobre todas estas novas oportunidades disponíveis mais acessíveis aos latino-americanos, o BID está preparando um portal online chamado Finanzas Carbono. O site, em espanhol, contará com várias seções práticas sobre o mercado voluntário e compulsório de carbono.&lt;br /&gt;A falta de informações tanto do setor público como privado ainda é um problema a ser superado no mercado brasileiro e na America Latina em geral para que a demanda existente no mercado seja atendida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultorias brasileiras trabalharam em conjunto com a BM&amp;amp;F Bovespa e o Banco Mundial para a construção do ‘Projeto de Fortalecimento das Instituições e Infraestrutura do Mercado de Carbono Brasil’, que está disponível online na busca pela disseminação de informações práticas no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4181640252139755273?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4181640252139755273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4181640252139755273&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4181640252139755273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4181640252139755273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/mercados-de-carbono-buscam-caminhos.html' title='MERCADOS DE CARBONO BUSCAM CAMINHOS ALTERNATIVOS'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-7568593014444284341</id><published>2011-04-14T09:38:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T13:51:30.860-07:00</updated><title type='text'>AS NEGOCIAÇÕES PREPARATÓRIAS PARA A 17ª CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS</title><content type='html'>Na última sexta-feira (08/04), finalizaram-se, em Bangcoc, as negociações preparatórias da 17ª Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Organizada pelas Nações Unidas, a Conferência em Bangcoc reuniu 2 mil representantes de 175 países. Participaram do encontro representantes de governos, empresas privadas, organizações ambientais e instituições de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme declarações da Secretária-Executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Christiana Figueres, a idéia desse encontro na Tailândia foi fazer “os governos manter um impulso e formalizar um plano de trabalho para 2011. Isso inclui colocar em pleno funcionamento as instituições para financiar a luta contra as mudanças climáticas, a cooperação tecnológica e a adapatação, nos prazos de Cancún”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretária-Executiva destacou ainda que é necessário que cada país cumpra também as metas estabelecidas individualmente para que o plano global atinja os objetivos definidos nas reuniões anteriores. “Em casa, com seu próprio sistema político, é preciso implementar as políticas adequadas. Não é uma escolha entre um ou outro, é um conjunto. País algum pode agir sozinho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ao longo das negociações, Christiana chegou a assumir que seria provável haver um intervalo de tempo entre o fim do Protocolo de Quioto (que encerra em 2012) e o começo de um novo acordo climático. Isso porque houve muitas divergências entre os países participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo formado pelo G77 mais a China chegou a apresentar uma agenda com questões que não haviam sido abordadas em Cancún, mas que acreditavam ser importantes para o debate. Os outros países desconsideraram, afirmando que o encontro em Bangcoc deveria ser utilizado para confirmar e detalhar os compromissos já formulados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No saldo do encontro ficou firmada a posição da Nova Zelândia e do Japão, os quais comunicaram que não assinarão um período de ampliação do Protocolo de Quioto, pois preferem não estar vinculados a um pacto internacional, mas criar uma agenda própria de compromissos de corte de emissões. Essa posição pode ser seguida pela Rússia, Canadá e Austrália. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União Européia, por sua vez, considera prolongar o pacto adotado em 1997 e compromete-se cortar as suas emissões em 20%, em 2020. Entretanto, seus representantes afirmam que sem o apoio desses países será impossível atingir os objetivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a conferência em Bangcoc termina sem a garantia de que na COP17, em Durban, África do Sul, será fechado um acordo para prolongar a vigência de Quioto ou que seja elaborado um novo plano para substituí-lo. A reunião na Tailândia foi a primeira de uma série de debates internacionais destinada a preparar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Durban, África do Sul, em dezembro. A próxima reunião preparatória será realizada em Bonn, Alemanha, em junho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-34VLyYD2ol4/TachlrGTINI/AAAAAAAAABc/BLHORVrmKks/s1600/imagem1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-34VLyYD2ol4/TachlrGTINI/AAAAAAAAABc/BLHORVrmKks/s320/imagem1.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-7568593014444284341?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/7568593014444284341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=7568593014444284341&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7568593014444284341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/7568593014444284341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/as-negociacoes-preparatorias-para-17.html' title='AS NEGOCIAÇÕES PREPARATÓRIAS PARA A 17ª CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-34VLyYD2ol4/TachlrGTINI/AAAAAAAAABc/BLHORVrmKks/s72-c/imagem1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2472777457182501769</id><published>2011-04-10T09:33:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T09:33:30.316-07:00</updated><title type='text'>Entrevista a ANDRÉ TRIGUEIRO, Mudanças Climáticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A pauta ambiental está vencendo o desafio de ganhar espaço nas redações?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. T.: Entendo que é um processo em andamento. Hoje estamos numa situação melhor do que a que estávamos num passado não muito distante, mas muito aquém do que eu consideraria ideal. Qualquer pesquisa que procure mensurar os espaços dos assuntos ambientais na mídia, em qualquer mídia, vai apurar que há um interesse maior em tratar desse assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há, e esse é um problema, o privilégio do desastre. Os assuntos ambientais alcançam mais espaço dentro da dimensão da catástrofe. É o caso das mudanças climáticas: períodos de estiagem, vazamento de óleo, crescimento desordenado da cidade, perda de biodiversidade. A dimensão da catástrofe continua determinando um maior espaço associado a meio ambiente, e isso não é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como superar essa barreira?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. T.: Aqui no Brasil nós sentimos a ausência, nos cursos de comunicação, de uma disciplina que dê um mínimo de embasamento sobre os grandes problemas ambientais da atualidade. Mudanças climáticas, escassez de recursos hídricos, desertificação do solo, transgenia irresponsável, produção monumental de resíduos, consumismo desenfreado e irracional, perda de biodiversidade, crescimento desenfreado das cidades... Tudo isso poderia ser reunido em uma disciplina fundamental, para que os jornalistas não saiam da faculdade e repliquem um problema que se repete que é o analfabetismo ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos recém-graduados em Jornalismo saem das faculdades inaptos para cumprir a função social que está contemplada na profissão. Essas instituições de ensino ainda não estão produzindo um nível satisfatório de conhecimentos que assegure ao novo profissional de imprensa a noção dos rudimentos dessa área que é multidisciplinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio ambiente não é um assunto da moda, mas sim um assunto que veio para ficar, e nós não conseguimos estruturar na grade curricular dos cursos de comunicação um pacote mínimo de informação, replicando o problema da produção de informação pouco qualificada. Acredito que a solução comece na formação dos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há fragilidade na contextualização dos temas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. T.: No curso da PUC (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), onde sou &lt;br /&gt;coordenador, procuro dar um embasamento teórico que considero fundamental para se fazer perceber a importância da contextualização. Trabalhamos alguns textos dos pensadores Edgar Morin e do Fritjof Capra que conseguem demonstrar que a percepção da realidade que nos cerca preconiza um olhar sistêmico. Não dá para analisar os fenômenos do universo de forma estanque, separada e fragmentada porque tudo se relaciona com tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, volto a dizer que o primeiro ponto é acertar a mão na formação dos alunos. Existe algo mais do que a informação técnica. Existem a ética, a visão de mundo, o envolvimento com o tema, o ato de se apropriar desses conteúdos e também a percepção de que nós somos responsáveis pelo que está acontecendo, com o nosso estilo de vida. Somos uma civilização eco-suicida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O programa "Cidades e Soluções" foi o primeiro programa da televisão brasileira a neutralizar carbono. Como surgiu a iniciativa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. T.: A idéia de neutralizar as emissões de carbono no programa surgiu em outubro de 2006, quando fizemos um programa sobre esse assunto. Ocorreu-me a idéia de dar o exemplo, mas não faço disso um &lt;em&gt;marketing &lt;/em&gt;verde. Isso só significa que a gente tem condição de reduzir o impacto, pois plantar árvores ajuda, atenua o impacto, mas não acaba com o aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como manter o tema das mudanças climáticas em pauta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. T.: Precisamos descobrir quem está fazendo certo, os países, as empresas, as experiências locais, as escolas, as universidades, os grupos de amigos. Temos que dar visibilidade ao problema, visibilidade ao que precisa ser feito para resolver a quetão. A calibragem tem que ser dada sem alarmismo, de modo a manter a mobilização e a consciência que remetem a uma nova atitude. É preciso fazer o que está ao nosso alcance e pensar num legado. É importante mostrar que é nossa a responsabilidade pelos rastros que deixamos no planeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2472777457182501769?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2472777457182501769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2472777457182501769&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2472777457182501769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2472777457182501769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/entrevista-andre-trigueiro-mudancas.html' title='Entrevista a ANDRÉ TRIGUEIRO, Mudanças Climáticas'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4577380432120336313</id><published>2011-04-10T09:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T09:20:50.559-07:00</updated><title type='text'>Coleta desordenada de lixo e seus efeitos</title><content type='html'>Ainda com os desafios das cidades em foco, a política municipal de coleta e tratamento de lixo e esgoto merece atenção redobrada dos jornalistas. Segundo dados do "Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbano", do Ministério das Cidades, em mais da metade dos municípios brasileiros a situação é extremamente crítica – 47% dos lixões não têm qualquer tipo de licença ambiental e 1,7% destes têm apenas licença ambiental prévia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal fato implica severas conseqüências ambientais e sociais – liberação de gás metano, proliferação de vetores de doenças, comprometimento da água de mananciais por contaminação, além da exposição de crianças a toda sorte de riscos numa das piores formas de trabalho infantil. Identifique as soluções que podem ser implementadas em seu município. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coleta seletiva de lixo, os centros de triagem e reciclagem e, numa escala mais avançada, a captação do gás gerado nesses espaços são alternativas que não só evitam ou reduzem os prejuízos, mas geram renda em atividades seguras e dignas. Vale lembrar que o Brasil é candidato a país-sede do Fórum Urbano Mundial em 2010, promovido pelo UN-Habitat, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças Climáticas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4577380432120336313?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4577380432120336313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4577380432120336313&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4577380432120336313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4577380432120336313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/coleta-desordenada-de-lixo-e-seus.html' title='Coleta desordenada de lixo e seus efeitos'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8091725175777429633</id><published>2011-04-09T09:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T09:14:03.603-07:00</updated><title type='text'>Mudanças Climáticas e as Grandes Cidades</title><content type='html'>Poucas áreas urbanas estão tomando os cuidados necessários para proteger seus habitantes – bilhões de pessoas ao redor do mundo – de eventos como ondas de calor e aumento dos níveis do mar, afirma uma pesquisa que será publicada nos periódicos Current Opinion in Environmental Sustainability e European Planning Studies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“As mudanças climáticas são uma grande ameaça para as cidades que mais crescem no mundo”, diz a autora do estudo Patrícia Romero Lankao, socióloga especializada em clima e desenvolvimento urbano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como metade da população vive em cidades, cientistas como Patrícia estão analisando com bastante atenção os impactos das transformações climáticas nessas áreas.Com sua alta densidade de construções e de habitantes, as cidades podem ser os alvos mais vulneráveis dos eventos climáticos extremos. (Reuters)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8091725175777429633?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8091725175777429633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8091725175777429633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8091725175777429633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8091725175777429633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/mudancas-climaticas-e-as-grandes.html' title='Mudanças Climáticas e as Grandes Cidades'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2949425707612496385</id><published>2011-04-07T18:20:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T09:15:33.147-07:00</updated><title type='text'>Inventário de  Gases do Efeito Estufa de São Paulo</title><content type='html'>O governo do Estado de São Paulo apresentará oficialmente no dia 20 de abril às 10 horas, no Anfiteatro Augusto Ruschi, o 1º Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo. Elaborado por uma rede composta por instituições especializadas nos setores inventariados, diversos especialistas e coordenado pela CETESB/SMA, o Inventário Estadual é resultado de uma iniciativa inédita no Brasil de elaboração de um amplo e detalhado diagnóstico das emissões de gases de efeito estufa do Estado de São Paulo no período 1990-2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituído pela Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC - Lei Estadual nº 13.798/2009) e regulamentado pelo Decreto 55.947/2010, o Inventário Estadual foi desenvolvido com apoio da Embaixada Britânica no âmbito do Projeto “Apoio à Política Climática do Estado de São Paulo”, desenvolvido sob a responsabilidade do Programa de Mudanças Climáticas do Estado de São Paulo – PROCLIMA da CETESB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento adota o mesmo método recomendado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) para a elaboração de inventários nacionais, com adaptações para adequá-lo às condições objetivas de um governo estadual. Ainda assim, buscou-se seguir fielmente as diretrizes gerais do método, visando à elaboração de um documento cujos resultados sejam comparáveis àqueles obtidos pelos Inventários Brasileiros de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a classificação utilizada pelo IPCC, o Inventário foi classificado em cinco grandes setores, de acordo com a origem das emissões: energia; processos industriais; uso da terra, mudança no uso da terra e florestas; agropecuária e resíduos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2949425707612496385?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2949425707612496385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2949425707612496385&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2949425707612496385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2949425707612496385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/o-governo-do-estado-de-sao-paulo.html' title='Inventário de  Gases do Efeito Estufa de São Paulo'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6918006550111928196</id><published>2011-04-06T09:05:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T09:19:30.496-07:00</updated><title type='text'>ONU admite pela primeira vez intervalo entre Quioto e um novo acordo</title><content type='html'>A presidente da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), Christiana Figueres, assumiu nesta terça-feira (6) que é provável que exista um intervalo de tempo entre o fim do Protocolo de Quioto em 2012 e o começo de um novo acordo climático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os governos devem encarar o fato de que está cada vez mais difícil estabelecer um novo acordo global e que podemos ficar durante algum tempo sem que exista qualquer tipo de tratado internacional sobre as emissões de gases do efeito estufa”, declarou Figueres em uma coletiva de imprensa durante a rodada de negociações climáticas que está sendo realizada em Bangcoc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro do Protocolo de Quioto foi uma das questões mais espinhosas da Conferência do Clima de Cancún (COP 16), quando praticamente nenhum avanço foi conseguido. Figueres salienta que os negociadores em Bangcoc devem resolver questões fundamentais do Protocolo para que exista a possibilidade de que ele possa ser estendido ou substituído na próxima COP, no final de novembro, na África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Todas essas dúvidas sobre o futuro do Protocolo vêm atormentando há meses os envolvidos nos mercados de carbono e no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Sem um tratado climático em vigor, essas ferramentas podem entrar em colapso. . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6918006550111928196?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6918006550111928196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6918006550111928196&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6918006550111928196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6918006550111928196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/04/onu-admite-pela-primeira-vez-intervalo.html' title='ONU admite pela primeira vez intervalo entre Quioto e um novo acordo'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6499847565483543879</id><published>2011-03-30T06:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T20:07:55.900-07:00</updated><title type='text'>Dúvidas ameaçam projeto de mercado global de carbono</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Incertezas políticas nos Estados Unidos, que agora começam a afetar o promissor cap-and-trade da Califórnia, fazem com que a União Européia deixe de lado a idéia de um mecanismo internacional de venda de permissões de emissão &lt;/strong&gt;A União Européia, pioneira nos mercados de carbono com o seu Esquema de Comércio de Emissões (EU ETS), previu há alguns anos que por volta de 2015 o mundo contaria com um mercado global de carbono para controlar as emissões de gases do efeito estufa e assim frear as mudanças climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas diante da indecisão dos Estados Unidos de adotar políticas climáticas e com o crescimento de iniciativas pontuais, principalmente em países asiáticos, a UE afirma agora que a tendência é a formação de mercados descentralizados. “A idéia de um sistema de mercados que se reuniriam ao EU ETS e formariam uma única entidade está praticamente descartada”, declarou Pedro Martins Barata, conselheiro climático do governo português, nesta quinta-feira (24), durante uma reunião do Parlamento Europeu. “Ao invés disso, deveremos presenciar mercados individuais trabalhando isoladamente através de políticas nacionais de eficiência energética ou de redução de emissões”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo especialistas europeus, essa mudança de perspectiva se deve principalmente ao atraso dos EUA em criar o seu mercado. Um cap-and-trade norte-americano, com multinacionais que também atuam na Europa, seria mais facilmente agregado ao EU ETS, formando uma iniciativa tão grande que os demais países se veriam obrigados a participar. Porém, sem os EUA, cada nação deve acabar criando suas próprias ferramentas de comércio de carbono. Outra razão que pesa contra a união dos mercados é o enfraquecimento do EU ETS, que teve sua credibilidade abalada depois dos diversos casos de fraudes flagrados nos últimos meses. O mercado chegou a ter parte de suas negociações suspensas em janeiro e ainda não voltou a operar de forma plena. Pelo Mundo Existe uma contradição com relação ao cap-and-trade atualmente, muitos afirmam que os Estados Unidos estão influenciando negativamente os demais países, principalmente a China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aparentemente o número de iniciativas não pára de crescer. Para Lisa Zelljadt, da Point Carbon, o fato dos EUA não possuir políticas para o clima faz com que as outras nações fiquem com receio do impacto do “custo climático” nas suas indústrias. “Qualquer produto europeu é normalmente mais caro do que os provenientes de um país sem cap-and-trade. Assim, com os gigantes EUA e China sem regulamentação, não apenas os outros países evitam criar um mercado de carbono como o próprio EU ETS sofre com críticas internas”, disse. Ao mesmo tempo, a analista reconhece que muitas nações asiáticas estão criando suas iniciativas e dando uma nova cara ao cenário mundial. “Os mercados regionais, submetidos a regras especificas, estão se multiplicando. Teremos em breve várias pequenas ações em diferentes níveis, mas com objetivos semelhantes.” Entre essas novidades estão: o plano coreano de criar um cap-and-trade já nos próximos anos; a iniciativa indiana de um sistema de comércio baseado nas leis de eficiência energética; e a possibilidade da Austrália estabelecer uma taxa para a emissão de carbono. “Existe muita expectativa com relação a negociações multilaterais. Mas a tendência parece ser mesmo que cada país seguirá suas próprias regras e ritmo, sem nenhum sistema global ligando os mercados”, afirmou Martin Hession, presidente do Comitê Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). O Coringa Californiano O que pode mudar esse cenário é o cap-and-trade da Califórnia, previsto para começar no ano que vem. O programa seguirá o mesmo modelo do EU ETS, fato que facilitaria uma futura união das ferramentas. O mercado californiano seria o segundo maior do planeta e de acordo com a Point Carbon já começaria valendo US$ 1,7 bilhões em 2012, subindo para US$ 10 bilhões em 2016 e alcançando mais de US$ 50 bilhões em 2020. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da Califórnia é reduzir as emissões em 15% até 2020 e garantir que 33% da eletricidade do estado sejam provenientes de fontes renováveis. O mercado começaria apenas envolvendo usinas geradoras, mas aos poucos iria crescendo até englobar 85% das fontes emissoras. “A Califórnia é a oitava economia do planeta e ninguém poderá ignorar o seu cap-and-trade. O estado terá grande importância para o futuro dos mercados de carbono”, afirmou Larry Goldenhersh, fundador da consultoria Enviance. Porém, a iniciativa sofreu &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias/noticia=727145" target="_blank"&gt;uma derrota nesta semana&lt;/a&gt; com a decisão do juiz Ernest H. Goldsmith, do tribunal superior de San Francisco, que ordenou que a agência ambiental do estado suspenda os trabalhos para regulamentação do mercado até que abordagens alternativas sejam estudadas. Se essa decisão for a primeira de uma série de dificuldades que causarão o atraso ou o enfraquecimento do cap-and-trade californiano – seguindo o padrão do que foi visto com as leis climáticas no Congresso norte-americano em 2010 –, aí com certeza que não teremos o mercado global de carbono tão cedo. Autor: Fabiano Ávila - Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6499847565483543879?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6499847565483543879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6499847565483543879&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6499847565483543879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6499847565483543879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/duvidas-ameacam-projeto-de-mercado.html' title='Dúvidas ameaçam projeto de mercado global de carbono'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-535349933220900380</id><published>2011-03-28T17:27:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T17:35:24.687-07:00</updated><title type='text'>Toyota e Portugal no topo do ranking europeu de economia de combustível</title><content type='html'>Portugal se tornou o primeiro país a alcançar a meta de eficiência nos combustíveis para os automóveis na União Européia, e a japonesa Toyota é a marca que está mais perto de cumprir a mesma meta ao redor do continente, demonstrou um relatório na segunda-feira. A UE, onde 500 milhões de pessoas moram, estabeleceu a meta de reduzir as emissões de novos automóveis em uma média de 130 gramas de dióxido de carbono (CO2) por km até 2015. Os fabricantes diminuíram as emissões para uma média de 140,9 gramas em 2010. Em 2009, a redução foi para 145,8 gramas, segundo um estudo do grupo de informações automobilísticas JATO, abrangendo 19 fabricantes na UE. A emissão média de CO2 no mercado português de novos carros foi de 127,4 gramas em 2010, seguido pelo francês, dinamarquês e italiano, todos abaixo de 133 gramas. A Suécia conseguiu um dos melhores avanços, mas continua um dos mercados mais poluidores, junto com a Alemanha, com média superior a 150 gramas. A Volvo conseguiu a maior melhoria dentre os fabricantes, com corte de 13,8% nas emissões de CO2, enquanto a Toyota é a companhia que está mais perto de alcançar a meta para 2015. Os fabricantes receberam metas individuais, diferenciadas de acordo com o tamanho dos carros produzidos. O grupo Fiat é o que tem os carros mais econômicos, além de ter a meta mais ambiciosa para 2015 com 116,1 gramas. Em relação ao nível de 2010, a Fiat tem que cortar as emissões em 8,4%, segundo o relatório. A Toyota tem uma meta menos restrita de 124,8 gramas já que produz carros maiores, porém com a emissão média já tendo caído para 130 gramas em 2010, a fabricantes apenas precisa alcançar cortes de 4,2% até 2015. Reuters&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-535349933220900380?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/535349933220900380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=535349933220900380&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/535349933220900380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/535349933220900380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/toyota-e-portugal-no-topo-do-ranking.html' title='Toyota e Portugal no topo do ranking europeu de economia de combustível'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2805507210084581457</id><published>2011-03-26T18:43:00.000-07:00</published><updated>2011-03-26T18:55:27.484-07:00</updated><title type='text'>Mudanças rumo a uma economia de baixo carbono não estão rápidas o bastante</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Relatório da DVN prevê que empresas sustentáveis vão crescer nos próximos dez anos, mas alerta que se combustíveis fósseis continuarem a dominar geração de energia, as emissões de GEEs aumentarão mais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A transição rumo a tecnologias de baixo carbono, que vem ocorrendo timidamente nos últimos anos, continuará a crescer na próxima década, mas não vai acelerar rápido o suficiente para atingir os grandes cortes nas emissões de carbono que os cientistas acreditam ser necessários. É isso que revela o novo estudo apresentado pela empresa de gestão de riscos DNV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, intitulada &lt;a href="http://www.dnv.com/moreondnv/research_innovation/foresight/outlook/index.asp" target="_blank"&gt;Technology Outlook 2020&lt;/a&gt; (algo como Perspectiva Tecnológica para 2020), indica as tendências tecnológicas para os próximos dez anos, e prevê que apesar do lançamento de energias renováveis e novas tecnologias de baixo carbono, o crescimento da população, da demanda energética e do padrão de vida podem fazer a emissão de CO2 subir 20%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório também aponta que a indústria fóssil vai continuar a ter um papel central na produção de energia, e que só a energia derivada do carvão, por exemplo, vai contribuir com cerca de 39% do total da produção. Além disso, é possível que haja uma rápida expansão na perfuração de novos poços de petróleo e gás, sobretudo em águas profundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elisabeth Harstad, diretora administrativa da divisão de Pesquisa e Inovação da DNV, alerta também que projetos de captura e armazenamento de carbono não estão sendo desenvolvidos na rapidez esperada, e que provavelmente este setor ainda não terá crescido muito até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O desenvolvimento de tecnologias para o uso de CO2 – para transformar CO2 em produtos utilizáveis – acontecerá, mas provavelmente ainda não será comercial em 2020”, afirma Harstad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo também diz que em 2020, a economia consumirá recursos equivalentes aos de dois planetas Terra, e que a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial. Por outro lado, isso vai acabar estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, áreas de grande extensão, como a China, a Austrália, a Índia e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão subindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do cenário desolador, o relatório afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar nos próximos dez anos. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto de sua energia, e cerca de 8% toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thomas Mestl, pesquisador sênior de renováveis da DNV, disse que na próxima década, o desenvolvimento de eficiência energética e de tecnologias renováveis será rápido, e que enormes turbinas eólicas offshore e sistemas solares fotovoltaicos, que terão entre 10 MW e 15 MW, serão implantados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o estudo indica que haverá o desenvolvimento de uma nova geração de usinas de energia nuclear, incluindo pequenos reatores modulares que poderão ser usados na indústria de navegação. Contudo, a pesquisa foi realizada antes do desastre nuclear ocorrido no Japão, e as projeções dependem agora das proporções que a crise tomará mundialmente, e se ela se mostrará um transtorno a curto prazo ou se a indústria repensará suas políticas nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, a diretora administrativa da DNV afirma que há um consenso crescente de que o mundo batalhará muito para atingir as metas climáticas estabelecidas pela ONU de limitar o aumento da temperatura da Terra em 2 graus Celsius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas estão muitos mais pessimistas do que estavam há alguns anos a respeito de ações globais a serem tomadas”, afirmou Harstad, acrescentando que mecanismos políticos, como a precificação mundial do carbono, demoram muito a ser adotados. “Nós talvez precisemos que aconteçam alguns eventos perturbadores para garantir que aconteçam as ações necessárias para combater as mudanças climáticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Business Green&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2805507210084581457?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2805507210084581457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2805507210084581457&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2805507210084581457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2805507210084581457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/relatorio-da-dvn-preve-que-empresas.html' title='Mudanças rumo a uma economia de baixo carbono não estão rápidas o bastante'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8471765221746210936</id><published>2011-03-20T21:15:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T21:26:13.512-07:00</updated><title type='text'>Mudanças Climáticas - a vulnerabilidade da América Latina</title><content type='html'>Organizações mundiais alertam que a América Latina e o Caribe estão entre as principais regiões com elevada vulnerabilidade aos efeitos das alterações do clima. Isso se deve às suas características geográficas e também por deficiência política para enfrentar o fenômeno. A implementação de medidas efetivas é urgente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo das ameaças naturais, o derretimento das geleiras é emblemático. O fornecimento de água aos setores urbanos e agrícolas, que depende desse sistema pode entrar em colapso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume de cidades situadas em zonas costeiras também é um fator fundamental que coloca a América Latina em uma posição de vulnerabilidade ao fenômeno devido à elevação do nível do mar. Além, do branqueamento dos recifes de corais na costa do Caribe e do risco de retração das florestas da bacia amazônica. Ao levar em conta aspectos socioeconômicos percebe-se que uma parcela significativa da população se encontra em condições de extrema pobreza e que há uma frágil gestão ambiental. Esse cenário deve ser agravado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, de acordo com especialistas, a situação da América Latina e do caribe é pouco reconhecida pela comunidade internacional. A região tem menos capacidade política, financeira e tecnológica para enfrentar o problema e deve receber mais suporte técnico e financeiro das nações desenvolvidas. Para ter uma idéia, no período 2000-2006, a região recebeu apenas 9% dos recursos internacionais direcionados a desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse total, apenas 0,2% foi destinado a ações e políticas de desenvolvimento com cunho ambiental. Ainda segundo diversos especialistas, para solucionar essa deficiência, políticos e tomadores de decisão devem tomar mais consciência de todos os efeitos que as mudanças climáticas já vêm trazendo à região, substituindo a visão imediatista e a de desenvolvimento a qualquer custo, explorando e esgotando os recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças Climáticas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8471765221746210936?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8471765221746210936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8471765221746210936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8471765221746210936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8471765221746210936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/vulnerabilidade-da-america-latina.html' title='Mudanças Climáticas - a vulnerabilidade da América Latina'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6337859027944290143</id><published>2011-03-18T16:24:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T16:54:15.439-07:00</updated><title type='text'>O debate sobre as mudanças climáticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“É perigoso e errado é sugerir que os cientistas céticos e o relatório do NIPCC são fontes mais confiáveis para o conhecimento científico do que o IPCC”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil criar confusão sobre a ciência do clima. E as consequências dessa confusão podem ser enormes e catastróficas. O exemplo são os EUA, onde, desde os anos 90, uma dezena de cientistas contrários (em inglês, “contrarians”) têm dado uma força fundamental a um movimento conservador e antirregulatório, contestando a ciência e as preocupações relativas às mudanças climáticas provocadas pelos seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Financiado e organizado por uma elite financeira sem paralelo do outro lado, o movimento tem tido impacto importante na opinião pública americana. Consequentemente, esta é muito mais cética no assunto e menos inclinada a apoiar políticas públicas na área se comparada, por exemplo, com populações da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, não temos visto -até agora- um movimento organizado questionando a ciência do clima, pois não há fortes interesses materiais nisso. Mas essa situação pode mudar com o aumento das pressões para que o Brasil cumpra metas obrigatórias de redução das suas emissões, sobretudo as ligadas ao desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todas essas razões, é importante responder quando jornais brasileiros de alta influência publicam artigos questionando as conclusões do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, na siga em inglês), das Nações Unidas, e mais ainda quando invocam a autoridade dos cientistas contrários americanos, como fez José Carlos de Azevedo nos textos publicados por esta Folha em 13/10/08 e 25/2/09.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Azevedo se apoia num relatório do NIPCC -organização criada para contestar as conclusões do IPCC- e o apresenta, ao lado dos cientistas contrários Fred Singer e Frederick Seitz, como fonte mais confiável de conhecimento científico do que o IPCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum debate deve existir e é saudável, pois as mudanças climáticas globais são uma ameaça complexa e há incertezas. O que é perigoso e errado é sugerir que os cientistas céticos e o relatório do NIPCC são fontes mais confiáveis para o conhecimento científico do que o IPCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cima, Azevedo baseia seus argumentos contra o IPCC e as evidências científicas das mudanças climáticas num entendimento errado do que é o IPCC -que não é uma instituição de pesquisa, ao contrário do que ele diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPCC não faz previsões de tempo nem do clima. Ele avalia ciência já produzida. Há tantos erros nos artigos que o espaço não permite a correção de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que os leitores brasileiros saibam identificar as fraquezas dos argumentos de Azevedo e os perigos que esse tipo de discurso representa, à medida que consegue colocar em dúvida a necessidade de agir para diminuir o risco e os impactos das mudanças ambientais globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Azevedo escreve que o relatório do NIPCC, contrariando o IPCC, foi produzido por “muitos” cientistas “renomados”. Esse número, 23 cientistas, é muito pequeno se comparado aos milhares de cientistas que participaram da produção dos relatórios do IPCC, os quais sempre são submetidos a um processo de revisão científica (“peer review”) rigorosa e extensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, cientistas do NIPCC, tais como Singer e Seitz (que Azevedo cita como autoridades científicas), não são cientistas ativos e reconhecidos na área do clima. Singer tem publicado poucos artigos em revistas científicas na área do clima, mas nada de impacto. Seitz nunca fez nem publicou ciência sobre o clima e faleceu em março de 2008, aos 96 anos, décadas após sua aposentadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos se dedicaram à política muito tempo atrás, com grupos conservadores ligados a elites financeiras e indústrias interessadas. Seus discursos e associações demonstram valores políticos e culturais fortemente antirregulatórios e antipolíticas ambientais, colocando em dúvida as autoidentificações com a objetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais problemático é que eles têm participado integralmente de práticas enganosas para simular autoridade científica não merecida, amparados por interesses financeiros privados, como eu e outros analistas temos estabelecido em revistas científicas internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos de Azevedo são igualmente enganosos e mistificadores. Como Seitz e Singer, Azevedo está aposentado há muito tempo e não é, e nunca foi, pesquisador ou “expert” na área de mudanças climáticas e mostra, como eles, uma inclinação forte e ideológica contra o ambientalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que tem o direito de se expressar. É preciso haver espaço para todos os pontos de vista.&lt;br /&gt;Porém, para assegurar processos democráticos e desenvolver políticas públicas cautelosas diante das ameaças ambientais, é essencial que a sociedade em geral fortaleça sua capacidade de identificar fontes científicas robustas, fundadas não em ignorância ou em interesses financeiros escondidos e de curto prazo, mas em processos rigorosos e transparentes de controle e avaliação independente, como é o caso do IPCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais fontes também podem errar, mas são -de longe- a melhor aposta.&lt;br /&gt;Myanna Hvid Lahsen, antropóloga, doutora pela Rice University (EUA), é pesquisadora do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do Centro para Pesquisa de Políticas de Ciência e Tecnologia da Universidade do Colorado (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folha de São Paulo (Myanna Lahsen)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6337859027944290143?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6337859027944290143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6337859027944290143&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6337859027944290143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6337859027944290143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/o-debate-sobre-as-mudancas-climaticas.html' title='O debate sobre as mudanças climáticas'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5200855635714378916</id><published>2011-03-15T18:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T18:42:43.824-07:00</updated><title type='text'>Energias limpas registram rendimentos de US$ 188bi</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A expansão dos lucros das indústrias de renováveis até 2010 foi muito mais rápida do que a prevista por especialistas e a atual procura por ações dessas empresas, por causa da crise nuclear, projetam um 2011 ainda melhor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tragédia natural no Japão, que assumiu agora os contornos de uma crise nuclear com o vazamento de material radioativo da usina de Fukushima, está fazendo com que as ações de empresas de energias renováveis sejam muito atrativas para os investidores, o que deve resultar em um crescimento recorde no setor em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que as indústrias solar fotovoltaica (PV), eólica e de biocombustível estivessem atravessando um momento ruim. Muito pelo contrário. Segundo o relatório &lt;a href="http://cleanedge.com/reports/reports-trends2011.php" target="_blank"&gt;Clean Energy Trends 2011&lt;/a&gt;, divulgado nessa segunda-feira (14) pela consultoria norte-americana Clean Edge, esse setor apresentou em 2010 uma alta de 35,2%nos seus rendimentos, chegando a marca dos US$ 188,1 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, em sua décima edição, mostra que ao longo da última década as energias solar PV e eólica registraram um crescimento médio de 30% a 40%, respectivamente. Uma alta muito além do que as primeiras edições do estudo imaginavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 10 anos, a Clean Edge previu que a energia solar iria passar de um mercado de US$ 2,5 bilhões para US$ 23,5 bilhões em 2010 e o eólico iria aumentar de US$ 4 bilhões para US$ 43,5 bilhões. Mas estas previsões, consideradas otimistas na época, acabaram se mostrando muito inferiores à realidade, com a energia solar PV subindo cerca de 300% e a eólica 50% além das estimativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na última década testemunhamos as energias limpas se transformando em grandes oportunidades de negócios e hoje suas taxas de crescimento estão no mesmo patamar daquelas apresentadas por outras revoluções tecnológicas, como a telefonia, computadores e Internet”, explicou Ron Pernick, um dos fundadores da Clean Edge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do relatório, o mercado global de energia solar PV expandiu de US$ 2,5 bilhões em 2000 para US$ 71,2 bilhões em 2010, representando um aumento de 39,8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez a energia eólica passou de US$ 4,5 bilhões em 2000 para US$ 60,5 bilhões, uma alta de 29,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os biocombustíveis (etanol e biodiesel) chegaram a marca de US$ 56,4 bilhões no ano passado e devem alcançar US$ 112,8 bilhões até 2020. A produção de biocombustíveis em 2010 foi de 102 bilhões de litros, bem acima dos 87 bilhões de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós esperamos uma desaceleração no crescimento das renováveis assim que elas alcançarem uma maior fatia do mercado nos próximos anos, mas ainda existe uma grande margem para expansão”, concluiu Pernick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações em Alta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório da Clean Edge foi produzido antes dos acontecimentos recentes no Japão, caso contrário possivelmente apostaria em um crescimento recorde das energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As preocupações com a segurança de instalações nucleares estão levando diversos &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/reportagens_carbonobrasil/noticia=727083" target="_blank"&gt;países a reverem seus planos de expansão&lt;/a&gt; para esse tipo de energia, o que, por consequência, derrubou as ações de empresas ligadas ao setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações da Toshiba Corp, que é proprietária da companhia de construção de usinas Westinghouse, caíram 19,46%. A General Eletric, que também possui grandes investimentos na tecnologia nuclear, fechou a segunda-feira com uma queda de 4,1% no mercado norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as empresas de energias renováveis apresentaram fortes altas por todo o mundo. No momento, as cinco melhores ações do índice alemão de tecnologia (TECDAX) pertencem a empresas do setor. A Conergy registrou a maior alta, chegando a 71%. SolarWorld, SMA Solar, Q-Cells e Nordex fecharam com altas entre 10% a 23%. Já a Vestas Wind Systems subiu 7,4% na bolsa de Copenhague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de toda essa procura dos investidores e com as possíveis alterações nos planos energéticos das nações – que também estão preocupadas com o aumento do preço do barril de petróleo devido à instabilidade no Oriente Médio - parece certo que teremos um novo boom das energias renováveis neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabiano Ávila&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5200855635714378916?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5200855635714378916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5200855635714378916&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5200855635714378916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5200855635714378916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/energias-limpas-registram-rendimentos.html' title='Energias limpas registram rendimentos de US$ 188bi'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-8978548978636555067</id><published>2011-03-13T10:08:00.000-07:00</published><updated>2011-03-13T11:28:18.816-07:00</updated><title type='text'>O que é neutralização do carbono?</title><content type='html'>É a tentativa de compensar a emissão de gás carbônico com o plantio de árvores, já que elas são os únicos seres vivos capazes de consumir o CO2 da atmosfera (para fazer a fotossíntese)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lógica é a seguinte: você calcula a quantidade de CO2 emitida nas suas atividades diárias e vê quantas árvores precisa plantar para neutralizar esse valor. Sim, dá pra calcular isso. Apesar de não existir um critério oficial, já há sites e empresas especializados em fazer as contas e até plantar as árvores pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A onda da neutralização veio com o alarde do aquecimento global, que tem tudo a ver com a presença de CO2 na atmosfera. Esse gás forma uma espécie de barreira que não deixa o calor sair do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas atenção: sempre existiu gás carbônico na atmosfera. O problema é o excesso, que começou a aparecer com a revolução industrial e só tem piorado à medida que o mundo se moderniza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o vai-e-vem do carbono:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/neutralizacao_carbono_pop760x716.shtml"&gt;http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/neutralizacao_carbono_pop760x716.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabela Motta Noronha - ( Revista Capricho)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-8978548978636555067?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/8978548978636555067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=8978548978636555067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8978548978636555067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/8978548978636555067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/o-que-e-neutralizacao-do-carbono.html' title='O que é neutralização do carbono?'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4753167419051855771</id><published>2011-03-12T21:05:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T21:06:59.717-08:00</updated><title type='text'>ONU considera Rio+20 como chance na luta contra pobreza</title><content type='html'>As Nações Unidas acreditam que a Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que será realizada em junho de 2012, no Rio de Janeiro, oferecerá uma chance ao mundo na luta contra a pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação foi feita pelo subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Sociais, Sha Zukang, em entrevista a jornalistas nesta terça-feira, 8 de março, em Nova York.Segundo ele, o encontro tentará fechar um acordo de transição para a “economia verde”, que deverá ajudar a reduzir o número de pobres no mundo. O subsecretário-geral fez o comentário após dois dias de reunião da Comissão Preparatória da conferência, na sede da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com analistas, a Rio+20 também será uma oportunidade de troca de experiências sobre iniciativas de energia limpa entre vários países. Um dos participantes do evento, o especialista de mercados, e ex-analista do Banco de Investimento Português, Dirk Schnittker, destacou à Rádio ONU sobre o interesse de empresas estrangeiras no setor energético brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O problema é que a tecnologia verde, am alguns casos, ainda é cara. Então, muitas vezes sai mais barato utilizar o carvão que a energia solar ou eólica. O Brasil é muito verde em várias coisas, como eletricidade. Para as empresas estrangeiras, existem projetos muito grandes como hidrelétricas, energia eólica e até o petróleo, cuja área ainda não está muito verde”, afirmou Schnittker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rio+20 vai marcar os 20 anos da realização da ECO-92. Zukang alertou que “não se pode esperar mais outros 20 anos” para se alcançar um compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Rádio ONU&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4753167419051855771?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4753167419051855771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4753167419051855771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4753167419051855771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4753167419051855771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/onu-considera-rio20-como-chance-na-luta.html' title='ONU considera Rio+20 como chance na luta contra pobreza'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4226500216264459170</id><published>2011-03-12T20:56:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T20:59:44.142-08:00</updated><title type='text'>Rumo a uma nova economia florestal</title><content type='html'>O  Brasil, que abriga a maior floresta tropical do planeta, tem 75% das suas emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento. Nesse cenário, são crescentes as expectativas em torno da definição, durante as negociações internacionais sobre clima, do mecanismo de Redução das Emissões oriundas de Desmatamento e Degradação (REDD), que deve regular o uso das florestas e financie alternativas ao desmatamento, valorizando a floresta em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora na COP-15, em Copenhague, não se tenha chegado a um acordo legalmente obrigatório sobre as emissões produzidas pelo homem, alguns avanços aconteceram em relação ao REDD, especialmente no que diz respeito ao financiamento de projetos nesse sentido. Foram destinados 3,5 bilhões de dólares para serem aplicados em iniciativas nesse sentido – já existem projetos que utilizam esse conceito sendo executados em diversos países, inclusive no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de maio de 2010, 58 países reunidos em Oslo, na Noruega, acordaram um esquema não obrigatório para canalizar a ajuda prometida pelo mundo rico e criar padrões de monitoramento para garantir que o dinheiro doado seja baseado em resultados sólidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, é indispensável  definir o funcionamento do REDD dentro do regime internacional sobre clima. E especialistas acreceditam que a iniciativa paralela à Convenção do Clima pode fornecer as diretrizes para a inserção do mecanismo em um novo acordo global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimativas indicam que um programa de financiamento global para REDD em países em desenvolvimento custaria algo entre 12 e 40 bilhões de dólares. Porém, a grande questão é de onde virá o recurso para isso? As três as principais propostas para responder a esse questionamento levam em conta os Mecanismos de mercado, os fundos de cooperação e uma solução mista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas também apontam a urgência de regularizar a situação fundiária na Amazônia para que não haja comprometimento de futuros projetos de REDD. Além disso, a sociedade civil cobra coerência do governo brasileiro sobre as políticas internas e aquelas que leva às negociações internacionais. Essa é uma referência a recentes medidas provisórias aprovadas que flexibilização a legislação ambiental brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4226500216264459170?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4226500216264459170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4226500216264459170&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4226500216264459170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4226500216264459170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/rumo-uma-nova-economia-florestal.html' title='Rumo a uma nova economia florestal'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2345026542403965790</id><published>2011-03-09T13:21:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T13:23:29.352-08:00</updated><title type='text'>Novo sistema dá alerta de tsunami em 5 minutos</title><content type='html'>Sismólogos do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema capaz de alertar sobre a iminência de uma tsunami.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema, batizado de RTerg, emite o alerta apenas cinco minutos depois da ocorrência do terremoto que dá origem à onda gigante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais cedo é dado o alerta, maior é a chance de evacuação das áreas que serão atingidas, dando aos moradores um tempo precioso para que se desloquem para pontos mais seguros.&lt;br /&gt;Terremotos causadores de tsunamis – A chamada zona de subducção de um terremoto normalmente se rompe a uma velocidade de 3 quilômetros por segundo, a profundidades entre 20 e 50 quilômetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à profundidade, a deformação vertical da crosta é suavizada horizontalmente, causando uma elevação do terreno relativamente pequena – quando esses terremotos ocorrem no oceano, as ondas resultantes podem crescer apenas cerca de 20 centímetros de altura para um evento de magnitude 7,8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os terremotos causadores de tsunami pertencem a uma classe muito mais rara de terremotos, nos quais a ruptura é mais lenta – de 1 a 1,5 km/s – mas que se propaga até a superfície rochosa, ou seja, até o leito oceânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso causa uma elevação vertical muito maior, resultando em ondas de 10 a 20 metros. Foi isto o que ocorreu no terremoto de Sumatra, com ondas atingindo até 17 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas características peculiares tornam a simples medição da magnitude do terremoto insuficiente para emitir um alerta de tsunami – um terremoto de pequena magnitude pode causar uma tsunami devastadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detecção de tsunami – O que os cientistas fizeram agora foi desenvolver um algoritmo que detecta a conjunção dessas características dos terremotos causadores de tsunamis – eles são mais lentos, duram mais e têm menos eficiência na irradiação de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RTerg recebe uma notificação de um dos centros de alertas de tsunami cerca de 4 minutos depois da ocorrência do terremoto submarino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa notificação fornece ao sistema a localização, profundidade e magnitude aproximados do terremoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o terremoto for considerado de magnitude 6,5 ou superior, leva cerca de um minuto para que os dados de cerca de 150 estações sísmicas ao redor do mundo sejam solicitados e recebidos – tudo é feito automaticamente, por computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base em dados seguros, o sistema usa seu algoritmo para rastrear cada segundo da ruptura e determinar o crescimento incremental de energia, descobrindo se o tremor foi um terremoto de tsunami ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo do caminho – “Para a maioria dos terremotos de tsunami, a inundação do ambiente costeiro não ocorre até cerca de 30 a 40 minutos após o tremor. Então nós vamos ter cerca de 20 a 30 minutos para enviar as informações para um sistema de alerta automático ou para as autoridades,” disse Andrew Newman, um dos criadores do RTerg.&lt;br /&gt;“Isso nos dá um período significativo de tempo para que as pessoas saiam do caminho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Site Inovação Tecnológica&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-2345026542403965790?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/2345026542403965790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=2345026542403965790&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2345026542403965790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/2345026542403965790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/novo-sistema-da-alerta-de-tsunami-em-5.html' title='Novo sistema dá alerta de tsunami em 5 minutos'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5398384651132597876</id><published>2011-03-09T13:04:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T13:09:58.803-08:00</updated><title type='text'>Espanha freia energias renováveis</title><content type='html'>A Espanha pôs freio na utilização de energias limpas para gerar eletricidade, com o governo aprovando um programa de economia para enfrentar a alta da conta do petróleo, que afeta seu compromisso de redução das fontes não renováveis antes de 2020. José Luis García, responsável pela campanha de mudança climática e energia do Greenpeace Espanha, disse à IPS que após anos de avanços a Espanha retrocede no incentivo às fontes renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ativista, o retrocesso ocorre porque as fontes renováveis “são substitutas de outras fontes que estão controladas por grandes empresas, cujos responsáveis alertaram publicamente o governo sobre sua posição. Pode-se entender que os empresários façam isso, mas não é aceitável que o governo os siga”, criticou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União Europeia (UE) aprovou em janeiro de 2010 um plano energético para lutar contra a mudança climática cujo custo é de três euros semanais, em média, para cada cidadão do bloco de 27 países, segundo disse no lançamento do plano o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. Segundo esse plano, a Espanha planejara redução de 40% nas energias não renováveis antes de 2020 e sua substituição pelas ecológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o governo poderá reduzir o objetivo até 5%, em uma decisão apresentada pelo ministro da Indústria, Miguel Sebastián, como parte de um esforço para economizar na conta energética. A energia fotovoltaica, por exemplo, veria seus subsídios diminuírem até 45%. Segundo García, sobre essas medidas de economia anunciadas pelo governo e parte delas colocadas em prática no dia 7, gravita “a pressão de empresas elétricas como Iberdrola, Endesa e Gás Natural”. A conclusão “é que se pode dizer que no presente se está agindo bem, mas que são muito ruins as previsões para o futuro”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Espanha é altamente penalizada pelo aumento e pela flutuação dos preços do petróleo por causa da crise na Líbia, já que 84% de sua energia primária não renovável é importada, na maior parte petróleo e gás. Desde 2007, o Congresso rejeitou três propostas da coalizão Esquerda Unida (IU) para limitar a dependência espanhola dos combustíveis fósseis importados e incentivar o consumo de energias limpas. Na elaboração desses projetos, a coalizão contou com apoio da central sindical Comissões Operárias, Ecologistas em Ação, Greenpeace e o escritório na Espanha do Fundo Mundial para a Vida Silvestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pacote energético, aprovado no dia 4 pelo governo do primeiro-ministro socialista José Luis Rodríguez Zapatero, pretende gerar economia anual de US$ 3 bilhões, com medidas temporárias e permanentes, graças à redução das importações energéticas no equivalente a 28,6 milhões de barris de petróleo. A Espanha importa 75% da energia que consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pacote inclui a redução de 120 para 110 quilômetros por hora como velocidade máxima nas estradas, que começou a vigorar no dia 7 e irá pelo menos até 30 de junho. Além disso, será subsidiada a renovação de pneus. Também contempla a diminuição em 5% da importação anual de petróleo e uma campanha de sensibilização e informação para os cidadãos sobre a economia no consumo, bem como subsídios para uso de lâmpadas de baixo consumo. Este tipo de lâmpada se estenderá à iluminação pública de todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rede Elétrica da Espanha, companhia que regula e administra o sistema elétrico em todo o país, informou que, nos dois primeiros meses do ano, 38% da energia foi obtida de fontes não contaminantes, como eólica, hidráulica e fotovoltaica. Esta porcentagem é dois pontos menor do que igual bimestre de 2010 e está abaixo da contribuição dos hidrocarbonos, que representaram 42% do consumo elétrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-primeiro-ministro e ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, disse que o conjunto de medidas, “ainda que impopulares”, se fez obrigatório porque “com o litro da gasolina mais caro da história, é preciso economizar, pois está em jogo a recuperação econômica”. Rubalcaba, do Partido Socialista Operário Espanhol, assegurou que “a Espanha é um país que por muito tempo pensou que a energia fosse gratuita, mas ela é caríssima”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do direitista Partido Popular, o principal da oposição, o deputado Gustavo de Arístegui criticou as medidas de economia, especialmente a impopular redução da velocidade. Arístegui propôs que, em lugar de reduzi-la, deveria ser aplicado “um limite de velocidade adequado aos carros do Século 21, de 140, 150 ou mesmo 160 quilômetros por hora em determinados trechos”. E, além disso, controlar que “ela fosse cumprida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, o governo estuda a ideia de promover a produção e o uso de veículos elétricos, o que permitiria aproveitar ao máximo o grande parque de geradores eólicos, que devem ser paralisados por etapas, já que sua produção ultrapassa o consumo desse tipo de energia, que não pode ser armazenada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impulso às energias renováveis também é dado, precisamente, pela situação na outra margem do Mar Mediterrâneo. O presidente da Fundação Renováveis, Javier García Breva, disse que as rebeliões populares no norte da África e no Oriente Médio terão consequências graves e imprevisíveis para a importação de petróleo e derivados. Porque, com base em informes da Agência Internacional de Energia e do Banco Central Europeu, a recuperação da economia da UE estará ameaçada se os preços do petróleo subirem acima dos atuais US$ 117 o barril, ou se a situação na Líbia produzir uma crise longa no fornecimento de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor:Tito Drago&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5398384651132597876?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5398384651132597876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5398384651132597876&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5398384651132597876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5398384651132597876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/espanha-freia-energias-renovaveis.html' title='Espanha freia energias renováveis'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-5390273118182479193</id><published>2011-03-07T19:38:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T19:46:21.171-08:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento Sustentável / Cidades</title><content type='html'>Em algum momento no decorrer de 2007 e, pela primeira vez na historia da humanidade, o número de pessoas vivendo em cidades ultrapassou o das que vivem em zonas rurais.  Em 2030, a população urbana será o dobro da que vive na área rural. Os novos recordes virão acompanhados de um grande desafio – tornar este crescimento sustentável para não deixá-lo se transformar em uma sentença de morte para o planeta Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quanto tempo ainda temos para começar a agir?”, é o que questiona o presidente emérito do Conselho de Diretores do Instituto do Clima do Reino Unido, Sir Crispin Tickell. Em 1950, quando a população urbana era de apenas 30%, o total de emissões globais de CO2 correspondia a um bilhão de metros cúbicos. Hoje são sete bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós falharemos se não atacarmos o problema agora e nos adaptarmos às mudanças climáticas”, afirma o diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), Rajendra K. Pachauri.Em 2015, segundo previsões das Nações Unidas, 36 megalópoles terão mais de oito milhões de habitantes. Duas destas estarão na África, uma nos países Árabes, 22 na Ásia, três na Europa, seis na América Latina e Caribe e duas na América do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cidade Ilegal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes críticas ao planejamento urbano moderno é a representação ideológica da cidade com a exclusão urbanística de uma gigantesca área de ocupação ilegal do solo urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a arquiteta e urbanista Ermínia Maricato, o urbanismo brasileiro não tem comprometimento com a realidade concreta, “mas com uma ordem que diz respeito a uma parte da cidade, apenas”.No artigo “As idéias fora do lugar e o lugar fora das idéias”(publicado no livro A cidade do pensamento único: desmanchando consensos), Ermínia afirma que as idéias do planejamento e regulação urbanística são aplicadas a uma parcela da sociedade reafirmando e reproduzindo desigualdades e privilégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Para a cidade ilegal não há planos, nem ordem. Aliás ela não é conhecida em suas dimensões e características. Trata-se de um lugar fora das idéias”, define.Entre as conseqüências de planejar o crescimento das cidades a partir desta visão estão a insustentabilidade ambiental, a falta de relações democráticas e igualitárias, os prejuízos para a qualidade de vida urbana e a exclusão da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A segregação territorial e todos os corolários que a acompanham – falta de saneamento ambiental, riscos de desmoronamentos, riscos de enchentes, violência – estão a ele vinculados”, explica Ermínia.A urbanista ressalta que este processo político e econômico construiu uma das sociedades mais desiguais do mundo e que “teve no planejamento urbano modernista/funcionalista, importante instrumento de dominação ideológica: ele contribuiu para ocultar a cidade real e para a formação de um mercado imobiliário restrito e especulativo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CarbonoBrasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-5390273118182479193?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/5390273118182479193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=5390273118182479193&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5390273118182479193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/5390273118182479193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/desenvolvimento-sustentavel-cidades.html' title='Desenvolvimento Sustentável / Cidades'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-6189592869998425373</id><published>2011-03-07T19:02:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T19:10:35.965-08:00</updated><title type='text'>ONU elege 2011 o Ano Internacional das Florestas</title><content type='html'>A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 o Ano Internacional de Florestas. "Florestas para as pessoas" é o tema do ano, que foi lançado, em Nova York, nos Estados Unidos, durante a 9ª Sessão do Fórum das Nações Unidas para Florestas (UNFF, sigla em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O logotipo preparado pela ONU destaca o papel fundamental das pessoas na conservação e exploração sustentável das florestas, que garantem moradia para os seres humanos, hábitat para a diversidade biológica e estabilidade para o clima mundial, além de serem fonte de alimentos, medicamentos e água potável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o mundo, as florestas cobrem 31% da área terrestre, servem de casa para 300 milhões de pessoas e garantem a sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas. O Brasil, segundo país com a maior extensão florestal do planeta, atrás apenas da Rússia, tem 516 milhões de hectares de florestas naturais e plantadas, o que equivale a 60,7% do território nacional, de acordo com dados do Serviço Florestal Brasileiro (SFB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esteira da iniciativa da ONU, o Ministério do Meio Ambiente brasileiro prepara uma programação de eventos em 2011 para aumentar a conscientização sobre a importância das florestas, com destaque para a conservação, o manejo e o desenvolvimento sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florestas no Brasil&lt;br /&gt;Dentre as funções prioritárias definidas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a maior parte das florestas brasileiras – 190,11 milhões de hectares - ainda tem uso prioritário desconhecido ou indefinido, seguido pelos 128,24 milhões de hectares das reservas extrativistas, reservas de desenvolvimento sustentável e terras indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restante da área de florestas está dividida entre os seguintes usos: 85,14 milhões de hectares para proteção do solo e recursos hídricos; 49,99 milhões de hectares para conservação da biodiversidade em unidades de conservação federais e estaduais; 32,28 milhões de hectares para a produção madeireira e não-madeireira em florestas nacionais, estaduais e florestas plantadas; e 30,79 milhões de hectares de áreas de proteção ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas brasileiras também garantem 615,94 mil empregos formais, segundo dados de 2009 do Ministério do Trabalho e Emprego. A maioria dos trabalhadores está na indústria moveleira, seguidos pela produção de celulose e papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI202907-18095,00-ONU+ELEGE+O+ANO+INTERNACIONAL+DAS+FLORESTAS.html" jquery1299553576906="12"&gt;Globo Rural&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-6189592869998425373?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/6189592869998425373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=6189592869998425373&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6189592869998425373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/6189592869998425373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/onu-elege-2011-o-ano-internacional-das.html' title='ONU elege 2011 o Ano Internacional das Florestas'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-4664879719596600957</id><published>2011-03-04T17:06:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T17:22:21.860-08:00</updated><title type='text'>Primeira reunião do 'Fundo Verde do Clima' deve ser adiada</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Maioria dos países ainda não escolheu os delegados para o fundo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta de criar o Fundo Verde do Clima para diminuir os efeitos das alterações climáticas em países emergentes foi aceita na Cúpula de Cancun em dezembro de 2010, quando ficou decidido que um pacote de medidas visaria limitar o aumento das temperaturas em dois graus Celsius acima dos limites pré-industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, foi sugerido que as nações em desenvolvimento deveriam restringir as suas emissões de gases do efeito estufa (GEEs), trocando suas fontes de energia fósseis por renováveis e criando formas de reduzir os impactos de desastres naturais, como andas de calor, secas, enchentes, tempestades e o aumento dos níveis do mar. Decidiu-se também que o fundo para ajudar os países emergentes a alcançar essas metas chegaria a US$100 bilhões anuais até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as Nações Unidas, o fundo reacendeu uma “centelha de esperança” na luta contra o aquecimento global. Outro termo deliberado foi a criação de um ‘comitê de transição’ que iniciaria o fundo em 14 de março.Mas toda essa proposta de começar o fundo ainda neste mês deverá ser adiada, pois grande parte dos países ainda não decidiu quais serão os representantes do fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupos da Ásia, América Latina e Caribe ainda estão em debate para saber quais nações mandarão delegados ao encontro da ONU, que reunirá quarenta países na Cidade do México.John Ashe, de Antígua e Barbuda, que representa o grupo latino americano e caribenho, no qual 14 países disputam sete vagas ao comitê de planejamento do fundo, duvidou que o assunto pudesse ser resolvido antes da metade do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Proceder com a reunião será quase impossível sem que todos os delegados estejam lá”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo asiático anunciou que não conseguirá escolher sete representantes antes de abril. “Deve ser difícil que haja a reunião”, confirmou Artur Runge-Metzger, diretor da delegação da União Europeia.Muitos países querem ter certeza que seus interesses serão representados, mesmo nas discussões preliminares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estados asiáticos participantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), por exemplo, querem garantir uma compensação pela perda de lucros com petróleo se houver mudança para fontes renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os continentes que já decidiram seus representantes, a África escolheu Egito, República Democrática do Congo, Marrocos, Burquina Faso, Etiópia, Gabão e África do Sul dentreos 21 candidatos preliminares. Oito delegados da Europa foram definidos, mas a disputa pelas vagas remanescentes do comitê é grande.Os países chamados BASIC (sigla em inglês para Brasil, África do Sul, Índia e China) criticaram a organização do encontro por não se guiar pelo próximo fórum climático da ONU, que acontecerá de três a oito de abril em Bancoc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A decisão de fazer um encontro do comitê de transição antes mesmo de muitos blocos indicarem seus membros foi prematura” declarou conjuntamente o BASIC depois de uma discussão em Nova Déli.Runge-Metzger revelou que com tudo isso é menos provável que o encontro de março aconteça, embora a reunião possa ser transformada em uma sessão informal, aberta a todos os países. Já Ashe acredita que o adiamento não é necessariamente um contratempo. “Se essa reunião não acontecer em março, outras podem ser realizadas nos próximos meses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora da UNFCCC, Christiana Figueres, afirmou que “os governos devem implementar rapidamente o que foi acordado em Cancún”. Na segunda-feira (28), a secretaria lançou um portal para monitorar o progresso dos acordos de Cancun; a lista do comitê de transição ainda está vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jessica Lipinski&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5012793969500407099-4664879719596600957?l=forumdaterra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://forumdaterra.blogspot.com/feeds/4664879719596600957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5012793969500407099&amp;postID=4664879719596600957&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4664879719596600957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5012793969500407099/posts/default/4664879719596600957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://forumdaterra.blogspot.com/2011/03/primeira-reuniao-do-fundo-verde-do.html' title='Primeira reunião do &apos;Fundo Verde do Clima&apos; deve ser adiada'/><author><name>Ana Cristina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13176831561595107964</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5012793969500407099.post-2999403854463521248</id><published>2011-03-03T17:21:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T17:34:23.714-08:00</updated><title type='text'>Padrões de desenvolvimento e meio ambiente</title><content type='html'>O tema da sustentabilidade ambiental ganha maior dimensão e profundidade quando relacionado ao padrão de desenvolvimento, especialmente no momento presente de transição da sociedade urbano-industrial. Antes disso, em plena sociedade agrária, seja pela dimensão da população global abaixo de um bilhão de pessoas, seja pelo padrão de desenvolvimento, o meio ambiente não acusava impactos climáticos significativos frente à baixa concentração de dióxido de carbono na atmosfera e à estabilidade na temperatura global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sistema de produção e consumo generalizado globalmente pelo modelo estadunidense, especialmente a partir da Segunda Guerra Mundial, a oferta de energia não-renovável cresceu rapidamente, com forte impacto na elevação da temperatura do planeta. Assim, mediante a forte elevação da renda per capita a partir da passagem para a sociedade urbano-industrial, aumentou a intensidade da emissão de carbono na atmosfera, cuja concentração cresce de 275 ppm antes do ciclo de industrialização para cerca de 400 ppm atualmente. No caso da concentração de gás metano, que girava em torno de 720 a 780 ppb entre os anos 1000 e 1800, passou para 1.750 ppb no ano 2000. A consequência direta foi o movimento de aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a transição para a sociedade pós-industrial em curso, sobretudo nos países desenvolvidos, permite avançar significativamente as economias com produção intensiva em baixo carbono. Assim, as nações ricas passam a assumir a condição de economias de consumo de mercadorias intensivas em alto carbono, geralmente importadas dos países não desenvolvidos. Nesse sentido, está em marcha uma divisão internacional entre economias de alto e de baixo carbono, sendo que os países não desenvolvidos, cada vez que se industrializam, tornam-se economias intensivas na produção de mercadorias de alto carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença ainda é elevada, porém, se reduz rapidamente. Nos Estados Unidos, por exemplo, as emissões de dióxido de carbono per capita aumentaram 11% entre 1990 e 2005, pois passaram de 19,1 para 21,2 toneladas por habitante. Em países como China, Índia e Brasil, o crescimento acumulado no mesmo período de tempo para emissão de dióxido de carbono por habitante foi de 87,7% (de 2,1 para 3,9 tn), 88,9% (de 0,9 para 1,9 tn) e 5,6% (de 1,8 para 1,9 tn), respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão econômica na sociedade urbano-industrial pressupõe a inexorável ampliação do consumo de energia, pois do contrário pode haver estagnação econômica combinada com a regressão social. Assim, nota-se que o padrão de desenvolvimento capitalista tem implicado elevação mais intensa da renda per capita que os países não desenvolvidos. Até o presente momento, em geral, o aumento da renda individual traz consigo a maior expansão do consumo de energia por pessoa. Ademais, constata-se também que a composição da energia no mundo encontra-se fortemente associada ao carvão (41%) e ao gás (20%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carvão, gás e petróleo respondem conjuntamente por quase 70% da oferta mundial de energia.Nos países da OCDE, a matriz energética encontra-se em quase 2/3 dependente do carvão, gás e petróleo. A diferença em relação ao mundo como um todo é a maior oferta de energia nuclear. A experiência brasileira recente chama atenção por se diferenciar de outros países não desenvolvidos que elevam a produção de mercadorias com mais intensificação das emissões de dióxido de carbono. A maior expansão econômica recente do Brasil não vem acompanhada da degradação ambiental, sobretudo do desflorestamento e de emissões de dióxido de ca
